sexta-feira, janeiro 19, 2007

Pessoal,

por puro esquecimento mesmo acabei não citando aqui as "casas" onde a coluna do Hyder sai. Semanalmente ela está sendo publicada no site do amigo GPWM (Falo em código pois assim como o escriba aqui, as nossas opniões são contrários aos "puritanos" e lordes que não aceitam a verdade dos fatos).

A outra "casa" é o Fórum Faster, onde encontrei, além do GPWM amigos como o Bassa entre outros, onde a coluna sai mensalmente em um trabalho muito digno e da melhor qualidade, melhor que muitas revistas por aí. Isso sem contar no acervo de altíssima. Um parabéns as respectivas equipes e o meu muito obrigado.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Pessoal,

fiquei emocionado com estes videos que estão em anexo. Trata-se da Familia Hoyt. Dick Hoyt teve seu filho com uma grave deficiencia cerebral onde nem comunicar-se normalmente ele pode faze-lo, apenas por um computador personalizado. Mas aos 15 anos, Rick teve seu interesse por esportes e corridas. Dick resolveu treinar para uma competição considerada "simples". O Iron Man que é considerada a maior prova de thriatlon do mundo.
O espirito de competitividade não existe ali poios a superação do Team Hoyt é que provoca a emoção nas pessoas.A tremenda demonstração de amor de Dick por seu filho, lhe custando muito sacrifício, é uma pequena amostra do amor que Deus, o maior de todos os pais, tem por nós. Quer ter uma idéia de como é o "Céu"? Quem for escolhido para ir para lá, sentir-se-á regozijante, mais ainda do que quando se contempla o exemplo de Dick.

No "Céu" só haverá o amor puro e verdadeiro, porque Deus é amor. Esse é um dos motivos que me levaram a aceitar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da minha vida. Ele é o ÚNICO que pode levar-me para o "Céu", onde eu quero morar para sempre. GLÓRIA E LOUVOR SEJAM DADOS A DEUS POR ESSE EXEMPLO DE VIDA!!!!!

Rick e Dick Hoyt - um exemplo de vida e amor ao Senhor

Superação e amor - ao filho e a Deus

Este é o site oficial do Team Hoyt. É emocnionante ler sobre este exemplo de amor a vida, confiança em Deus e sabver que a vida segue e as lutas são constantes mas sabendo que Deus está do nosso lado queridos. Quem não conseguir ler as legendas, não tem problema, relaxe nas emocionantes imagens e na bela cançao.

Site Oficial do Team Hoyt

Fabio Azevedo
Atleta amador e Apaixonado por ciclismo, maratona e esportes de longa duração

segunda-feira, janeiro 15, 2007

F1, curiosidades e fatores pitorescos

Algumas derrapadas, belas ultrapassagens e acidentes, no mínimo, estranhos... Mas, isso é F1

domingo, janeiro 14, 2007

Formula 1 - 1982 Jacarepagua

Grande Premio do Brasil de F1, no Rio de Janeiro. Um momento de delírio para os fans ao verem a Ferrari deixar a corrida, favorecendo a Brabham e Nelson Piquet.

Saudades de Jacarepaguá.
Eu apoio...
Salve pessoal,

estava vendo o noticiário sobre o triste evento em SP e lendo em algumas agencias de notícias e blogs, vislumbrei um site maravilhoso. Este é para quem gosta de carros antigos e bizarros, mas lindos e emocionantes. Como seria injusto não citar a fonte, chequei esta no Blig do Gomes, do Flávio Gomes.

Link sobre Fórumla Fords antigos

Abs

sábado, janeiro 13, 2007






Algumas lembranças do RioGP em 2004. A derradeira etapa brasileira do mundial de MotoGP deixa saudades pois, além de ser um grande evento esportivo, era importante para a economia desta cidade. Pois é... mais uma "bela e louvável" atitude do nosso Prefeito Cesar "mala" Maia.
O Calendário desta temporada já está disponível no link RioGP
Para quem é das antigas na CART ou chegou à categoria nos anos 90, existia um site que era constantemente atualizado, com noticias e fotos maravilhosas.

Site do SpeedCenter

O mais estranho é que o Peter Burke, proprietário do Site, havia registrado o dominio de Internet www.champcar.com mas não houve sucesso nas tentativas de acordo com o pessoal da OWRS. Mas fica aí a lembrança pois, foi com pesar, que vi a desatualização do site em 2003. As fotos, que deixaram de ser publicadas em 2000, eram realmente muito boas e com um grande destaque para algumas paisagens. Vale a pena uma visita.
ALL American Racers - AAR

Olá pessoal, a Champ Car continua trabalhando dentro de duas garagens e escritórios e mesmo as vagas consideradas "fechadas" ainda podem estar em aberto, pois só saberemos mesmo o posicionamento oficial de equipes e pilotos no Grid de abertura da temporada em Las Vegas. Acredito que até mesmo na apresentação oficial dos times com o novíssimo chassis Panoz não teremos esta definição por completo, pois muitos times estarão testando pilotos e “costurando” acordos financeiros. Estarei aproveitando este espaço para lembrar de uma equipe que não teve tanto sucesso na Cart, mas seu proprietário é uma lenda no automobilismo mundial, em todos os tempos. Esta coluna é dedicada ao lendário Dan Gurney e a simpática All American Racers.Como de costume não citarei aqui biografias e tudo mais, pois temos grandes atlas esportivos e ainda assim este espaço não seria suficiente para citar as maravilhas que este grande campeão deixou no automobilismo.
Estarei citando a sua experiência como proprietário de um time e fabricante de um chassi pouco competitivo, mas bem no estilo norte-americano. Apesar de o Team Penske ser uma equipe totalmente norte-americana, seus chassis eram produzidos na Europa e, com isso, restava apenas a AAR como única equipe que, junto com a Swift, que produzia seus chassis em solo norte-americano. Neste caso pelo próprio patriotismo e desejo do seu proprietário. E ele tinha uma marca bem característica: A águia no seu bico. Tanto que o nome dos chassis era Eagle. Este carro e esta equipe foram de fundamental importância para o desenvolvimento da Toyota e os japoneses não tiveram dúvida em escolher Dan Gurney como capitão deste projeto, pois além do grande histórico dele com a fábrica japonesa, tinha uma fábrica que trabalho quase que exclusivamente no desenvolvimento de peças e componentes para o que seria o motor vencedor do certame de 2002 com o brasileiro Cristiano da Matta.
O mais engraçado é que o carro não tinha bons resultados mesmo contando com o Juan Fangio II e com técnicos experientes provenientes de outros times da Cart e do mundial de esportes protótipos. Mas isso não estava sendo muito analisado, pois os japoneses faziam seqüências de testes em todos os autódromos para testar condições do motor, transmissão e caixa seqüencial e eletrônica que, no final, foi banida pelo regulamento da categoria para evitar aumentar muito os custos. O clima dentro da equipe era de pressão e correria como nos outros times, pois a disputa é grande em todos os “setores” do grid, mas o ambiente acabava sendo agradável. Lembro que certa vez, aqui no Rio de Janeiro, a Penske estava com as garagens próximas as da Arciero Wells e AAR. Por acaso as duas tinham o penoso e fraco motor Toyota, mas estavam sempre muito dispostas. Expliquei para uma amiga que aquilo deveria ser o efeito Californian Sunshine.
Realmente o ambiente era mais descontraído e, competições a parte, era bem divertido a integração e interação entre os membros de diversas equipes...Os chassis Eagle não duraram muito tempo no certame, pois a AAR acabou não renovando contratos para bancar o desenvolvimento dos seus carros e teve de optar pelos Lola antes de encerrar as suas atividades no fim de 1999. Mas uma marca que ficou nestes e em todos os carros Fórmula são as asas batizadas como Gurney Flap, tornaram-se referência em todo o mundo automobilístico. Não sei se tem algum esquema de homenagem da FIA ou o próprio Dan resolveu fazer esta lembrança ser presente em todos os componentes aerodinâmicos. Mas que acabou marcando, isso sim...Os carros Eagle acabaram não sendo comparados a maneira correta, pois todos os modelos que competiram no campeonato entre 1995 a 1999 utilizaram apenas o motor Toyota. Foi assim com a equipe de Dan Gurney como no caso do saudoso e simpático time de Robby Gordon e Mike Held – Team Gordon. Mas confesso que gostaria de ver este chassi sendo motorizado com um Ford Cosworth XD ou mesmo o XF ou então com um potente Honda. De repente o problema não seria no carro, mas sim no deficiente motor Toyota.
Mas isso é coisa que não sei se saberemos já que o Dan Gurney agora é um feliz aposentado em sua "humilde" casa em Rancho Santa Clara, na ensolarada e bela Califórnia. Há poucos anos, ele ensaiou, junto de Phil Hill, piloto norte-americano campeão do mundo de F-1, a compra de um time na maior categoria de monopostos do mundo em associação com a Red Bull. O negócio quase foi concluído. Só que o então proprietário era o escroque-mor do automobilismo Tom Walkinshaw. Depois de verem rombos e mais rombos na Arrows, eles decidiram abortar os planos. Os pilotos seriam os seus filhos Alex Gurney e Derek Hill.
Um grande abraço, fiquem com Deus e sejam felizes!

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Vaticano reza que Dacar é disputa sangrenta
Warm UP
10/01/2007 - 16:36

O jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, publicou nesta quarta-feira (10) um editorial no qual classifica o Rali Dacar como uma “corrida sangrenta e irresponsável”. Na etapa de ontem, a competição registrou sua primeira morte em 2007: a do sul-africano Elmer Symons, que sofreu um acidente entre Er Rachidia e Ouarzazate. O jornal ainda diz que “muitos classificam o rali como um evento esportivo, mas que ele pouco tem a ver com uma competição saudável. O rastro de sangue que cresce de ano a ano demonstra o inegável componente de violência que existe em todas as tentativas de exportar modelos ocidentais para ambientes humanos e ecossistemas diferentes do Ocidente.”

A publicação afirma também que a organização e os patrocinadores do Rali Dacar têm uma postura “cínica” que ignora as realidades locais, e que os carros, caminhões e motocicletas abandonados no deserto são “monumentos enferrujados de irresponsabilidade”. Em 29 anos de existência, a competição registrou 49 mortes, 24 delas de competidores.


Nota do Blog: Imagino o que os competidores diriam da "Santa" inquisição ou de outra barbáries cometidas como pedofilia por exemplo. Não nego que esta é uma das mais perigosas atividades esportivas da história e coisas tem de ser feitas ali para evitar que novas vidas sejam ceifadas mas existe um programa social muito grande e que ajuda várias familias abandonadas onde o Estado e a Igreja poderiam muito bem fazer este papel ser uma verdade na vida das pessoas. A Igreja (No caso a Romana) tem muita condições de efetuar este papel, aco contrário de muitos outros países pobres).






O Ciclismo no PAN

CICLISMO

Primeira aparição nos Jogos Pan-americanos: 1951

A bicicleta já servia como meio de transporte desde o século XVIII, mas foi em 1895, quando surgiu a União Ciclística Internacional (UCI), que o ciclismo se organizou como forma de esporte. Nos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, o esporte terá quatro modalidades para homens e mulheres: pista, estrada, mountain bike e BMX (bicicross). Em número de provas, a maior é a modalidade pista, que reúne dez disputas diferentes, individuais e por equipes, de velocidade, contra o relógio e perseguição. Na modalidade estrada, há duas provas, de velocidade e contra o relógio; no mountain bike, há apenas uma, a de cross-country, normalmente dentro de área de florestas, em caminhos estreitos de terra e pedra. No BMX, versão ciclística do motocross, incluída no programa dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, haverá provas femininas e masculinas de corrida em pistas com saltos e obstáculos.

Locais: Parque do Flamengo (estrada), Morro do Outeiro (mountain bike), Velódromo da Barra (pista) e Sambódromo (BMX)

Federação Internacional


Pessoal,

por pouco que não perdemos o acesso ao YouTube.com devido a uma pessoa vazia e que estava com os holofotes apagados para a sua pessoa. Estive "passeando" por ele e encontrei este vídeo que, além de muito engraçado e super bem produzido, mostra uma verdade ao mundo de como funciona a cabeça de um certo governante.

O Dia em que o Brasil foi invadido
Acho que Honda e Toyota tem temporadas decisivas em relação as suas matrizes pois as empresas estão fazendo investimentos gigantescos e a paciencia oriental começa a chegar num momento de pressão. No caso da Toyota, existe um fator critico. Se o sucesso na Nascar ocorrer, acredito que em uns 4 anos este projeto da f1 pode naufragar.

Em relação a Honda, isso é uma incognita. A American Honda não terá como manter sozinha os altos custos da IRL e terá de se submeter a matriz no Japão. Creio que nada disso será de imediato mas como fala-se normalmente, 5 anos passam rápido...

Mas essa é apenas uma visão de negócio... Pois o que é interessante para estes caras é vender carros, independente de qq coisa. F1 é uma bela plataforma de desenvolvimento tecnologico mas tb é uma ferramenta de marketing. E só.

Esta é uma simples opnião...

sábado, janeiro 06, 2007

Não diria que é uma equipe qualquer... é A Equipe !!!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Vamos lá Brasil !!!!!!

Equipe Petrobras Lubrax faz últimos acertos
Divulgação
05/01/2007 - 08:48

A quinta-feira (4) foi marcada pelos testes finais para a moto e o caminhão da equipe Petrobras Lubrax. Enquanto André e Jean Azevedo passaram o dia circulando em Lisboa e arredores fazendo os últimos acertos para as verificações técnicas de hoje (5), a Mitsubishi Pajero de Klever Kolberg passou pela verificação e está fechada no pátio em frente ao Centro Cultural Belém, de onde só sairá para a largada.

"Instalamos todos os equipamentos de navegação, como o odômetro, além de toda a comunicação interna, e está tudo funcionando muito bem", disse André. O piloto também aprovou o novo câmbio Tatra, de 16 marchas, que substituiu o do ano passado, que tinha 14. "Esse teste do odômetro pelas ruas de Lisboa foi fundamental. Sem o GPS, se esse equipamento não funciona direito ou quebra, não dá nem para continuar", afirmou o navegador Maykel Justo.

utro que aprovou o teste foi o mecânico Ronaldo Pinto, que estará no caminhão de apoio junto com o mecânico da moto de Jean, Geraldo Lima. "O motor, todo o conjunto, tudo está perfeito, e o câmbio novo funcionou direitinho", analisou. Ontem, também foram checados os equipamentos de segurança, como cintos e os bancos especiais.

O irmão mais novo de André, Jean Azevedo saiu da capital portuguesa e foi acelerar sua moto KTM numa região litorânea próxima à capital, chamada de Fonte da Telha, o mesmo local onde Klever Kolberg e Eduardo Bampi treinaram com seu Mitsubishi Pajero.


"A moto rendeu bem e está pronta para a vistoria e para a prova", comentou Jean. "Só fizemos alguns acertos de suspensão e trocamos um tanque, que estava com vazamento, mas nada sério".

O próximo compromisso dos irmãos de São José dos Campos é com a verificação técnica de hoje. Depois disso, seus veículos também serão recolhidos para o pátio, e de lá só sairão na manhã deste sábado (6), quando seguirão para a primeira etapa do Rali Dacar 200 7, rumo a Portimão, no Algarve, litoral sul de Portugal.


Bourdais provou no México que um grande campeão além da técnica precisa ter muita raça.


Olá pessoal, final de ano, época de ver as coisas que acertamos e manter o foco no processo correto e, principalmente verificar e corrigir os erros. Ter a humildade para reconhecer isso é a grande característica dos seres humanos com caráter e dignidade. Talvez pela minha postura em escrever e defender o automobilismo e a forma como tal, possa ter ofendido, mesmo que indiretamente, alguns. Aqui vai o meu pedido de desculpas. Mas a época também é para celebrar vitórias, planejar novas conquistas e viver feliz. Esta é a nossa grande obrigação.

A Champ Car consagrou mais um grande herói. O francês Sebastien Bourdais chegou tímido em 2003 onde se esperava ser coadjuvante de Bruno Junqueira, mas nas primeiras etapas daquele ano, viu-se o contrário. O mineiro, com seu estilo extremamente conservador não foi páreo para a forma aguerrida e determinada de correr. Mas, infelizmente, o nosso representante nunca foi um adversário.

Esta temporada de 2006 foi muito interessante para o campeonato, pois o francês parecia não ter adversários até que uma "dança das cadeiras" provocada pelos dirigentes colocariam Cristiano da Matta no lugar de A.J. Almendinger na Rusport, que foi para a Forsythe, no lugar do tosco Mario Dominguez, que foi para o lugar de Cristiano da Matta na Dale Coyne. Um novo ídolo se fez, pois A.J. venceu corridas consecutivas assim como a emoção e as disputas foram à tônica deste campeonato. Para nós, brasileiros o destaque não foi positivo. Não apenas por atuações bisonhas de Bruno Junqueira ou Cristiano da Matta, mas pelo terrível acidente sofrido pelo campeão de 2002. Felizmente ele está em pronta recuperação e vamos esperar pelo futuro. Faço um resumo, desta temporada, pelo terceiro título de Bourdais em uma manobra: A ultrapassagem do francês sobre o inglês carranca Justin Wilson. Não havia técnica nenhuma, apenas raça. Raça esta que faltou e ainda falta ao principal representante na categoria até o presente momento: Bruno Junqueira.

Mas o próximo ano promete muitas novidades, desde equipes, pilotos, engenheiros, novas etapas. Paul Sttodart já chegou e promete novidades. Só teremos mesmo certezas, em sua grande maioria, na apresentação oficial das equipes. Até lá teremos muitas noticias, com ou sem fundamentos.

E encerramos este temporada. Com muitas lembranças, algumas mais emocionantes, outras até divertidas. Mas sempre com carinho e amor ao automobilismo de verdade e não aos sonhos infundados que permanecem aos olhares idiotas e despreparados.

Dedico esta coluna aos leitores, que nos ajudaram muito e me deixaram muito feliz com o retorno. As criticas, quando construtivas são mais que bem vindas. Orientam este trabalho. Aos comentários infundados e sem conteúdo, apenas deixo um conselho: estudem, sejam mais práticos e aprendam com os cabelos brancos alheios. Eles não estão ali sem uma razão.

Um grande abraço abraço e que cada segundo do próximo ano seja celebrado e que Deus esteja com cada um de nós!

Fabio "Hyder" Azevedo

terça-feira, janeiro 02, 2007

Quem é “das antigas” vai lembrar desta. Eram comuns as equipes de F1 treinarem no Rio antes da temporada, que normalmente, tinha seu inicio aqui. A extinta Benetton assim como Williams, Rial e McLaren. A Ferrari sempre testava nas suas pistas privadas.

Cito isso para ver que nesta época as equipes vinham pra cá, passavam algumas semanas testando e levavam a metodologia de acerto de uma temporada inteira depois de uma mini temporada no Rio. Como Jacarepaguá era conhecido como um dos TOP seis autódromos da FIA (Pois mesclava muito bem reta de altíssimas velocidades, curvas de baixa, média e altas velocidades e um bom lugar onde todos gostavam de estar, todos os acertos iniciais eram retirados daqui. A Benetton com Berger, Fabi e as Williams com Mansell e Rosberg, depois com Piquet e posteriormente Patrese faziam muitos de seus testes qdo não emendavam a preparação e a corrida. Nos testes de pneus da Goodyear, que era grande incentivadora destes testes e da Válvula Pop-OFF, as equipes passaram , quase direto, três semanas.. Juntaram direto com o Carnaval e a corrida....

Pois é. Hoje em dia isso não acontece, a pista não é mais aquele lugar lindo, belo e maravilhoso. Mas ficam aí as lembranças....

Felicidades Pessoal..

estamos de volta !!!!

sábado, dezembro 23, 2006

Pessoal,

Desejo a todos os membros um tremendo e maravilhoso natal. Natal esse que celebramos o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Rei dos reis !!!

Em nome de Jesus Cristo !!!

Fabio - Hyder - Azevedo

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Olá pessoal, espero que estejam todos muito bem. Uma tremenda correria e novos projetos surgindo. Manter o comprometimento e a determinação não é uma tarefa fácil, mas é muito gratificante ver os resultados e ver como as coisas acontecem. Confesso que, pelo tanto de coisas com a qual estou comprometido, profissional e pessoalmente falando, deu um branco no que escrever. E resolvi buscar inspiração correndo em volta da Lagoa. Para quem mora na cidade maravilhosa ou conhece este lugar tão lindo, sabe bem do que estou falando. Um belo dia realizei um dos meus sonhos que era entrar neste mundinho fechado e restrito que era do mundo da Formula Indy (hoje em dia Champ Car). E de cara conheci o cara que, depois de Ayrton Senna e Rick Mears, era o grande ídolo no esporte. Estou falando de Al Unser Jr.
Como sempre faço, não vou utilizar este espaço para biografias ou estatísticas sobre a carreira ou coisas assim, mas quero aproveitar este espaço para falar da simpatia, paciência e grande capacidade de pilotar deste cara que, mesmo sofrendo o pior ano da Penske, com alguns parafusos na perna direita, com a filha sofrendo de leucemia e o casamento sendo deteriorado junto com um vício horroroso pelo cigarro, jamais deixou que seu desempenho ficasse abaixo de seu histórico profissional. Lembro que as primeiras palavras que falei para ele, após esta escala de ídolos, eram sobre a minha ira em um primeiro momento contra ele e como isso fez ser um fã muito grande deste cara. Tudo começou nas 500 milhas de Indianápolis de 1992, pois com um carro relativamente ruim – o Galmer – em relação aos Lolas e Penske, ele conseguiu vencer e vencer com estilo. Ali eu vi que este cara não era um piloto qualquer. O Bicampeão da Cart e duas vezes vencedor das tradicionais 500 milhas era considerado por muitos, como o Nigel Mansell da Cart, só que muito melhor.
Depois das tentativas frustradas de Roger Penske de contratar Ayrton Senna, ele não pensou duas vezes e trouxe o veterano piloto da Galles para ocupar o inesquecível carro nº. 31. Era incrível como tinha sorte, pois Fittipaldi, com quase uma volta sobre Unser Jr. em Indianápolis em 1994 conseguiu bater sozinho deixando a corrida e a vitória no colo desta raposa. Conseguiu com estilo a conquista daquele campeonato. Os anos seguintes foram de sucessos menos freqüentes, incluindo-se aí o erro pessoal de Roger Penske na estratégia de classificação das 500 milhas em 1995 e o vice-campeonato do mesmo ano. Em 1996 foi incrível que, com uma tremenda regularidade, chegou entre os quatro primeiros da temporada sem vencer uma corrida. Não por falta de garra ou inteligência, mas o motor Mercedes já demonstrava estar perdendo terreno para os outros.
Em 1998 as coisas estavam muito nebulosas na Penske devido à falta de bons resultados com o novo projeto e as pressões sobre a mais bem estruturada e tradicional equipe do campeonato eram maiores que em qualquer outro time. Mas o piloto não desistia e sempre apresentava grandes espetáculos com um carro bem ruim. Depois de muita discussão, ele conseguiu “dobrar” o tradicionalismo da Penske e fez com que os cofres fossem abertos e três Lolas fossem comprados. Mas nada dava jeito, pois os pneus Goodyear e os fracos motores Mercedes-Benz não contribuíram com nada. Numa mudança total de foco e rota, Al Jr. foi um dos sacrificados. Mesmo assim, saiu como um vitorioso, como um vencedor que não abandonou o barco em momentos críticos, pessoais e profissionais.O que me fez e ainda faz tê-lo como um ídolo é que nunca desistiu e utilizou disso como motivos para ser arrogante como uns e outros que foram tentar o sucesso na Europa e voltaram correndo para a América do Norte. Ele venceu o vício do álcool e conseguiu diminuir a utilização de tabaco.
Ao contrário destes que são amigos e ídolos apenas na frente das câmeras e por fora são o que são arrogantes e mínimos como seres humanos, Al Jr. sempre teve a paciência para entender e repassar bem o que os engenheiros queriam assim como ser um excelente relações públicas de seus patrocinadores e agradar os fãs – como eu, por exemplo. Hoje ele tem como meta colocar seu filho neste mundo onde os campeões não se formam apenas dentro das pistas, mas fora também, honrando e respeitando compromissos assumidos e pessoas. Algo que marcou bastante foi durante a etapa brasileira de 1999 quando ele ia caminhando do paddock ao pit lane com o auxilio de uma bengala. Sentia dores insuportáveis, mas ainda sim conseguiu classificar seu carro. Final da prova teve a humildade de cumprimentar cada membro do time pelo auxilio e bom trabalho efetuado num carro tão bonito, mas tão ruim que dava pena de vê-lo sendo superado facilmente pelos Toyotas da Arciero Wells.
Depois disso, já de roupa trocada, foi conversar com a imprensa e atender a alguns fãs. Lembro de ter desejado melhor sorte nas outras provas e ele, com um sorriso maroto me dizia que só sorte não daria. Foi ali que percebi que um campeão não precisa ser o melhor na arrogância.Falo isso, pois convivi com este time e cansei de presenciar atitudes dignas de um campeão ajudando outros colegas, nunca se negando a trocar informações e sempre, mas sempre sendo um cara que trazia uma boa atmosfera. Na sua aventura na IRL, ele teve a grandeza de parar por um tempo para poder se tratar, pois chegou ao fundo do poço e depois, venceu, categoricamente, em sua ultima vitória.Campeões são formados desta forma. E não pela covardia. Que muitos que foram e voltaram possam estar inspirados neste exemplo de grandeza e humildade!

Um grande abraço e até a próxima.

Fabio "Hyder" Azevedo

segunda-feira, novembro 27, 2006

Nota do Hyder...

Vc já é um vencedor Kiki... Se voltar as pistas ou não, isso não precisa ser provado. Que Deus continue te abençoando !!!!
Cristiano afirma que voltará a correr em 2007
Victor Martins
27/11/2006 - 08:00 - Fonte: www.grandepremio.com.br

Quando as primeiras informações do acidente de Cristiano da Matta brotaram e vieram em avalanche, até alguns familiares analisaram que as possibilidades de sobrevida do mineiro eram ínfimas. O piloto ficou em coma induzido, passou por uma série de cirurgias para retirada de um hematoma cerebral, teve uma parte do crânio extraída, evoluiu lentamente. Em 50 dias, conseguiu o milagre, palavra resumida dos médicos que dele cuidaram, de ser liberado pelo hospital onde ficou internado no estado norte-americano do Wisconsin. Viajou para Miami, apareceu publicamente em uma reportagem num canal especializado em automobilismo e foi para Belo Horizonte. E quem viu o brasileiro e suas iniciais dificuldades motoras e de fala fez ilações de que pouco melhoraria e que sua carreira se tornaria parte da história.

Pois Da Matta surpreendeu, novamente, quase três meses e meio após o choque com um cervo em um treino no circuito de Elkhart Lake, ao confirmar que vai retornar às pistas. O Grande Prêmio conversou por telefone com um Cristiano falante, sem problemas de comunicação e, como ele mesmo enfatizou pleonásticas e empolgadas vezes, "pilhado para voltar".

"Eu estou muito ansioso", declarou "Kiki". "Desde os seis anos que eu não ficava de fora das corridas, e isso tem sido uma tortura para mim, é muito difícil. E eu to quase 100%. O médico me disse que eu tinha de tentar parar de pensar no meu futuro, que isso seria bom para minha reabilitação, me fez até fazer promessa para não ficar pilhado. Mas eu acho que não vou conseguir cumprir, não", brincou.

Cristiano tem andado todos os dias na bicicleta ergométrica e freqüenta academia em sua cidade-natal. "Meu físico está muito bom, eu tenho treinado e mantido a forma. Eu já estou quase pronto", contou. Ainda não foi liberado para fazer trilha nem ir de "bike" às ruas. Carro, também, está descartado.

"Eu também não posso nem jogar bola. Se eu bater a cabeça, posso ficar meio zureta, então vou esperar mais um tempo", disse Da Matta, que pensa em treinar com um kart até no máximo no primeiro trimestre de 2007. "No mês que vem, pelo que disse o médico, eu já vou estar completamente bem", acresceu.

A "pilha" de Cristiano tem uma razão especial. "Eu assisti à corrida da ChampCar (no México) e assisti à da Stock Car no Rio, e fiquei muito animado para sentar num carro de novo". Os reflexos estão sendo aprimorados e tendem a se normalizar, também revelou o campeão de 2002 da F-Mundial, que sentenciou: "Quero voltar melhor do que estava, se Deus quiser..."

Da Matta também afirmou ter acompanhado as mensagens do público por sua reabilitação. "Acompanhei a torcida do pessoal, vi pelo site, quero agradecer demais a todos, não sabia que tinha tanta gente torcendo por mim. Isso me ajudou muito para que eu pudesse me recuperar."

sexta-feira, novembro 24, 2006

Avanti Sandro !!!!


Emocionente e prazeroso ver Alex Zanardi retornar a F1... Muito legal pois mesmo depois do horroroso acidente em Lauzits 2001. É um exemplo de vida e sempre uma motivação extra vê-lo fazer o que mais gosta de fazer, que é guiar carros de corrida, mesmo com certas "limitações"...

Depois do acidente, ele voltou a pista e completou as voltas que restariam para encerrar aquela fatídica corrida. Depois começou a disputar o certame europeu de carros de turismo. Agora este passo. Não duvido em mais programações. E tb queria reforçar como ele motiva as pessoas em volta. Os engenheiros da BMW estavam tentando falar pra ele que seria apenas um simples teste. Depois de retornar aos boxes e repassar as informações aos técnicos, os caras começaram à trabalhar em novos setups e a motivação passou de um simples teste a um evento oficial...

Que exemplos como esse sirvam para não somente os jovens mas para todos aqueles que acham que a vida tem um ponto final antes da morte. Existem muitos desafios na vida mas somos fortes o suficientes para vencê-los.

Parabéns Sandro....
Olá a todos,

Hj vou escrever brevemente sobre uma marca muito tradicional. A Lotus não é tão popular aos olhos dos mais jovens mas quem na minha idade não lembra do lendário Lotus Spirit ? Tive uma grande oportunidade na minha vida quando andei num destes Lotus Spirit na época que a CART possuía um destes para carro-madrinha (Pace Car). Realizei um sonho que muitos pilotos não conseguiram... Andei a mais de 300 km/h.

Está certo que era no banco do passageiro, mas quem quer saber disso? Foi algo realmente muito legal. Daquele 1998 cheio de coisas ruins, algumas coisas muito boas foram destaques na minha vida. Segue abaixo algumas fotos e o logo dos modelos atuais da Lotus: Elise e Exige:

Um grande abraço e fiquem com Deus.



quarta-feira, novembro 22, 2006

Pessoal,

Em primeiro lugar queria apresentar as minhas desculpas pois realmente estas últimas semanas têm sido de muita correria e projetos simultâneos tanto na vida pessoal, profissional e espiritual e acabei deixando o blog de lado. Final de ano... Provas chegando, assumindo novos projetos e tomando outras decisões que requerem tempo e muita oração. Este fim de ano tem sido de grande correria e ao final das temporadas das principais categorias e sem atividades no ciclismo mundial, acabei tomando esta decisão, mas em dezembro tudo voltará a normalidade pois já teremos atividades de pista e as equipes internacionais de ciclismo estarão na pista treinando para a série de competições ao redor da Europa e Estados Unidos.

Mas este escriba aqui vai conseguir conciliar muito melhor esta estrutura... Apenas estarei terminando as provas e reduzindo um pouco o ritmo no Office. Desde já agradeço as “broncas” dos meus 19 leitores pela ausência.

Um forte abraço e fiquem com Deus

OS.: Aproveito para apresentar o meu novo projeto. Todos são livres para visitá-lo

Teia de Oração

terça-feira, novembro 21, 2006

Pessoal, tenho andado muito atarefado mas em breve o Blogo estará sendo atualizado regularmente.

Um grande abraço.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Bem...

apenas para deixar um gostinho.... Uma chegada de arrepiar...

Chegada em Paris
Bem amigos...

fuçando bem.. descobri alguns brasileiros, masem grandes destaques nesta prova. Neste caso podemos citar o saudoso Wanderley Magalhães, que, vitima de cancer aposentou-se cedo e, infelizmente deixou-nos há pouco tempo.

Renan Ferraro:
1986 (desistiu)

Mauro Ribeiro:
1991 (47° na classificação geral; venceu uma etapa)

Wanderley Magalhães:
1994 (desistiu)

Luciano Pagliarini:
2002 (185°)
2005 (desistiu)
Algumas curiosidades:


Vitórias na classificação geral

Lance Armstrong, maior vencedor da história do Tour com 7 vitórias consecutivas.
7.
Lance Armstrong EUA de 1999 a 2005
5.
Jacques Anquetil França em 1957, e 1961 a 1964
5.
Eddy Merckx Bélgica de 1969 a 1972, e em 1974
5.
Bernard Hinault França em 1978, 1979, 1981, 1982 e 1985
5.
Miguel Indurain Espanha de 1991 a 1995

Vitórias na classificação geral (por país)

36.
França
18.
Bélgica
11.
EUA
9.
Itália
8.
Espanha
4.
Luxemburgo
2.
Países Baixos
2.
Suíça
1.
Alemanha
1.
Dinamarca
1.
Irlanda

Mais dias com a maillot jaune (camisa amarela)

96. Eddy Merckx Bélgica
83.
Lance Armstrong EUA
79.
Bernard Hinault França
60.
Miguel Indurain Espanha
52.
Jacques Anquetil França

Mais vitórias no Prémio da Montanha

7.
Richard Virenque França de 1994 a 1997, em 1999, 2003 e 2004
6.
Federico Bahamontès Espanha em 1954, 1958, 1959 e de 1962 a 1964
6.
Lucien Van Impe Bélgica em 1971, 1972, 1975, 1977, 1981 e 1983
Classificação por pontos
6.
Erik Zabel Alemanha de 1996 a 2001
4.
Sean Kelly Irlanda em 1982, 1983, 1985 e 1989
3.
Jan Janssen Países Baixos em 1964, 1965 e 1967
3.
Eddy Merckx Bélgica em 1969, 1971 e 1972
3.
Freddy Maertens Bélgica em 1976, 1978 e 1981
3.
Djamolidine Abdoujaparov Uzbequistão em 1991, 1993 e 1994

Mais vitórias de etapas

34.
Eddy Merckx Bélgica
28.
Bernard Hinault França
25.
André Leducq França
25.
Lance Armstrong EUA

Mais vitórias de etapas no mesmo Tour

8.
Eddy Merckx Bélgica en 1970 et 1974
8.
Charles Pélissier França en 1930
8.
Freddy Maertens Bélgica en 1976
Mais vitórias individuais de etapas (por país)

Os corredores na avenida Champs-Élysées

653.
França
451.
Bélgica
247.
Itália
152.
Países Baixos
101.
Espanha

Fonte: Wikipedia
Olá,

daqui a poucos meses teremos a tradicional Volta da França (Le Tour de France) e não poderia deixar de postar algumas caracteristicas desta porva. O Brasil nunca teve um grande destaque nesta prova pois se algum ciclista brazuca participou, foi de forma independente e sem a presença de uma equipe nacional ou em algum grande time estrangeiro. Mas é uma prova complicada, longa, cheia de variações de pistas em estradas, cidades pequenas no interior e com a triunfal chegada na Champs Elisyess em Paris. Porém, maravilhosa e intrigante para qualquer ciclista, e este escriba que aqui está, não se deixa por rogar....
Os grandes destaques da história recente desta prova são Miguel Induráin que ganhou a prova por 5 vezes consecutivas e abandonou o circuito no auge e o outro não poderia ser ninguém menos que Lance Armstrong. Ele venceu a prova por 7 vezes e também superou uma batalha no fator extra pista. Sofria de um cancer nos testículos e soube superar a doença e a sua própria falta de motivação para lutar e vencer. A sua equipe, US Postal Services, fez toda a estratégia para que o grande campeão tornasse a sua aposentadoria em grande estilo.
A edição de 2006 foi marcada pela desclassificação da própria equipe US Postal Service por razão de Dopping.

Olá,

daqui a poucos meses teremos a tradicional Volta da França (Le Tour de France) e não poderia deixar de postar algumas caracteiristicas desta porva. O Brasil nunca teve um grande destaque nesta prova pois se algum ciclista brazuca participu, foi de forma independente e sem a presença de uma equipe nacional ou em algum grande time estrangeiro. Mas é uma prova complicada, longa, cheia de variações de pistas em estradas, cidades pequenas no interior e com a triunfal chegada na Champs Elisies em Paris.
Os grandes destaques da história recente desta prova são Miguel Induráin
Il leone, The Lion... ou simplesmente O Leão!

Olá pessoal, acho que antes de tudo, o respeito individual e entre o grupo, devem ser mantidos e sempre exaltados por pessoas que convivem e queiram conviver bem socialmente. Escrevo isso, pois muitas vezes percebemos discordâncias, que são naturais num mundo competitivo e que até nos ajudam a melhorar e mais a cada dia. Mas existem certas atitudes que realmente me deixam meio irritado, mas consigo ficar quieto em minha opinião. Mesmo que a irracionalidade tome conta de outras pessoas. Escrever sobre o Greg foi muito difícil e digo que já li e reli esta coluna diversas vezes. Assistindo alguns vídeos sobre o passado da Cart pude ver como era a transmissão da TV canadense. Era incrível como a narração para o Greg era mais vibrante do que para o Jacques Villeneuve ou Paul Tracy – conterrâneos com muito mais tradição no automobilismo do que ele.

Falando em tradição e história e na tradicional história da Cart – hoje em dia conhecida como Champ Car – não poderia deixar de falar de mais uma grande lenda que, mesmo rapidamente, conquistaram todos. Em 1992, mais precisamente em setembro, no autódromo de Monza, il Leone Nigel Mansell assombrou o mundo anunciando que deixaria o circo da F-1 e estaria migrando para o emergente campeonato da PPG Indy Car World Series. Tenho certeza que todos os participantes daquela coletiva não acreditavam no que ouviam. Jim McGee, que estava lá, anonimamente, representando o time de Lincolnshire sorria como uma criança quando ganha aquele desejado brinquedo. Até Bernie Ecclestone tentou dissuadi-lo da decisão, mas não houve jeito. Mansell na Cart já era algo real. A adaptação dele na categoria, no time e no ambiente foi muito rápida e simples como a categoria. Emerson Fittipaldi, que seria seu grande rival durante aquela temporada, tratou de apresentar a todos o campeão mundial de Fórmula 1. A chegada do Leão impactou a Cart no mundo inteiro e Paul Newman sabia que tinha acertado na aposta pois estava perdendo Michael Andretti para a McLaren e a categoria européia estava levando um revés que não esperava. Que campeonato foi aquele. A Rede Manchete assumiu as transmissões com Téo José, Dedê Gomes e Luiz Carlos Azenha (o primeiro comentarista foi o Edgard de Mello Filho – graças a Deus foi só uma corrida).

Tudo era novo e a atmosfera era maravilhosa. A categoria realmente crescia muito e fora dos Estados Unidos.Vencendo logo na estréia e com uma disputa apertada com Emerson Fittipaldi, Paul Tracy, Arie Luyendyk, Mario Andretti e Raul Boesel correndo por fora. A chegada de Mansell na Newman Haas também marcou o fim de uma era na equipe, pois Mario Andretti havia imposto uma cláusula que somente parentes seus poderiam correr lá enquanto ele fosse piloto. Carl Haas era uma felicidade só enquanto Roger Penske tentava dar um troco ainda maior trazendo outro ainda maior. Ayrton Senna era freqüentemente cortejado para um terceiro carro. Posso ter certeza de uma coisa. Se Ayrton aceitasse, 1994 seria uma temporada dos sonhos. Mansell não teve vida fácil, mas conseguiu um grande triunfo, pois conseguiu ser campeão seguidamente nas duas maiores categorias do automobilismo mais importantes do planeta. Faltou a vitória em Indianápolis, mas a falta de experiência em ovais, relargadas em movimentos, mas, antes de tudo, a grande estratégia e talento de Emerson e da Marlboro Team Penske.

O que mais assustou Mansell foi o forte acidente em Phoenix pois o susto foi grande mas, graças a Deus, não ocorreram maiores problemas. Mansell sempre foi muito sincero e honesto em suas atitudes e não esqueço de dois comentários seus: Que Jim McGee era o mais competente chefe de equipe que já teve na vida e que quando ele pensava em automobilismo de verdade, ele lembrava de seus anos na Indy, hoje Champ Car.A temporada seguinte foi muito apagada para todos na Cart e não foi diferente para Nigel Mansell e a Newman Haas, pois os motores Ilmor e o revolucionário chassi Penske PC23 dominaram a categoria de forma absurda. Fora que em Indianápolis a equipe estreou o potente e vigoroso motor Mercedes Benz. Realmente a concorrência era entre os três pilotos da Penske, Al Unser Jr, Emerson Fittipaldi e Paul Tracy. Fora que Mansell ainda correu em quatro GPs pela equipe Williams. Na França foi ao meio da temporada da Cart, mas houve liberação. A categoria e a equipe estavam frágeis demais devido ao terrível acidente que vitimou Ayrton Senna.

Como a temporada nos Estados Unidos acabou mais cedo que as temporadas européias, Mansell assumiu o lugar de David Coulthard, mas os resultados foram muito fracos. Alguns meses depois, se cogitou seu retorno, mas não houve continuação nas negociações e Mansell apenas retornou as competições oficiais em alguns eventos do BTCC, campeonato britânico de carros de turismo e depois na GP Masters. Mas sempre da mesma forma que encantou a todos nos anos 1980 e 1990. Com muita garra e sempre com todo espírito de luta e gana para vencer, mesmo sem o melhor equipamento, era certeza de show. Por isso era adorado pelos italianos, por seu estilo feroz. Daí, a origem do apelido "il Leone".

Um grande abraço e até a próxima.

terça-feira, novembro 07, 2006




Bem,

depois da belezura abaixo, apresento uma sequencia da Trek... Uma sequencia meio mostruosa mas que aliou velocidade, constância e beleza... mas com preços nem taão menores.. seguem nas fotos dois modelos:

Maiores informações em: http://www.trekbikes.com.br/

Madone SSL 5.9. Esta é constituida em carbono:




Equinox 11, em parceira coma Shimano com construção baseada em Titânio:




Só pra variar um pouco...

este é um dos sonhos de consumo do escriba aqui.. Uma Bianchi 928 Carbon SL. Esta belezura é super leve e essencial para vencer competições de longa duração aliando velocidade e resistência em uma excelente estrutura e desenho. Além de ser linda e e leve (construida em fibra de carbono e alumínio). O preço desta belezinha no varejo americano ? US$ 9.799,99.

Segue uma foto para que os amantes, assim como eu, literalmente babem... e sonhem...
Estava vendo alguns sites antigos no final da minha hora de almoço e lembrei o site do Peter Burk, que era um fotografo de muito talento. O Pete criou o site www.speeddcenter.com e lá, com certeza, estavam armazenadas as melhoress fotos das temporadas da CART. Uma pena que as questões econômicas e familiares afastaram-no, assim como o seu site, do circuito regular.

Segue abaixo uma pequena lembraça de fotos registrando a derradeira etapa brasileira aqui no Rio. Pete era um apaixonado pelo Rio e sempre chegava antes para poder curtir a cidade e suas belezas !!!

Um forte abraço.


Pessoal,

desculpem o tempo sem atualizar este blog... Pura falta de tempo mas vou tentar e policiar melhor o tempo para estar sempre Up to date. Esta charge, retirada do Site GrandePremio mostra um fato bem engraçado que não tive como não publicá-la. Explica-se, nesta aventura inicial, o colombiano Juan Montoya está sendo patrocinado pela Danone utilizando a marca Activia, conhecido por regular a flora intestinal.

Um abraço, fiquem com Deus e até a próxima.


sábado, novembro 04, 2006

Pois é...


Uma semana de correrias... Tristezas.. Vitórias, conquistas e algo mais. Deus tem falado muito ao meu coração sobre várias coisas que estarei compartilhando com vcs. Nunca tinha visto isso... São planos futuros a médio e longo prazo, que se Ele quiser, estarão tornando-se realidade. Mas uma coisa é verdadeira... sei que vai ser um sucesso !!!

Um grand abraço
Escrever sobre os 7 anos de falecimento do Greg, com certeza, foi uma das coisas mais dificeis que fiz pois tive de escrever uma linha e viajar no tempo por alguns momentos. Foi duro... Como sempre disse para aqueles que conheceram ou não...

Falar do Greg é mto fácil. o Mais dificil é administrar esta saudade !!!!
Olá pessoal, muitas coisas aconteceram no dia 31 de outubro, que me deixou bem intrigado de como o ser humano pode se tornar em relação a certas circunstâncias, mas como Deus pode e faz maravilhas em nossas vidas. Foi o que realmente valeu a pena neste momento e sempre. Essa a coluna, especificamente, é algo que foi e está sendo bem difícil de escrever. Quero falar pouco sobre o dia 31 de outubro de 1999 e muito sobre as realizações de um projeto póstumo e de um legado e a saudade grande em todos que ele deixou. Falar do Greg e suas qualidades e defeitos é algo muito, mas muito simples e fácil. Duro é administrar esta saudade que os amigos e a família – Moore e da Cart – sentem. Ah, isso é muito duro! Biografias e histórias sobre aquele dia estão em todos os cantos da Internet, mas aqui vou escrever um breve relato dos meus últimos contatos com ele o que já foi feito depois de seu falecimento na pista de Fontana.


A família Moore, num ato de desprendimento e grandeza criou a Greg Moore Foundation. Esta é uma entidade especificamente atuante com foco em crianças carentes no oeste do Canadá e Estados Unidos. Os “chicanos” (mexicanos e outros latinos que tentam a imigração ilegal para os Estados Unidos) recebem atenção e suporte financeiro, psicológico e espiritual, pois a família é evangélica e tem em Deus a sua força, principalmente para superar a perda do Greg. Quando encontrei com Mr. Moore (Rick) aqui no Rio, ficou evidente a emoção que me causou – cheguei a travar as pernas -, pois a superação e a manutenção do amor e fascínio pela velocidade e pelo trabalho da Cart Charity (uma entidade da antiga Cart que tratava de angariar fundos para caridade em alguns países, inclusive no Brasil). O que mais me chamou a atenção nisso tudo é que, tirando a comunidade da Cart (pilotos, equipes, patrocinadores e parceiros) e as comunidades beneficiadas, a divulgação sobre o que era arrecadado nos leilões era pouca ou quase nenhuma, pois não era interessante para ninguém ganhar em publicidade sobre a “desgraça” dos outros. Os incêndios de San Bernardino, onde fica o autódromo de Fontana (Califórnia Speedway), recebeu um suporte financeiro da Cart e isso foi divulgado, pois nesta época já se tratava da falência da empresa e uma propaganda positiva era importante.


A minha grande crítica póstuma é que, como ele já estava sob contrato da Marlboro Team Penske, não tinha chances naquele título e já havia sido liberado pelo Gerry Forsythe por razão de uma queda numa motoneta e lesionou os dedos da mão direita. Mas o seu comprometimento com a equipe que deixaria e a sua paixão pelo velocíssimo superspeedway da Califórnia falaram mais alto que o bom senso.

Infelizmente todos já sabem o final desta história. Lembro que em julho ele havia falado que a mudança para o time Penske estava acertada, mas que a divulgação seria feita apenas em setembro, pois a equipe estudava a possibilidade de um terceiro carro para Al Unser Jr., que é amigo de Roger Penske e tem uma grande história na equipe, o que acabou não acontecendo. Os agentes da Penske Racing chegaram a conversar com o Greg e com o Gil para não cometerem loucuras na pista, pois não tinham chances de conquistar o título e dentro de três semanas estariam trabalhando com três Reynards alugados da PPI e da Ganassi. Roberto Moreno, o "Super Sub" da temporada 1999 da Cart, estava de macacão e banco, pronto para correr. Enfim... Quando as coisas estão escritas que devem acontecer... Não há muito que falar ou pensar...


Sempre brinquei com as minhas amigas pelo tradicional "Halloween" (Dia das Bruxas), mas sempre me lembro daquela tarde triste de domingo quando a despedida de um querido amigo deixou um tremendo vazio. Ele sempre estará nos corações e nas lembranças de seus amigos, fãs, parceiros profissionais... O jantar de gala no dia seguinte a corrida – numa segunda-feira, aconteceu por desejo da família Moore, onde muitas homenagens e muita emoção cercaram aquele lugar. Os premiados da temporada, assim como os vencedores de outros prêmios tornaram-se insignificantes perto da homenagem linda que foi preparada. As lágrimas foram constantes e todos. Este acontecimento proporcionou o ingresso do Helinho Castro Neves na equipe e fiquei feliz com isso, pois era mais um grande cara ali dentro e a equipe criava uma forma meio brasileira, mas acredito que não era assim que o Hélio gostaria de ingressar na Penske.


A saudade é de quem fica, até o dia do reencontro. Gente como o Max Papis, Dario, Tony e Al Jr., assim como membros e colaboradores das equipes, a maioria anônima para o grande público, e me coloco neste time, sentimos uma dor cortante. Como disse, não estava lá, mas ver as bandeiras ficarem a meio mastro no meio da prova foi à certeza de que ele não sobreviveu aquele acidente terrível.


Considerações que podem ser feitas após o falecimento dele: a segurança melhorou muito depois deste trágico dia, os fabricantes de chassis foram obrigados a reforçar ainda mais a célula de sobrevivência. Não é a garantia total, pois este é um esporte muito perigoso e estes caras sabem o que fazem e conhecem os riscos.


Esta coluna não poderia ser dedicada a ninguém mais que meu amigo querido e grande camarada. Escrevi ao som de Journey, uma das bandas preferidas dele. Fiquem com Deus e que todos sejam muito felizes.

Um grande abraço e até a próxima.

quarta-feira, novembro 01, 2006

Rubens Barrichello "luta" para mudar as coisas na Honda

F-1

Da Redação

O brasileiro Rubens Barrichello, da equipe Honda, que nesta terça-feira (31) participou de uma partida beneficente de futebol em prol das crianças da AACD, afirmou que está lutando para mudar sua escuderia para melhor na próxima temporada.

Depois de um Mundial 06 abaixo das suas expectativas (Barrichello somou 28 pontos contra 56 de seu companheiro Jenson Button), o piloto acredita que o próximo campeonato será bem diferente. A partir de agora, Rubens acha que será mais ouvido dentro do time.

"Aqui, nós fazemos muito em Relações Públicas e penso que muito pouco no que se refere a pilotagem", afirmou Barrichello para a revista italiana Autosprint. O brasileiro refere-se ao desenvolvimento do modelo RA06 durante a temporada.

"Estou lutando para mudar essa situação", continuou Rubens Barrichello. "Neste campeonato, eu perdi muito tempo precioso que poderia ser usado para eu guiar o Honda", explicou. "Você não pode chegar e simplesmente impor sua vontade", disse.

"Na minha opinião, no próximo ano será melhor", concluiu.



JÁ COMEÇOU A CHORADEIRA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!