espero que este encontre-os bem. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo em um momento quase que unico na minha vida. Mas prefiro deixar isso de lado. Ao acordar neste domingo e assistir a corrida da Stock, ou aquilo que a Globo transmitiu, me dei conta de uma pequena questão... Esta seria a penultima corrida naquele lendário e inesquecivel lugar ? A ultima será a estreia da F-Future e trofeu Linea, que por acaso terá o seu inicio num lugar que se despede das atividades. Colunas, Noticias, Tecnologia, Pitadas de Polêmica, Cultura, religião, Automobilismo, Bike, Trekking e Jogging... Um pouco do Hyder !!!
domingo, maio 23, 2010
Jacarepaguá - R.I.P.
espero que este encontre-os bem. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo em um momento quase que unico na minha vida. Mas prefiro deixar isso de lado. Ao acordar neste domingo e assistir a corrida da Stock, ou aquilo que a Globo transmitiu, me dei conta de uma pequena questão... Esta seria a penultima corrida naquele lendário e inesquecivel lugar ? A ultima será a estreia da F-Future e trofeu Linea, que por acaso terá o seu inicio num lugar que se despede das atividades. quarta-feira, maio 12, 2010
Coluna ChampCar Brasil
terça-feira, 11 de maio de 2010
Coluna do Hyder - Fabio "Hyder" Azevedo
Reencontro no VeloparkEstamos no mês de maio e os preparativos para a corrida mais clássica do automobilismo mundial, as 500 milhas de Indianápolis, estão a todo vapor. Uma prova onde os pilotos são expostos a altíssimas velocidades por mais três horas. Desta vez, ao invés de celebramos os campeões que todos conhecem, no qual podemos apreciar suas histórias em diversos sites, inclusive neste champcarbrasil.blogspot.com, gostaria de falar sobre um piloto que em sua estréia em Indianápolis, fez uma corrida marcante, chegando em segundo lugar, e caso tivéssemos mais algumas voltas ele teria vencido.
Era 1995. A equipe, a Walker, o piloto, Christian Fittipaldi. Com três temporadas na Fórmula 1, sempre defendendo equipes pequenas, Christian decidiu dar novos rumos a sua carreia, e segundos suas palavras, foi a decisão acertada. Foi bom descobrir que o automobilismo não se resumia as politicagens e aos jogos de interesse europeus. Na América ele era feliz e não demorou a fazer amigos entre os pilotos além do que poderia vencer mesmo não estando numa das principais equipes da Fórmula Indy.
Na sua primeira temporada ele não estava entre as prioridades da Walker, totalmente concentrada na estrela emergente Robby Gordon, piloto habilidoso que contava com um orçamento maior, detinha um bom salário e com e com muito mais experiência nos ovais que o jovem brasileiro de 24 anos. Seu carro e sua estrutura de mecânicos e engenheiro foram montados de acordo com os patrocínios que havia trazido do Brasil. O sobrenome famoso ajudou neste ponto, entretanto já tinha um histórico dentro das pistas o ajudou bastante.
Foi em Indianápolis, 28 de maio, que os norte-americanos apreciaram o que os europeus não puderam ver. Sem nunca ter tido uma oportunidade para demonstrar sua capacidade na Fórmula 1, por correr nas limitadas Minardi e Arrows, Christian já brilhava em suas primeiras aparições na Cart. Ele surpreendeu os especialistas ao aliar um estilo brilhantemente estrategista e cerebral na maior corrida estadunidense, fugindo de confusões, fazendo com que seu Reynard Ford XB andasse nas últimas voltas na mesma toada do líder Jacques Villeneuve, da extinta Forsythe Green que utilizava o mesmo equipamento, porém com mais desenvolvimento. No fim o canadense, que também seria o campeão da temporada, conquistou com todos os méritos a corrida.
Mais tarde, Villeneuve confessou que se tivessem mais algumas voltas teria sido impossível segurar Christian, que vinha num ritmo alucinado. Os membros da Walker, seus patrocinadores e os brasileiros ficaram muito orgulhosos, pois mesmo não ganhando, lutou muito contra um carro ruim, fazendo-o com garra e determinação. Numa transmissão mais uma vez brilhante do SBT Téo José colocou ao vivo, para todo o Brasil, Emerson Fittipaldi, direto da cabine da TV, conversando com Christian a bordo de seu carro... Algo inesquecível.
Essa edição também foi aquela em que a Penske, utilizando chassis emprestados por Bobby Rahal com motores Mercedes, não classificou Al Unser Jr. e Emerson Fittipaldi, logo eles, vendedores das duas corridas anteriores. Roger Penske assumiu para si, cabisbaixo, a responsabilidade daquele enorme fracasso. A equipe só retornaria ao Indianapolis Motor Speedway em 2001, em virtude da guerra Cart x IRL.
Durante os treinos ele estava com o semblante fechado e compenetrado buscando os ajustes do seu carro. Com o fim das atividades, apareceu um sorrido no seu rosto, de um sujeito que vive um grande momento em sua vida pessoal, depois de passar por situações ruins. Quando estamos bem com nós mesmos, certas coisas que nos aborreciam antes deixam de influenciar negativamente. Não é um péssimo resultado que nos fará melhores ou piores que os demais.
Nas temporadas seguintes na Indy, ele não brilhou como merecia, cometeu alguns erros de avaliação, entretanto nunca se deixou abater por isso. Correr em Fontana e Michigan, a mais de 400 km/h, com diversos parafusos e pinos nas pernas, não é uma sensação das mais confortáveis. Utilizar um equipamento inferior – como era o chassi Swift – e ser taxado como péssimo piloto era duro de escutar. Guardo uma admiração profunda por esse paulistano nascido em 18 de janeiro de 1971. Por ele e sua maravilhosa família. Pena que a nunca tenha corrido na Penske como seu tio Emerson - exceto no famoso Goodwood Festival of Speed.
Conversando com ele percebi que seus objetivos de vida mudaram. Agora ele encara o automobilismo de maneira diferente, longe de ser sua prioridade. Mesmo ainda sendo um grande profissional da velocidade, notadamente nos protótipos e carros de turismo, hoje consegue curtir muito mais as corridas do que antigamente. Nisso ficamos parecidos, pois há tempos deixei as corridas de lado, e como o Christian, eu estou muito mais feliz com minha nova vida.
Um grande abraço e fiquem com Deus.
Chuva
Caindo uma chuva "federal" aqui na Republica Riograndense. O interessante de tudo que amanhã para a chuva e começa a queda nas temperaturas. Esperando o momento para sair e almoçar. Mas... Falando mais objetivamente... Fui !!!
segunda-feira, maio 10, 2010
Semana começando...
quarta-feira, maio 05, 2010
Coluna ChampCar Brasil
Depois da gélida passagem pelo Alabama, chegamos a "Monte Carlo do Oeste", O GP de Long Beach, evento que já foi sede de diversas categorias, como a Fórmula 1 nos anos 1970 e 1980; da saudosa Cart; os protótipos da IMSA, Grand-AM, e atualmente a ALMS; e atualmente a Indy sob o comando da IRL, é um lugar muito bonito, palco desde 1975 da corrida de rua mais tradicional da América. Nessa pista o Brasil venceu somente duas vezes. A primeira, ainda na Fórmula 1, com Nélson Piquet, em 1980. A última, vinte anos depois, foi de Hélio Castro Neves num daqueles habituais passeios dominicais que “os meninos do Roger” costumam fazer nessa região litorânea próxima a Los Angeles.
Outros brasileiros estiveram próximos da vitória em diversas ocasiões. Uma corrida em especial me fora marcante. Em 1998, Gil de Ferran e Hélio Castro Neves (pilotos das equipes Walker e Bettenhausen) travariam um belo duelo. Uma pena que Gil, então o líder até a 80ª volta, teve problema na caixa de câmbio e abandonou a prova. O então estreante Helinho quase conseguiu sua primeira vitória na categoria. Infelizmente, um erro a 15 voltas do fim, bateu contra uma barreira de pneus, acabou com as suas pretensões na corrida. Terminou em nono.
Não tem como falar desta etapa na doce Califórnia sem citar o grande Al Unser Jr. Enquanto o inesquecível Ayrton Senna era chamado de Rei de Mônaco - graças as suas seis conquistas no traçado monegasco, sendo cinco consecutivas - o norte-americano deixou sua marca em Long Beach também por seis vezes. Não me esqueço prova de 1992. Al Jr. buscava seu pentacampeonato (ele venceu todas ali desde 1988). Porém, seu companheiro na Galles Kraco, e campeão da Indy, Danny Sullivan tinha outros planos. Nas voltas finais ele conseguiu domar o rival. Mesmo com chassi Galmer sendo muito ruim, o talento desses dois pilotos aliado ao potente motor Chevy e ainda contando com a excelente estratégia montada por Rick Galles, acabaria por fazer toda diferença.
Considero esse como um dos seus grandes momentos na carreira do Danny, ainda mais após sua saída da Penske em 1990, e da fracassada passagem pela equipe Patrick com motor Alfa Romeo na temporada seguinte. Escrevi anteriormente que este propulsor italiano fazia parte originalmente de um projeto da Ferrari para a Indy. Depois a equipe vermelha desistiu do projeto e, para não perder o dinheiro investido, entregou toda a estrutura desenvolvida para a Alfa, que desde o final de 1986 era uma subsidiária da Fiat, dona também da Ferrari. Foi uma decisão sábia, pois tanto o carro quanto o motor se mostraram um tremendo fracasso nos testes e mesmo a compra dos chassis March em 1990, e Lola em 1991, não resolveu a situação da equipe comandada por Pat Patrick e assim a imagem da Ferrari ficaria extremamente arranhada.
Finalmente, não posso deixar de fora a última corrida da história da Champ Car World Series, que teve um melancólico fim nesta pista, na única corrida disputada em 2008, depois de anos de agonia e avassaladora queda de qualidade técnica, mesmo tendo um carro muito moderno. Entretanto a categoria já não tinha mais o combustível financeiro de outrora. O Will Power, por justiça, deveria ser declarado o campeão daquele ano, independente de ter sido uma etapa apenas.
Em relação aos protótipos, confesso não ter assistido toda a corrida da ALMS no sábado anterior a corrida da Fórmula Indy. Até que foi uma prova curta, durando cerca de 1h45min, bem mais rápida que às longas 12 Horas de Sebring por exemplo. Gostei de ver o Simon Pagenoud vencer em Long Beach e mostrar aos dirigentes da Indy que ele tem muito talento e deveria estar lá. O Gil de Ferran não estava errado ao buscá-lo para seu time da ALMS.Um dos pilotos mais bem-sucedidos nesse tipo de campeonato (antigamente chamado de IMSA - Campeonato Americano de Marcas) foi o paranaense Raul Boesel, único brasileiro campeão do Mundial da modalidade. Em 1991, ele saiu da Indy, após correr pela decadente Truesports, que tentava na ocasião desenvolver seu próprio chassi. Pilotando para Jaguar, Raul travou grandes duelos com Perry McCarthy, Marc Surer e principalmente o temido Drake Olson dentre tantos veteranos talentosos.
Esse é o ramo do automobilismo com o maior potencial de crescimento nos próximos anos. Principalmente os norte-americanos possuem a cultura de acompanhar de perto esse tipo de corrida graças Nascar que geralmente é disputada em corridas que passam fácil das 3 horas de duração. É um cenário bem diferente do que ocorre aqui no Brasil, onde as corridas não ultrapassam os 45 minutos, em virtude dos interesses dos nossos canais de televisão, mais preocupados em exibir novelas e programas de fofoca.
Um abraço e fiquem com Deus.
terça-feira, maio 04, 2010
Texto do Victor Martins
domingo, abril 25, 2010
25 de abril de 1944
Minha mãe, junto do meu pai, foi e é uma tremenda base fisica, psicologica e espiritual pra mim... Uma referência de correção, carater, honestidade e, principalmente determinação, garra, perfeccionismo e amor a Deus... Este último supera qualquer outro sentimento. Fácil fácil.quarta-feira, abril 21, 2010
Brasilia 50 anos
bom dia e bom feriado para os que assim podem. Depois de tantos e tantos escândalos, chegamos a mais um feriado e o país para. Tiradentes, aniversário de Brasilia... Vamos a eles:
Já li várias teses que Tiradentes não foi herói coisa alguma. Fizeram dele um "herói" que na verdade não é e nunca foi. Dados até sobre a barba dele são considerados falsos por diversos historiadores. Mas... como não podemos provar totalmente... Que assim seja.
Quanto a nossa capital federal. Se fosse nascido naquela epoca, seria totalmente contra como sou hoje em dia. Até hoje pagamos uma conta pesada pelos devaneios de JK. Levar a capital de uma região maritima e mundialmente conhecida para um lugar no meio do nada... sei não... parece que os caras não queriam que o povão soubesse de tudo que poderia rolar por aquelas bandas. Garfaram o Rio de Janeiro, mais uma vez, de forma covarde e invejosa. Para diversos amigos que são do exterior, eles dizem que acham que a nossa capital é o Rio de Janeiro.
Além da conta sobre a construção, nem é preciso dizer sobre outras coisas como os Arruda e os Paulo Octávios da vida... O mais estranho é que estar num centro de midia e comunicação, com grande destaque mundial, como era e sempre será o Rio de janeiro, poderia causar transtornos para aqueles mequetrefes e suas reais intenções. Porem parece que nunca imaginariam que um dia a comunicação seria quase instantânea e que logo saberiamos de tudo. Falam muito de JK como grande estadista e tudo mais, porem poderiam falar desta continha que ele deixou nas nossas mãos. Morei em Brasilia por dois anos e logo depois em Anapolis (GO), então posso falar com propriedade do lugar. Muitas coisas acontecem em Brasilia que normalmente não sabemos pois existem diversas leis que restrigem certos fatos no planalto central.
Enfim, não vejo o que comemorar... até porque estou de plantão... No EUA não tem este feriado lá e logo assim, estou trabalhando... faz parte !!!
Um grande abraço e fiquem com Deus
quinta-feira, abril 15, 2010
Mantenham as tradições - Coluna ChampCar Brasil
O ano está passando mais rápido que esperado. É incrível ver que estamos rumando para segunda quinzena de abril e a chegada de maio é o grande desejo dos fãs. A Indy (para mim, continua como IRL, pois a Indy original foi "morta" no final de 1995 e o seu assassino está solto por aí) está chegando a Indianápolis em algumas semanas. Muitos pilotos estão se movimentando para tentar chegar as 500 milhas, algo que não me agrada muito, já que a maioria é somente corredores, não verdadeiros concorrentes ao título.
O Graham Rahal está entre os que buscam uma oportunidade sendo que a questão financeira é o grande obstáculo ao seu objetivo. É possível até uma zebra e ele vencer a tradicional corrida de Indiana, pois esta é uma prova diferenciada, apesar disso ele não terá equipamento suficiente para lutar pelo cobiçado troféu. O que deve estar passando em sua mente é disputar todo o campeonato.
Outro piloto que passa pela mesma situação é Paul Tracy. Mesmo não concordando com algumas opiniões e atitudes dele, contudo, não há como negar que se trata de um vitorioso, um campeão. Parece ser uma espécie de discriminação por ele ser um cara autêntico. Em algumas ocasiões, falar o que pensa pode ser um tanto complexo, entretanto admiro pessoas assim, já que também costumo agir da mesma forma, sempre que possível. Às vezes o silêncio é uma das grandes estratégias de um profissional. Não é sempre que se conhece a idoneidade da pessoa que está do outro lado com o bloco e um gravador em punho. Hoje vejo ocorrerem situações que me entristecem em demasia.
No fim dos anos 1980 e começo dos 1990, quando esse colunista era somente um adolescente com 14 anos, o calendário da Indy Car World Series tinha sua primeira etapa sempre no tradicional oval de Phoenix, deixando os carros, logo em seguida, o deserto do Arizona rumo a Long Beach, na linda e ensolarada Califórnia. Nesse período do ano, entre o final de março e/ou início de abril, todas as atenções da mídia e torcida eram direcionadas para aquela prova praiana, que para muitos – eu entre esses -, tratava-se de um campeonato a parte. Eram tempos em que, com toda a justiça, Emerson Fittipaldi e muito raramente Raul Boesel, tinham seus passos acompanhados da mesma maneira que os nossos representantes na Fórmula 1.
A Indy 500 possui algumas tradições muito bacanas que eles fazem questão de preservar. O fato de o vencedor tomar leite no Círculo da Vitória, ritual que começou nos anos 1930 vem de um acordo entre as cooperativas de leite do estado de Indiana, um dos produtos mais importantes da economia local. O Troféu Borg-Warner, bancado por uma famosa fornecedora automotiva de Michigan, introduzido em 1936, é outro símbolo importante. Já a pomposa premiação, na faixa de alguns milhões de dólares, é bem real.
Existe também o desfile no dia anterior a prova com a presença de todos os pilotos. Temos ainda a foto oficial, com todos os 33 pilotos presentes, na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Muito interessante, é a confecção dos ingressos da prova com o rosto do vencedor do ano anterior, homenagem repetida por seis vezes até aqui. A classificação é um espetáculo quase tão importante quanto à corrida em si, ocorrendo à definição do pole position, também conhecido como Pole Day, sete dias antes da prova. A linha de tijolos, que marca a linha de chegada, é outra reverência aos homens e mulheres que desafiaram uma pista voraz, arriscando suas vidas pela vitória.
Considero aqueles pilotos antigos verdadeiros astros, numa época na qual frescuras como assessorias de imprensa, empresários, massagistas e preparadores físicos eram exclusividade das estrelas de cinema. Eram tempos em que os pilotos muitas vezes metiam a mão na graxa para fazer os reparos e ajustes nos seus carros. O prêmio não chegava aos valores de agora, mas com certeza, para algumas dessas legendas, terem seus rostos imortalizados no Borg-Warner valia mais que todo o dinheiro do mundo.
Infelizmente, para este ano, parte dessa tradição quase centenária vai ser destruída. Em 2010, teremos apenas 18 dias de atividades, com mês de maio não mais exclusivo para as 500 milhas de Indianápolis, pois teremos o GP do Kansas logo na primeira semana do mês. Sei que os tempos são outros, porém não concordo em retalhar a programação da prova mais rentável da categoria. Ainda mais se levarmos em conta que somente poucas corridas da temporada regular dão lucro. Tanto é verdade que, quando o campeonato chamado Indy 500 se encerrar após 200 voltas do dia 30 de maio, veremos diversos pilotos e equipes com sérias dificuldades orçamentárias para concluir o restante do ano. Tem sido assim desde a cisão em 1995.
Um abraço e fiquem com Deus.
terça-feira, abril 13, 2010
sexta-feira, abril 02, 2010
Á Ele, toda honra e glória
sou muito reservado no que diz respeito a minha opção religiosoa pois gosto do meu espaço
e odeio quando vem me empurrar algo na qual não acredito como tantas crenças estapafúrdias e diversos pilantras que aparecem dizendo que fazem isso ou aquilo... assim sendo gosto de ter o meu espaço e a minha fé... Mas estes últimos dias têm sido de júbilo e vitórias... Não gosto de fanatismo ou coisas assim mas confesso que não consigo me controlar... Estou estasiado... Deus tem feito coisas maravilhosas na minha vida há pelo menos quase 34 anos e nem sempre percebi como e porque... Mas tenho sentido algo mais forte... Nunca neguei que fui criado dentro de um lar onde o evangelho de Deus é uma base forte e que sou um pecador e coisa assim... e isso é uma confissão pública... já errei muito, já fiz coisas que hj não passam por minha cabeça e quero não mais errar !!! Deus é maravilhoso ao extremo e não há nada que possa citar isso como comparação... até porque Ele é unico !!! Esta é poca do ano serve para que uma frase seja dita por todo aquele que conhece o Sr Jesus... não deseje uma feliz páscoa.... Afirme, com todas as letras, que ELE RESSUSCITOU !!!! Um feliz feriado ã todos.
segunda-feira, março 29, 2010
Coluna ChampCar Brasil
Entre trancos e barrancos o GP do Brasil (São Paulo Indy 300) da Fórmula Indy foi muito divertido. Há tempos não tínhamos no Brasil uma cobertura televisiva como a vista nos dias de treinos e corrida na capital paulista. Existem várias coisas que devem ser melhoradas, mas a partir de agora, não existirá o fator tempo jogando contra a organização. A pista, por exemplo, tinha um desenho muito interessante. Infelizmente houve o deslize com relação à aderência da reta do sambódromo e é justamente esse aspecto que eu queria tecer maiores observações. A cidade de São Paulo teve uma grande habilidade para solucionar o problema. Eles foram rápidos quando era necessário ser e isso deixou os norte-americanos, conhecidos por serem excessivamente bitolados, de queixo caído.
A influência econômica e o poder político muitas vezes fizeram com que provas, mesmo não possuindo as condições mínimas técnicas e de calendário para serem executadas, fossem disputadas. Lembro certa vez, em Cleveland, onde o asfalto do Burke Lakefront Airport estava literalmente esfarelando em determinados trechos. Qual foi a decisão da Cart no meio da prova transmitida para 200 países? Remendo com cimento de secagem rápida. O Luciano do Valle e a turma da Bandeirantes não acreditavam quando viram aquilo. Então é bom deixar claro que ondulações existem em qualquer pista de rua no mundo inteiro em quantidades maiores ou menores. Isso ocorre inclusive em determinadas pistas fechadas, mas essa é pauta para outra coluna.
Outro episódio ocorreu em 2000, ano de renascimento da Penske. A prova de Nazareth seria a primeira do certame no "quintal" do Roger Penske. Aquela semana estava fria, entretanto havia um tempo limpo e um discreto sol, dando um chame aquele lugar não tão atrativo assim já que o grande interesse para a Penske e os outros times era a proximidade daquele acanhado oval em relação à Nova Iorque e as sedes de grandes empresas investidoras na Cart. Os treinos e as outras atividades transcorriam normalmente. A pressão por uma vitória por parte da Marlboro sobre Roger era grande, pois a última conquista havia sido no distante ano de 1997. Mas um fator mudaria todo este cenário. Na madrugada do domingo, uma tremenda nevasca fora de época chegou e tornou impraticável qualquer atividade de pista. Enquanto os times e a organização desmontavam e transportava toda a estrutura os pilotos faziam bonecos e guerra de neve para alegria dos fotógrafos. Dificilmente vamos ver algo parecido na Fórmula 1.
Fosse qualquer outra, exceto as 500 milhas de Indianápolis, a corrida de Nazareth teria sido cancelada e o seguro acionado para cobrir as despesas, os ingressos devolvidos e ficaria uma tremenda mancha na reputação daquela comunidade (lembram do Texas?). Mas como se tratava da pista predileta da Penske Motorsports (ainda por cima sede da organização e antiga casa da Penske Racing), que ficava vizinha a cidade, Roger pressionou a Cart e os outros chefes de equipe sobre a importância financeira de se realizar a corrida. Remarcou-se para a semana posterior a etapa do Rio de Janeiro.
Valeu à pena, pois tivemos um dia histórico. Gil de Ferran levou a turma de Reading a sua 100ª vitória em corridas da Indy. Para nós brasileiros a alegria foi ainda maior já que Maurício "Big Mo" Gugelmin chegou em terceiro. Ferran chutou a urucubaca para longe e vencendo, mostrou a todos que aquele ano seria da Marlboro Team Penske e desse talentoso franco-brasileiro.
A força de Roger Penske apareceu outra vez no caso da migração da equipe para IRL. Por conta de sua decisão, as rivais Ganassi e Green (atual Andretti Autosport), parte dos patrocinadores e a televisão que transmitia a Cart seguiram os seus passos. Seu motivo principal foi ser contra a entrada do fundo de investimento ISL na categoria. O tempo mostrou que Roger estava correto em sua linha de pensamento.
Não que o Capitão seja infalível. Muito pelo contrário. Um dos seus mais famosos erros de avaliação ocorreu no Bump Day da Indy 500 de 1995 e ele até hoje se cobra por isso. Apostar em Alex Baron e Tarso Marques foi também duas escolhas grotescas. Para finalizar, a teimosia de manter o desenvolvimento de um projeto lindo, porém fracassado, como eram os modelos PC27 e PC28, mostram que pessoas obstinadas também têm seus dias ruins.
Mesmo nas vacas magras, homens como Roger Penske continuam sendo admiráveis, verdadeiros mitos vivos. É para ele que dedico essa coluna.
Um grande abraço e fiquem com Deus.
sábado, março 20, 2010
Ayrton 50 anos... saudades... e coisas mais !!!
Aquele video em que e visto observando o carro da Williams dentro do box era algo super natural e ele fazia sempre... Vamos lembrar do herói dentro e fora das pistas. mas sem este papo de endeusamento e coisas assim... Ele mesmo nao aceitaria esta pataquice.Saudade é uma coisa estranha pois muitas vezes somente percebemos isso quando realmente perdemos alguém que consideramos especial. Pode ser o pai, mae, amigos, animal, um amor... e algo estranho. Ja senti saudades de muitas coisas que hoje nao passam de meras lembranças sem importancia e as vezes me pego lembrando de coisas que, por mais tempo que se tenha passado, ainda dói muito e parece que esta perda ocorreu ontem. Minha cadela rottweiller Diana morreu há 3 anos e as vezes me vej
o lembrando dela e de seu companheirismo. Sinto tb falta de meus pais, do Rio de Janeiro e diversos amigos queridos que es
tao em diversos lugares no país e no mundo... mas também sou feliz com as coisas que estao ocorrendo nestes ultimos 36 meses. Coisas de carater pessoal, profissional, afetivo... em breve falarei mais sobre isso. Morar no Rio Grande do Sul trouxe coisas muito positivas em minha vida e tem sido neste tempo que tenho vivido.Uma vez uma amiga francesa me disse que uma das palavras mais bonitas que achava na l
ingua portuguesa era SAUDADE. Achei estranho pois saudade pode refletir uma coisa triste mas podemos lembrar de tantos momentos gratificantes em nossas vidas. Coisas de infancia e ate o encontro de um grande amor. Ate hoje tenho um ferrorama (XP200) que ganhei no natal de 1983. Era uma época dura mas as coisas haviam melhorado para minha familia e um garoto de 7 anos ganhar algo que tanto queria era demais. Até os dias atuais, conservo-o guardado nao apenas como um brinquedo.
mas uma deliciosa lembrança.Saudade é isso... e hj a saudade é do nosso campeao e para mim, de outras coisas também.
Grande abraço e fiquem com Deus.
sexta-feira, março 12, 2010
Rio de Janeiro, um país...
Confesso que ainda não vejo isso com bons olhos em sua totalidade uma vez que seria romantismo demais. mas creio que uma ameaça real, não uma ação vazia como ocorre no Rio Grande do Sul com seu fanatismo racista, pode provocar abalos na nação...
Mas ainda creio que o poder em Brasilia não permitirá esta barbárie contra o Estado...
Ibsen Pinheiro - Petroleo no Rio de Janeiro
oduzido por determinados estados deveriam ser fatiados entre os que NÃO produzem... Achei estranho a postura de um gaúcho falar em divisão quando estes são considerados os mais elitistas e egoistas. Confesso também que no fundo desta história, algo me orgulhou muito. O povo do Rio de Janeiro resolveu acordar e lutar pelo aquilo que é seu de direito. O território é nosso e o que nele existe também.Acho que já basta esta esculhambação ao Rio de Janeiro. Desde o "ilustre" JK que tanto nos prejudicou até ações recentes do atual governo, este Estado foi severamente projudicado e o fato em si que acharam que tal ação como este do citado deputado colorado - além de tudo o "ilustrissimo" politico é dirigente do Inter de Porto Alegre -pudesse soar que o Rio de Janeiro seria uma zona livre onde qualquer paspalho poderia fazer o que bem entender. Mesmo morando numa terra distante, fiquei muito feliz em ver a mobilização da politica local deixando de lado possíveis diferenças para que um velho ditado fosse, mais do que nunca, colocado em prática. A UNIÃO FAZ A FORÇA !!! E o povo do Rio de Janeiro está de parabéns !!!
Força Rio !!!!
Quando a grana esta curta - Champcar Brasil
Espero que os amigos leitores estejam gozando de boa saúde e bem motivados para esse ano que mal começou, pois sabemos que aqui no Brasil, a engrenagem só volta a girar após os festejos de carnaval. Muita coisa aconteceu no mercado da Indy nesse final de outono nos Estados Unidos e verão quente e chuvoso, em terras brasileiras. Estamos começando outra temporada, e neste ano, a abertura será no improvisado circuito do Anhembi Parque. Por motivos políticos e comerciais, foi necessário construir um circuito de rua.
Particularmente, adoro o pitlane desse tipo de circuito, por toda atmosfera envolvida e a proximidade que o público tem da ação na pista e o cenário que uma grande metrópole como São Paulo, com sua Selva de Pedra, nos apresenta. Ainda temos o grande desafio imposto aos pilotos que correrão no domingo sem praticamente conhecer o traçado. Teremos um grande evento, mas longe do impacto que representou o GP do Rio de Janeiro de 1999, considerado uma das melhores provas da história da antiga Cart. Essa façanha foi fruto de muito planejamento, que começou a ser realizado quando ainda faltavam mais de 100 dias para o começo do evento.
Na etapa paulistana, além dos problemas comuns a toda corrida realizada dentro de uma cidade, o local escolhido para sediar a prova recebeu o desfile das escolas de samba da cidade, encurtado ainda mais o já apertado cronograma de obras. Mesmo assim, acredito no talento de determinação dos envolvidos nessa empreitada, tanto quanto dos nossos pilotos que vão nos representar em São Paulo. Todos sabem que particularmente não irei torcer por piloto algum, mas por certa equipe sediada em Mooresville, na Carolina do Norte: o poderoso Team Penske.
Novamente eles vêm bastante motivados para levar o campeonato que não conquistam desde 2006 com Sam Hornish Jr. Porém eles não terão uma tarefa das mais fáceis. A dupla da Ganassi, que levou os últimos três campeonatos, e Tony Kanaan serão os competidores a serem batidos. Apesar de tantos ingredientes interessantes para termos belas disputas o grande assunto na Fórmula Indy não se encontrar no ambiente esportivo. O destaque é a grave crise financeira que se abate sobre a categoria.
O problema, que se acentuou no final de 2008, com a grande recessão da economia dos Estados Unidos, parece não ter solução de curto prazo. A conseqüência disto está bem visível na diminuição de patrocínios nos carros e na quantidade de placas publicitárias. No auge da saudosa Cart, os bólidos de uma equipe do nível da Newman Haas não tinham espaço suficiente na carenagem para estampar seus anunciantes, tamanho era a procura das empresas. Times como Ganassi, Green, Forsythe também eram mantidas por grandes marcas.
Agora a realidade é diferente. Diversas equipes tradicionais se viram obrigadas a fecharem as portas, enquanto as remanescentes lutam para sobreviver. Com isso temos cada vez mais a presença de pilotos com qualidade duvidosa, mas muito dinheiro, pilotando em equipes antes consideradas estruturadas. A exceção que confirma a regra é o tremendo esforço despedido por Penske, Ganassi e Andretti (com Tony Kanaan e Ryan Hunter-Reay) para manter suas estrelas, que sempre são assediadas pela Nascar.
Não foi por acaso que a Penske, a mais tradicional e vitoriosa equipe, depois de quase 20 anos, trocou as tradicionais cores vermelho e branco de seus carros, dando espaço a uma pintura onde predomina o preto e o branco. Isso aconteceu graças à saída do seu principal patrocinador, a Philip Morris, que desde 1990 estampava a marca do cigarro Marlboro na equipe.
Enquanto Hélio Castro Neves e Ryan Briscoe representam a Penske Racing, divisão encarregada das corridas de Indy, Will Power terá a seu dispor os mecânicos e engenheiros oriundos da Penske Motorsports, antigo programa do time na American Le Mans Series e Grand-Am. Os dois primeiros pilotos não possuem um grande patrocinador estampando os espaços deixados pela Philip Morris. No caso de Power, ele é apoiado pela Verizon Wireless, uma companhia de telecomunicações.
Para uma equipe tradicional como a de Roger Penske não ter o apoio de grandes marcas é um forte sinal da grandiosidade dessa crise. Minha esperança para o fim dessa época de trevas reside na mudança de comando no corpo dirigente da Indy. Sai à polêmica e excêntrica figura de Tony George para dar lugar a Randy Bernard, executivo de grande nome no mercado de entretenimento. Quanto mais profissionais competentes substituírem os membros da família Hulman nas decisões sobre os rumos da Indy Racing League melhor será. Eles demonstraram que não sabem administrar as questões relativas ao esporte.
Infelizmente tenho uma nota triste para concluir a coluna. A Fórmula Atlantic, categoria de base com 36 anos nas pistas dos Estados Unidos e Canadá, não será realizada em 2010. Uma pena que um grande campeonato, formador de talentos como Gilles Villeneuve, não possa cumprir sua função. Espero que seja somente um até breve. Mas, quando a grana está curta...
Quando a grana esta curta - Talento X Dinheiro
Faz duas semanas, durante os treinos da Fórmula Indy no Barber Motorsports Park, o veterano canadense Paul Tracy deu declarações polêmicas sobre a situação dos pilotos da América do Norte no campeonato, que cada vez mais utiliza estrangeiros cheios de dólares em detrimento aos pilotos locais. O desabafo do piloto e sua frustração por não estar presente em todas as provas desse ano, também são compartilhados outros representantes locais, que tem poucas chances no atual cenário da Indy.
Nesses tempos de crise financeira norte-americana, o dinheiro fala ainda mais alto, sendo esse sempre é o principal aspecto para se definir uma vaga numa equipe. Isso é um absurdo tremendo, pois o esporte perde seu foco – fazer um belo e emocionante espetáculo para o público -, deixando de contar com os melhores competidores e por consequência espantando patrocinadores e os fãs. Porém o automobilismo é uma atividade que requer grandes somas financeiras. Sem esse combustível a máquina para.
Há anos venho comentando - já não sou nenhum garoto que descobriu o automobilismo vendo Dan Clarke e Bruno Junqueira na pista - que o mercado dos Estados Unidos se fecham em torno da Nascar. Alí é um território quase que totalmente estadunidense. A Indy, desde 1985, quando Emerson Fittipaldi venceu as 500 milhas de Michigan, recebe grande quantidade de pilotos que buscava oportunidades fora da Fórmula 1 e Europa, buscando na América seu eldorado.
Faz anos que os Estados Unidos não formam pilotos de monoposto como deveria. Espera-se muito do Marco Andretti, mas parece que seu tempo está passando. Danica Patrick a não considero uma piloto de verdade. Vejo-a como um grande elemento de marketing, mas pilotar com aquele olhar guerreiro, ela não consegue. Falta capacidade. Ao menos abriu as portas para outras mulheres, como a nossa Bia Figueiredo e a Simona de Silvestro, terem uma oportunidade na profissão. Já o A.J. Allmendinger desistiu de ser piloto de Indy, preferindo andar no pelotão dos retardatários da Nascar. Graham Rahal ainda não tem assento para este ano, mas o que fez de tão grandioso em sua carreira?
E esse problema de falta de talento não ocorre somente no lado norte-americano. Temos alguns exemplos brasileiros, como os de Bruno Junqueira e Mário Morais, que correram até onde foi possível, porém chegou um momento que suas atuações "brilhantes", com meros lampejos de brilhantismo, não foram suficientes para a manutenção deles em alguma equipe. Carl Haas percebeu que Junqueira não pilotava no mesmo ritmo do Bourdais e do Servia. A vida que se segue, o pelotão continua a andar, assim como andou para Paul Tracy.
Tenho imensa admiração pelo Tracy por ter seguido o fluxo contrário dos dissidentes que migraram para a IRL e permaneceu na Cart, colocando em xeque sua reputação. Isso foi uma prova de que caráter é uma qualidade que poucos homens, como um Tracy, ainda possuem. Mesmo assim, não concordo com o desabafo dele sobre os pilotos locais estarem sendo colocados para fora por questões comerciais. Não é só isso. A questão técnica também influencia muito. Mas é verdade que um certame norte-americano, com empresas locais anunciando, não pode sobreviver sem os pilotos da terra. Este é o grande desafio proposto à nova administração da IRL.
domingo, maio 24, 2009
500 Milhas de Indianápolis
Salve pessoal,foi mto emção para apenas uma tarde. Confesso que assisti as três vezes que Helinho e o Team Penske cruzaram o Brikyard line em primeiro lugar mas esta tem uma emoção em especial já que há dois meses atrás todos o condenavam.... e a justiça americana inocentou-o de todas as acusações - não houve acordo entre as partes. Fou uma mega virada.
Todos sabem que não gosto mto das lucuções do Luciano do Valle mas hj ele foi mto bom... mesmo com diversos erros e falhas - creio que isso não mudará mais - ele me emocionou com uma expressão linda... "Cidadão Brasileiro", referindo-se ao Helinho... Foi demais....
Engraçado que há 20 anos assisti a minhas primeiras 500 Milhas completas. Tinha 12 anos e morava em Brasilia... Emmo ainda guiava para a Patrick e muitos destes ainda nem deveriam correr no Kart. Enfim... naquela época um carro Marlboro guiado por um brasileiro cruzou em primeiro... 20 anos depois o filme se repete. É uma glória para o Brasil, para nossa população. Devemos celebrar isso pois poucos são três vezes vencedores lá.
Apenas uma pergunta... o que o Emerson Fittipaldi deve estar pensando ????
Sobre Mônaco, até achei que teriamos mais emoção mas parece que a F1 está carente de algo que está cheio em Indy.... Duas partes da tríplice coroa já foram completas, resta agora as famosas 24 horas.
abs, boa semana e fiquem com Deus.
sábado, maio 16, 2009
Frio...
Pois é... Pouco mais de 180 dias !!!
Abs
Anjos e Demonios e automobilismo de classe A
estava numa tremenda correria - como sempre. Enfim, ontem fui a estréia de Anjos e Demônios... Como qq filme baseado em livros ocorreram muitos cortes e alguns personagens-chave não estiveram presentes mas confesso que a história foi fantástica. Com certeza foi um dos melhores livros que já li. E lembro bem que lia esta bela obra enquanto o mundo acompanhava o conclave que promoveria o cardeal Josef Ratzinger ao posto mais alto do catolicismo romano.
Enfim... foi uma leitura deliciosa e este filme me fez lembrar de que a complexidade do enredo fez com que chegasse a diversas conclusões antes do fim mas que no final mesmo, a história guardava diversos segredos.
No próximo final de semana a tríplice coroa do automobilismo mundial tem duas das três pernas. Na parte da manhã, o tradicional GP de Mônaco de F1 e a tarde, as 500 milhas de Indianápolis. Será um domingo de muita emoção.
É isso !!! Grande abraço.
sexta-feira, maio 01, 2009
15 anos de saudades....
Salve pessoas,
Bom feriado antes de tudo. Enfim... Há 15 anos, o grande herói brasileiro foi embora de forma tão dura e rápida que nem deu pra dizer adeus... Um cara que era o filho, genro, irmão que todos gostariam de ter pela sua obstinação e carisma... Sei lá... Confesso que estes 15 anos passaram de forma muito estranha.
Lembro disso, pois estava recém chegando de volta ao Rio de Janeiro depois de dois anos vivendo no centro-oeste brasileiro (Morava em Goiás) e arrumava ainda o novo apartamento... Enfim, era o GP de Imola, uma pista que favorecia o carro da Williams já que o Adrian Newey sempre foi de fazer carros revolucionários e depois de alguns anos os carros estavam “limpos” já que conceitos como suspensão ativa não estariam presentes em 1994.
Era um ano para ser mão especial... Dois tetra-campeonatos mundiais em disputa (Futebol e F1) de duas paixões do brasileiro. Lembro até hj de determinados horários. As 09H22 (Hora de Brasília) ele bateu, chegou ao Hospital Maggiore e as 13H41 a Dra. Maria Tereza Fiandri anunciou algo que não queríamos ouvir. Ratzenberger havia morrido na pista e o anuncio daquele falecimento cancelaria na hora a prova. Com o acidente de Rubens Barrichello já seria um sinal e que algo estranho estava no ar. A pancada entre JJ Letho, Pedro Lamy e Nicola Larini já deixou algo de estranho... A demora do atendimento de pista e a pressa depois para por o corpo no helicóptero. Olha... Eu ficaria aqui escrevendo as minhas indignações, pois tinha muita vontade de escrever algo assim há pelo menos uns 14 anos. Como um dia o mestre Edgard de Mello Filho disse, falar do Ayrton era muito fácil. O duro é administrar a saudade.
Só não acredito neste lance de que ele previu a morte ou coisa assim. A Globo foi muito sensacionalista quando focou no campeão olhando, de forma perdida, para o carro. Ele sempre fez isso e nunca ninguém falou nada. Soube que havia problemas de família em relação a sua namorada à época, Adriane Galisteu, mas nisso eu não me meto.
Fica aqui uma pequena homenagem entre tantas que muito estão postando por aí. Uma amiga francesa me disse uma vez que a palavra da lingua portuguesa mais bonita que já ouviu era simplesmente uma das quais não gostamos... Saudade. Fica, então, a saudade e as lembranças não só do piloto Ayrton Senna, mas do brasileiro e do “amigo” de cada final de semana de grande prêmio, das madrugadas felizes... Enfim... É isso.
Abs
domingo, abril 19, 2009
Team Hoyt
eu já escrevi aqui no Blog sobre este exemplo de familia, algo maravilhoso que só o amor e a perseverança pode fazer com que o sonho torne-se realidade. A história desta familia é algo fantastico e me deixa realmente emocionado já que isso é, antes de tudo, perseverança e a mostra que qdo quer, o limite para o ser humano é apenas o proximo passo a ser batido.
http://www.youtube.com/watch?v=flRvsO8m_KI
Fica esta mensagem de domingo... a vida não é um passo que deve ser bloqueado e sim um objetivo que Deus nos deu para que, cada dia mais, sejamos melhor do que ontem e prontos para amanhã !!! Uma otima e abençoada semana para todos nós !!!

Uma semana corrida e festiva...
Uma semana bombada no trabalho com muitas novidades agradaveis assim como uma otima noticia no final da sexta-feira. O Helinho foi liberado pela justiça estadunidense... ficou provado que não houve má índole no processo. Conheço a familia e sei que são gente descente !! Enfim, fiquei mto feliz em ver que a Penske já estava com tudo pronto para esperar o campeão... Demais mesmo.
Casamento de um casal de amigos mto divertido... sempre começamos sérios e formais e no final, estamos sempre no "bagaço" de tanta farra. Ao Tiago e Fernanda, os meus sinceros votos de felicidades e que Deus os abençoe !!! Acho que o próximo serei eu !!!!
Inicio de festa...
No final...
domingo, abril 12, 2009
Pais e filhos....
postei um video de homenagem aos meus pais... feito com muito coração.... Creio que vale a pena perder alguns minutos... É de coração !!!

Feliz Páscoa para todos !!!
Abs.
Fabio.
terça-feira, abril 07, 2009
85 anos da resposta histórica !!!!!

O engraçado é que os clubes que mais projudicaram o Vasco eram.. Bangú e America (estes nem podem ser considerados times pois estão em fase falimentar), Botafogo, Fliminense e Flamengo... agora olhem para a história destes clubes... só passaram a ser algo qdo seguiram o exemplo bravo do Gigante da Colina !!! Não importa a divisão, meu coração é e será sempre Vascão !!!!!
"Rio de Janeiro, 7 de Abril de 1924.
Ofício nr. 261
Exmo. Sr. Dr. Arnaldo Guinle
M.D. Presidente da Associação Metropolitana de Esportes Atléticos
As resoluções divulgadas hoje pela imprensa, tomadas em reunião de ontem pelos altos poderes da Associação a que V.Exa tão dignamente preside, colocam o Club de Regatas Vasco da Gama numa tal situação de inferioridade, que absolutamente não pode ser justificada nem pela deficiência do nosso campo, nem pela simplicidade da nossa sede, nem pela condição modesta de grande número dos nossos associados.
Os privilégios concedidos aos cinco clubes fundadores da AMEA e a forma por que será exercido o direito de discussão e voto, e feitas as futuras classificações, obrigam-nos a lavrar o nosso protesto contra as citadas resoluções.
Quanto à condição de eliminarmos doze (12) dos nossos jogadores das nossas equipes, resolve por unanimidade a diretoria do Club de Regatas Vasco da Gama não a dever aceitar, por não se conformar com o processo por que foi feita a investigação das posições sociais desses nossos consócios, investigações levadas a um tribunal onde não tiveram nem representação nem defesa.
Estamos certos que V.Exa. será o primeiro a reconhecer que seria um ato pouco digno da nossa parte sacrificar ao desejo de filiar-se à AMEA alguns dos que lutaram para que tivéssemos entre outras vitórias a do campeonato de futebol da cidade do Rio de Janeiro de 1923.
São esses doze jogadores jovens, quase todos brasileiros, no começo de sua carreira e o ato público que os pode macular nunca será praticado com a solidariedade dos que dirigem a casa que os acolheu, nem sob o pavilhão que eles, com tanta galhardia, cobriram de glórias.
Nestes termos, sentimos ter que comunicar a V.Exa. que desistimos de fazer parte da AMEA.
Queira V.Exa. aceitar os protestos de consideração e estima de quem tem a honra de se subscrever, de V.Exa. At. Vnr. Obrigado
(a) Dr. José Augusto Prestes
Presidente"
domingo, abril 05, 2009
Domingo...
vitoria do Button, bela materia do Regis Roesing no EE... tempo meio feio no RS.. sei lá... perdi a hora para dormir mas foi ótimo... Forget it about !!!
Anyway !!!! Um otimo e abençoado domingo.....
sábado, março 28, 2009
Acabou o jejum...
acabou o jejum, depois de tantos meses sem uma corridinha sequer, tivemos as celebradas 12 Horas de Sebring (Mobil 12) mas esperava algo um pouco diferente em relação aos Honda (Accura) já que na classificação deram um sow, graças ao Gil de Ferran mas no final das contas a Audi Joest e os leões franceses da Peugeot mostraram que sao imbativeis, ainda assim como motores a diesel...
A F1 chegou de forma surpreendente. Ver a falida Honda tornar-se a Brawn Racing (que não vire Virgen Team) dar um show de velocidade e deixar as sempre favoritas McLaren (que vexame) e a Ferrari bem longe deixou algo no ar... não precisa de tanta grana para se ter ucesso. basta ter capacidade !!!
Bem, num sabado de sol, vou para a aula e amanhã sigo mais uma viagem... faz parte (kkk)... e depois estarei de volta.
Abs
quarta-feira, março 18, 2009
723 dias...
pois é.. hj são dois anos ou 723 dias no Rio Grande do Sul... enfim... mto o que comemorar por diversas vitórias e conquistas, todas graças a Deus. A ELE, toda a honra e gloria... Estou cheio de trabalho no escritório e na faculdade mas ainda vou cumprir a minha promessa de ser mais presente !!!
Fiquem com Deus.
sábado, fevereiro 28, 2009
Parabéns Cidade Maravilhosa
Enfim, por mais que a mão humana tente chegar perto, nenhuma outra cidade tem este visual... Parabéns cidade maravilhosa.. Ops.. CIDADE MARAVILHOSA.

terça-feira, fevereiro 17, 2009
Romario e Kajuru
Indy 500
http://www.youtube.com/watch?v=yu8YwDgWxwA
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
Mohamed
O fim de Jacarepaguá
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
Automobilismo...
as temporadas automobilisticas no Brasil e no mundo estão "aquecendo" suas estruturas para as respectivas estréias. F1 está a todo vapor, a Grand-AM já começou com as 24 hs de Daytona - a Penske ter ido correr ali foi um sacrilégio - a ALMS com as 12 hs de Sebring entre outras. Especialmente li sobre a F3. Uma categoria com esta, que foi um celeiro de grandes talentos não pode estar tão esquecida. Parece que este ano três categorias estarão alinhando. A Fromula Universitária, a volta da Light (com carros do ano passado) e a F3 mesmo com equipamentos deste ano.
Outra coisa que vi tb é que este campeonato estava sendo evento de suporte de outras "coisas" como Renault, GT3, Stock, whatever... Esta situação de no país termos só a Truck e a Stcok está acabando com o esporte no país... td isso por causa de um canal televisivo único... advinhem quem é ???
terça-feira, fevereiro 10, 2009
Projeto Rio Olímpico 2016
estive no forte de Copacabana e fui visitar parte do projeto para trazer os jogos olimpicos para a Cidade Maravilhosa. Realmente, e com todo o respeito aos outros grandes centros neste país, o Rio apresenta algo que ninguém mais tem este "que" que apenas o carioca possui... O astral da cidade está ótimo e fiquei muito orgulhoso em ver como estão as coisas por aqui... seguem algumas imagens...


quarta-feira, outubro 10, 2007
Vejam isso....
-"Pode me mandar 12 salsichas e uma picanha, por favor." - Ele olhou e viu que havia uma nota de 50 reais na coleira também. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a picanha, colocou numa embalagem plástica e pôs na boca do cão que colocou a sacola no chão e começou a latir.-"Ah, sim. Ia me esquecendo... o troco". - O impressionado Seu João pegou o troco, colocou dentro da sacola plástica e como já era final de expediente decidiu por seguir o animal.
terça-feira, outubro 09, 2007
Vira-lata salva dono de ataque de pit bull

Cachorra adota gatinho em casa dos EUA
achei essa matéria demnais. Depois de tantos ataques de pit-bulls por aí, até mesmo no caso de que um vira-latas slavou seu dono, deficiente fisico da morte por um ataque deste tipo de animal, ver uma cena como essa, realmente é demais.

quarta-feira, outubro 03, 2007
Manual prático para homens: como usar o banheiro
Pensando no bem estar de seus leitores, o Circo tem o orgulho de apresentar o lançamento de seu primeiro livro. A Privada, o Banheiro e seus Mistérios é um manual voltado ao público masculino para o uso do cômodo que tanta dificuldade traz a boa parte dos homens.“Acredito que muitos homens não entendem as incríveis funcionalidades do vaso sanitário, visto a maneira como fazem seu uso. Ou como não usam”, afirmou Palhaço Coçadinha, responsável pela publicação. Os capítulos, vastamente ilustrados, tratam de todos os itens relativos ao complexo uso do sanitário, sempre em linguagem acessível, comprenssível para metrossexuais, ogros e para moluscos machos, como lulas.
Se teu mestre fosse um cão...
Quando alguém que você ama chega em casa, corra ao seu encontro.
Nunca perca uma oportunidade de ir passear de carro.
Permita-se experimentar o ar fresco do vento no seu rosto.
Mostre aos outros que estão invadindo o seu território.
Tire uma sonequinha no meio do dia e espreguice antes de levantar.
Corra, pule e brinque todos os dias.
Tente se dar bem com o próximo e deixe as pessoas te tocarem.
Não morda quando um simples rosnado resolve a situação.
Em dias quentes, pare e role na grama, beba bastante líquidose deite debaixo da sombra de uma árvore.
Quando você estiver feliz, dance e balance todo o seu corpo.
Não importa quantas vezes o outro te magoa,não se sinta culpado...volte e faça as pazes novamente.
Aproveite o prazer de uma longa caminhada.
Se alimente com gosto e entusiasmo.
Coma só o suficiente.
Seja leal.
Nunca pretenda ser o que você não é.
Se você quer se deitar embaixo da terra,cave fundo até conseguir.
E o MAIS importante de tudo...
Quando alguém estiver nervoso ou triste, fique em silêncio, fique por perto e mostre que você está ali para confortar.
A amizade verdadeira não aceita imitações!!!
terça-feira, outubro 02, 2007
Separatismo = Facismo + Racismo
Segue link com um texto antigo, porém muito interessante:
Paul McCartney morreu ???
POR QUE SOFREMOS ?
Não é a provação; mas o desespero diante do sofrimento.
Não é a doença; mas o pavor de recebê-la.
Não é o parente infeliz; mas a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso; mas a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão; mas a incapacidade de amar sem egoísmo.
Não é a própria pequenez; mas a revolta contra a superioridade dos semelhantes.
Não é a injúria; mas o orgulho ferido.
Não é a velhice do corpo; mas a paixão pelas aparências.
Por pior que seja, como é fácil perceber a solução do problema que criamos.
A carga de aflição, o seu desenvolvimento e a sua sustentação, estão em nossas mãos. Pensemos nisso, para que possamos executar, de fato, as ações necessárias que nos deixem felizes com a vida.


