sexta-feira, janeiro 19, 2007

Pessoal,

por puro esquecimento mesmo acabei não citando aqui as "casas" onde a coluna do Hyder sai. Semanalmente ela está sendo publicada no site do amigo GPWM (Falo em código pois assim como o escriba aqui, as nossas opniões são contrários aos "puritanos" e lordes que não aceitam a verdade dos fatos).

A outra "casa" é o Fórum Faster, onde encontrei, além do GPWM amigos como o Bassa entre outros, onde a coluna sai mensalmente em um trabalho muito digno e da melhor qualidade, melhor que muitas revistas por aí. Isso sem contar no acervo de altíssima. Um parabéns as respectivas equipes e o meu muito obrigado.

quarta-feira, janeiro 17, 2007

Pessoal,

fiquei emocionado com estes videos que estão em anexo. Trata-se da Familia Hoyt. Dick Hoyt teve seu filho com uma grave deficiencia cerebral onde nem comunicar-se normalmente ele pode faze-lo, apenas por um computador personalizado. Mas aos 15 anos, Rick teve seu interesse por esportes e corridas. Dick resolveu treinar para uma competição considerada "simples". O Iron Man que é considerada a maior prova de thriatlon do mundo.
O espirito de competitividade não existe ali poios a superação do Team Hoyt é que provoca a emoção nas pessoas.A tremenda demonstração de amor de Dick por seu filho, lhe custando muito sacrifício, é uma pequena amostra do amor que Deus, o maior de todos os pais, tem por nós. Quer ter uma idéia de como é o "Céu"? Quem for escolhido para ir para lá, sentir-se-á regozijante, mais ainda do que quando se contempla o exemplo de Dick.

No "Céu" só haverá o amor puro e verdadeiro, porque Deus é amor. Esse é um dos motivos que me levaram a aceitar a Jesus Cristo como Senhor e Salvador da minha vida. Ele é o ÚNICO que pode levar-me para o "Céu", onde eu quero morar para sempre. GLÓRIA E LOUVOR SEJAM DADOS A DEUS POR ESSE EXEMPLO DE VIDA!!!!!

Rick e Dick Hoyt - um exemplo de vida e amor ao Senhor

Superação e amor - ao filho e a Deus

Este é o site oficial do Team Hoyt. É emocnionante ler sobre este exemplo de amor a vida, confiança em Deus e sabver que a vida segue e as lutas são constantes mas sabendo que Deus está do nosso lado queridos. Quem não conseguir ler as legendas, não tem problema, relaxe nas emocionantes imagens e na bela cançao.

Site Oficial do Team Hoyt

Fabio Azevedo
Atleta amador e Apaixonado por ciclismo, maratona e esportes de longa duração

segunda-feira, janeiro 15, 2007

F1, curiosidades e fatores pitorescos

Algumas derrapadas, belas ultrapassagens e acidentes, no mínimo, estranhos... Mas, isso é F1

domingo, janeiro 14, 2007

Formula 1 - 1982 Jacarepagua

Grande Premio do Brasil de F1, no Rio de Janeiro. Um momento de delírio para os fans ao verem a Ferrari deixar a corrida, favorecendo a Brabham e Nelson Piquet.

Saudades de Jacarepaguá.
Eu apoio...
Salve pessoal,

estava vendo o noticiário sobre o triste evento em SP e lendo em algumas agencias de notícias e blogs, vislumbrei um site maravilhoso. Este é para quem gosta de carros antigos e bizarros, mas lindos e emocionantes. Como seria injusto não citar a fonte, chequei esta no Blig do Gomes, do Flávio Gomes.

Link sobre Fórumla Fords antigos

Abs

sábado, janeiro 13, 2007






Algumas lembranças do RioGP em 2004. A derradeira etapa brasileira do mundial de MotoGP deixa saudades pois, além de ser um grande evento esportivo, era importante para a economia desta cidade. Pois é... mais uma "bela e louvável" atitude do nosso Prefeito Cesar "mala" Maia.
O Calendário desta temporada já está disponível no link RioGP
Para quem é das antigas na CART ou chegou à categoria nos anos 90, existia um site que era constantemente atualizado, com noticias e fotos maravilhosas.

Site do SpeedCenter

O mais estranho é que o Peter Burke, proprietário do Site, havia registrado o dominio de Internet www.champcar.com mas não houve sucesso nas tentativas de acordo com o pessoal da OWRS. Mas fica aí a lembrança pois, foi com pesar, que vi a desatualização do site em 2003. As fotos, que deixaram de ser publicadas em 2000, eram realmente muito boas e com um grande destaque para algumas paisagens. Vale a pena uma visita.
ALL American Racers - AAR

Olá pessoal, a Champ Car continua trabalhando dentro de duas garagens e escritórios e mesmo as vagas consideradas "fechadas" ainda podem estar em aberto, pois só saberemos mesmo o posicionamento oficial de equipes e pilotos no Grid de abertura da temporada em Las Vegas. Acredito que até mesmo na apresentação oficial dos times com o novíssimo chassis Panoz não teremos esta definição por completo, pois muitos times estarão testando pilotos e “costurando” acordos financeiros. Estarei aproveitando este espaço para lembrar de uma equipe que não teve tanto sucesso na Cart, mas seu proprietário é uma lenda no automobilismo mundial, em todos os tempos. Esta coluna é dedicada ao lendário Dan Gurney e a simpática All American Racers.Como de costume não citarei aqui biografias e tudo mais, pois temos grandes atlas esportivos e ainda assim este espaço não seria suficiente para citar as maravilhas que este grande campeão deixou no automobilismo.
Estarei citando a sua experiência como proprietário de um time e fabricante de um chassi pouco competitivo, mas bem no estilo norte-americano. Apesar de o Team Penske ser uma equipe totalmente norte-americana, seus chassis eram produzidos na Europa e, com isso, restava apenas a AAR como única equipe que, junto com a Swift, que produzia seus chassis em solo norte-americano. Neste caso pelo próprio patriotismo e desejo do seu proprietário. E ele tinha uma marca bem característica: A águia no seu bico. Tanto que o nome dos chassis era Eagle. Este carro e esta equipe foram de fundamental importância para o desenvolvimento da Toyota e os japoneses não tiveram dúvida em escolher Dan Gurney como capitão deste projeto, pois além do grande histórico dele com a fábrica japonesa, tinha uma fábrica que trabalho quase que exclusivamente no desenvolvimento de peças e componentes para o que seria o motor vencedor do certame de 2002 com o brasileiro Cristiano da Matta.
O mais engraçado é que o carro não tinha bons resultados mesmo contando com o Juan Fangio II e com técnicos experientes provenientes de outros times da Cart e do mundial de esportes protótipos. Mas isso não estava sendo muito analisado, pois os japoneses faziam seqüências de testes em todos os autódromos para testar condições do motor, transmissão e caixa seqüencial e eletrônica que, no final, foi banida pelo regulamento da categoria para evitar aumentar muito os custos. O clima dentro da equipe era de pressão e correria como nos outros times, pois a disputa é grande em todos os “setores” do grid, mas o ambiente acabava sendo agradável. Lembro que certa vez, aqui no Rio de Janeiro, a Penske estava com as garagens próximas as da Arciero Wells e AAR. Por acaso as duas tinham o penoso e fraco motor Toyota, mas estavam sempre muito dispostas. Expliquei para uma amiga que aquilo deveria ser o efeito Californian Sunshine.
Realmente o ambiente era mais descontraído e, competições a parte, era bem divertido a integração e interação entre os membros de diversas equipes...Os chassis Eagle não duraram muito tempo no certame, pois a AAR acabou não renovando contratos para bancar o desenvolvimento dos seus carros e teve de optar pelos Lola antes de encerrar as suas atividades no fim de 1999. Mas uma marca que ficou nestes e em todos os carros Fórmula são as asas batizadas como Gurney Flap, tornaram-se referência em todo o mundo automobilístico. Não sei se tem algum esquema de homenagem da FIA ou o próprio Dan resolveu fazer esta lembrança ser presente em todos os componentes aerodinâmicos. Mas que acabou marcando, isso sim...Os carros Eagle acabaram não sendo comparados a maneira correta, pois todos os modelos que competiram no campeonato entre 1995 a 1999 utilizaram apenas o motor Toyota. Foi assim com a equipe de Dan Gurney como no caso do saudoso e simpático time de Robby Gordon e Mike Held – Team Gordon. Mas confesso que gostaria de ver este chassi sendo motorizado com um Ford Cosworth XD ou mesmo o XF ou então com um potente Honda. De repente o problema não seria no carro, mas sim no deficiente motor Toyota.
Mas isso é coisa que não sei se saberemos já que o Dan Gurney agora é um feliz aposentado em sua "humilde" casa em Rancho Santa Clara, na ensolarada e bela Califórnia. Há poucos anos, ele ensaiou, junto de Phil Hill, piloto norte-americano campeão do mundo de F-1, a compra de um time na maior categoria de monopostos do mundo em associação com a Red Bull. O negócio quase foi concluído. Só que o então proprietário era o escroque-mor do automobilismo Tom Walkinshaw. Depois de verem rombos e mais rombos na Arrows, eles decidiram abortar os planos. Os pilotos seriam os seus filhos Alex Gurney e Derek Hill.
Um grande abraço, fiquem com Deus e sejam felizes!

quinta-feira, janeiro 11, 2007

Vaticano reza que Dacar é disputa sangrenta
Warm UP
10/01/2007 - 16:36

O jornal do Vaticano, “L’Osservatore Romano”, publicou nesta quarta-feira (10) um editorial no qual classifica o Rali Dacar como uma “corrida sangrenta e irresponsável”. Na etapa de ontem, a competição registrou sua primeira morte em 2007: a do sul-africano Elmer Symons, que sofreu um acidente entre Er Rachidia e Ouarzazate. O jornal ainda diz que “muitos classificam o rali como um evento esportivo, mas que ele pouco tem a ver com uma competição saudável. O rastro de sangue que cresce de ano a ano demonstra o inegável componente de violência que existe em todas as tentativas de exportar modelos ocidentais para ambientes humanos e ecossistemas diferentes do Ocidente.”

A publicação afirma também que a organização e os patrocinadores do Rali Dacar têm uma postura “cínica” que ignora as realidades locais, e que os carros, caminhões e motocicletas abandonados no deserto são “monumentos enferrujados de irresponsabilidade”. Em 29 anos de existência, a competição registrou 49 mortes, 24 delas de competidores.


Nota do Blog: Imagino o que os competidores diriam da "Santa" inquisição ou de outra barbáries cometidas como pedofilia por exemplo. Não nego que esta é uma das mais perigosas atividades esportivas da história e coisas tem de ser feitas ali para evitar que novas vidas sejam ceifadas mas existe um programa social muito grande e que ajuda várias familias abandonadas onde o Estado e a Igreja poderiam muito bem fazer este papel ser uma verdade na vida das pessoas. A Igreja (No caso a Romana) tem muita condições de efetuar este papel, aco contrário de muitos outros países pobres).






O Ciclismo no PAN

CICLISMO

Primeira aparição nos Jogos Pan-americanos: 1951

A bicicleta já servia como meio de transporte desde o século XVIII, mas foi em 1895, quando surgiu a União Ciclística Internacional (UCI), que o ciclismo se organizou como forma de esporte. Nos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, o esporte terá quatro modalidades para homens e mulheres: pista, estrada, mountain bike e BMX (bicicross). Em número de provas, a maior é a modalidade pista, que reúne dez disputas diferentes, individuais e por equipes, de velocidade, contra o relógio e perseguição. Na modalidade estrada, há duas provas, de velocidade e contra o relógio; no mountain bike, há apenas uma, a de cross-country, normalmente dentro de área de florestas, em caminhos estreitos de terra e pedra. No BMX, versão ciclística do motocross, incluída no programa dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, haverá provas femininas e masculinas de corrida em pistas com saltos e obstáculos.

Locais: Parque do Flamengo (estrada), Morro do Outeiro (mountain bike), Velódromo da Barra (pista) e Sambódromo (BMX)

Federação Internacional


Pessoal,

por pouco que não perdemos o acesso ao YouTube.com devido a uma pessoa vazia e que estava com os holofotes apagados para a sua pessoa. Estive "passeando" por ele e encontrei este vídeo que, além de muito engraçado e super bem produzido, mostra uma verdade ao mundo de como funciona a cabeça de um certo governante.

O Dia em que o Brasil foi invadido
Acho que Honda e Toyota tem temporadas decisivas em relação as suas matrizes pois as empresas estão fazendo investimentos gigantescos e a paciencia oriental começa a chegar num momento de pressão. No caso da Toyota, existe um fator critico. Se o sucesso na Nascar ocorrer, acredito que em uns 4 anos este projeto da f1 pode naufragar.

Em relação a Honda, isso é uma incognita. A American Honda não terá como manter sozinha os altos custos da IRL e terá de se submeter a matriz no Japão. Creio que nada disso será de imediato mas como fala-se normalmente, 5 anos passam rápido...

Mas essa é apenas uma visão de negócio... Pois o que é interessante para estes caras é vender carros, independente de qq coisa. F1 é uma bela plataforma de desenvolvimento tecnologico mas tb é uma ferramenta de marketing. E só.

Esta é uma simples opnião...

sábado, janeiro 06, 2007

Não diria que é uma equipe qualquer... é A Equipe !!!

sexta-feira, janeiro 05, 2007

Vamos lá Brasil !!!!!!

Equipe Petrobras Lubrax faz últimos acertos
Divulgação
05/01/2007 - 08:48

A quinta-feira (4) foi marcada pelos testes finais para a moto e o caminhão da equipe Petrobras Lubrax. Enquanto André e Jean Azevedo passaram o dia circulando em Lisboa e arredores fazendo os últimos acertos para as verificações técnicas de hoje (5), a Mitsubishi Pajero de Klever Kolberg passou pela verificação e está fechada no pátio em frente ao Centro Cultural Belém, de onde só sairá para a largada.

"Instalamos todos os equipamentos de navegação, como o odômetro, além de toda a comunicação interna, e está tudo funcionando muito bem", disse André. O piloto também aprovou o novo câmbio Tatra, de 16 marchas, que substituiu o do ano passado, que tinha 14. "Esse teste do odômetro pelas ruas de Lisboa foi fundamental. Sem o GPS, se esse equipamento não funciona direito ou quebra, não dá nem para continuar", afirmou o navegador Maykel Justo.

utro que aprovou o teste foi o mecânico Ronaldo Pinto, que estará no caminhão de apoio junto com o mecânico da moto de Jean, Geraldo Lima. "O motor, todo o conjunto, tudo está perfeito, e o câmbio novo funcionou direitinho", analisou. Ontem, também foram checados os equipamentos de segurança, como cintos e os bancos especiais.

O irmão mais novo de André, Jean Azevedo saiu da capital portuguesa e foi acelerar sua moto KTM numa região litorânea próxima à capital, chamada de Fonte da Telha, o mesmo local onde Klever Kolberg e Eduardo Bampi treinaram com seu Mitsubishi Pajero.


"A moto rendeu bem e está pronta para a vistoria e para a prova", comentou Jean. "Só fizemos alguns acertos de suspensão e trocamos um tanque, que estava com vazamento, mas nada sério".

O próximo compromisso dos irmãos de São José dos Campos é com a verificação técnica de hoje. Depois disso, seus veículos também serão recolhidos para o pátio, e de lá só sairão na manhã deste sábado (6), quando seguirão para a primeira etapa do Rali Dacar 200 7, rumo a Portimão, no Algarve, litoral sul de Portugal.


Bourdais provou no México que um grande campeão além da técnica precisa ter muita raça.


Olá pessoal, final de ano, época de ver as coisas que acertamos e manter o foco no processo correto e, principalmente verificar e corrigir os erros. Ter a humildade para reconhecer isso é a grande característica dos seres humanos com caráter e dignidade. Talvez pela minha postura em escrever e defender o automobilismo e a forma como tal, possa ter ofendido, mesmo que indiretamente, alguns. Aqui vai o meu pedido de desculpas. Mas a época também é para celebrar vitórias, planejar novas conquistas e viver feliz. Esta é a nossa grande obrigação.

A Champ Car consagrou mais um grande herói. O francês Sebastien Bourdais chegou tímido em 2003 onde se esperava ser coadjuvante de Bruno Junqueira, mas nas primeiras etapas daquele ano, viu-se o contrário. O mineiro, com seu estilo extremamente conservador não foi páreo para a forma aguerrida e determinada de correr. Mas, infelizmente, o nosso representante nunca foi um adversário.

Esta temporada de 2006 foi muito interessante para o campeonato, pois o francês parecia não ter adversários até que uma "dança das cadeiras" provocada pelos dirigentes colocariam Cristiano da Matta no lugar de A.J. Almendinger na Rusport, que foi para a Forsythe, no lugar do tosco Mario Dominguez, que foi para o lugar de Cristiano da Matta na Dale Coyne. Um novo ídolo se fez, pois A.J. venceu corridas consecutivas assim como a emoção e as disputas foram à tônica deste campeonato. Para nós, brasileiros o destaque não foi positivo. Não apenas por atuações bisonhas de Bruno Junqueira ou Cristiano da Matta, mas pelo terrível acidente sofrido pelo campeão de 2002. Felizmente ele está em pronta recuperação e vamos esperar pelo futuro. Faço um resumo, desta temporada, pelo terceiro título de Bourdais em uma manobra: A ultrapassagem do francês sobre o inglês carranca Justin Wilson. Não havia técnica nenhuma, apenas raça. Raça esta que faltou e ainda falta ao principal representante na categoria até o presente momento: Bruno Junqueira.

Mas o próximo ano promete muitas novidades, desde equipes, pilotos, engenheiros, novas etapas. Paul Sttodart já chegou e promete novidades. Só teremos mesmo certezas, em sua grande maioria, na apresentação oficial das equipes. Até lá teremos muitas noticias, com ou sem fundamentos.

E encerramos este temporada. Com muitas lembranças, algumas mais emocionantes, outras até divertidas. Mas sempre com carinho e amor ao automobilismo de verdade e não aos sonhos infundados que permanecem aos olhares idiotas e despreparados.

Dedico esta coluna aos leitores, que nos ajudaram muito e me deixaram muito feliz com o retorno. As criticas, quando construtivas são mais que bem vindas. Orientam este trabalho. Aos comentários infundados e sem conteúdo, apenas deixo um conselho: estudem, sejam mais práticos e aprendam com os cabelos brancos alheios. Eles não estão ali sem uma razão.

Um grande abraço abraço e que cada segundo do próximo ano seja celebrado e que Deus esteja com cada um de nós!

Fabio "Hyder" Azevedo

terça-feira, janeiro 02, 2007

Quem é “das antigas” vai lembrar desta. Eram comuns as equipes de F1 treinarem no Rio antes da temporada, que normalmente, tinha seu inicio aqui. A extinta Benetton assim como Williams, Rial e McLaren. A Ferrari sempre testava nas suas pistas privadas.

Cito isso para ver que nesta época as equipes vinham pra cá, passavam algumas semanas testando e levavam a metodologia de acerto de uma temporada inteira depois de uma mini temporada no Rio. Como Jacarepaguá era conhecido como um dos TOP seis autódromos da FIA (Pois mesclava muito bem reta de altíssimas velocidades, curvas de baixa, média e altas velocidades e um bom lugar onde todos gostavam de estar, todos os acertos iniciais eram retirados daqui. A Benetton com Berger, Fabi e as Williams com Mansell e Rosberg, depois com Piquet e posteriormente Patrese faziam muitos de seus testes qdo não emendavam a preparação e a corrida. Nos testes de pneus da Goodyear, que era grande incentivadora destes testes e da Válvula Pop-OFF, as equipes passaram , quase direto, três semanas.. Juntaram direto com o Carnaval e a corrida....

Pois é. Hoje em dia isso não acontece, a pista não é mais aquele lugar lindo, belo e maravilhoso. Mas ficam aí as lembranças....

Felicidades Pessoal..

estamos de volta !!!!

sábado, dezembro 23, 2006

Pessoal,

Desejo a todos os membros um tremendo e maravilhoso natal. Natal esse que celebramos o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Rei dos reis !!!

Em nome de Jesus Cristo !!!

Fabio - Hyder - Azevedo

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Olá pessoal, espero que estejam todos muito bem. Uma tremenda correria e novos projetos surgindo. Manter o comprometimento e a determinação não é uma tarefa fácil, mas é muito gratificante ver os resultados e ver como as coisas acontecem. Confesso que, pelo tanto de coisas com a qual estou comprometido, profissional e pessoalmente falando, deu um branco no que escrever. E resolvi buscar inspiração correndo em volta da Lagoa. Para quem mora na cidade maravilhosa ou conhece este lugar tão lindo, sabe bem do que estou falando. Um belo dia realizei um dos meus sonhos que era entrar neste mundinho fechado e restrito que era do mundo da Formula Indy (hoje em dia Champ Car). E de cara conheci o cara que, depois de Ayrton Senna e Rick Mears, era o grande ídolo no esporte. Estou falando de Al Unser Jr.
Como sempre faço, não vou utilizar este espaço para biografias ou estatísticas sobre a carreira ou coisas assim, mas quero aproveitar este espaço para falar da simpatia, paciência e grande capacidade de pilotar deste cara que, mesmo sofrendo o pior ano da Penske, com alguns parafusos na perna direita, com a filha sofrendo de leucemia e o casamento sendo deteriorado junto com um vício horroroso pelo cigarro, jamais deixou que seu desempenho ficasse abaixo de seu histórico profissional. Lembro que as primeiras palavras que falei para ele, após esta escala de ídolos, eram sobre a minha ira em um primeiro momento contra ele e como isso fez ser um fã muito grande deste cara. Tudo começou nas 500 milhas de Indianápolis de 1992, pois com um carro relativamente ruim – o Galmer – em relação aos Lolas e Penske, ele conseguiu vencer e vencer com estilo. Ali eu vi que este cara não era um piloto qualquer. O Bicampeão da Cart e duas vezes vencedor das tradicionais 500 milhas era considerado por muitos, como o Nigel Mansell da Cart, só que muito melhor.
Depois das tentativas frustradas de Roger Penske de contratar Ayrton Senna, ele não pensou duas vezes e trouxe o veterano piloto da Galles para ocupar o inesquecível carro nº. 31. Era incrível como tinha sorte, pois Fittipaldi, com quase uma volta sobre Unser Jr. em Indianápolis em 1994 conseguiu bater sozinho deixando a corrida e a vitória no colo desta raposa. Conseguiu com estilo a conquista daquele campeonato. Os anos seguintes foram de sucessos menos freqüentes, incluindo-se aí o erro pessoal de Roger Penske na estratégia de classificação das 500 milhas em 1995 e o vice-campeonato do mesmo ano. Em 1996 foi incrível que, com uma tremenda regularidade, chegou entre os quatro primeiros da temporada sem vencer uma corrida. Não por falta de garra ou inteligência, mas o motor Mercedes já demonstrava estar perdendo terreno para os outros.
Em 1998 as coisas estavam muito nebulosas na Penske devido à falta de bons resultados com o novo projeto e as pressões sobre a mais bem estruturada e tradicional equipe do campeonato eram maiores que em qualquer outro time. Mas o piloto não desistia e sempre apresentava grandes espetáculos com um carro bem ruim. Depois de muita discussão, ele conseguiu “dobrar” o tradicionalismo da Penske e fez com que os cofres fossem abertos e três Lolas fossem comprados. Mas nada dava jeito, pois os pneus Goodyear e os fracos motores Mercedes-Benz não contribuíram com nada. Numa mudança total de foco e rota, Al Jr. foi um dos sacrificados. Mesmo assim, saiu como um vitorioso, como um vencedor que não abandonou o barco em momentos críticos, pessoais e profissionais.O que me fez e ainda faz tê-lo como um ídolo é que nunca desistiu e utilizou disso como motivos para ser arrogante como uns e outros que foram tentar o sucesso na Europa e voltaram correndo para a América do Norte. Ele venceu o vício do álcool e conseguiu diminuir a utilização de tabaco.
Ao contrário destes que são amigos e ídolos apenas na frente das câmeras e por fora são o que são arrogantes e mínimos como seres humanos, Al Jr. sempre teve a paciência para entender e repassar bem o que os engenheiros queriam assim como ser um excelente relações públicas de seus patrocinadores e agradar os fãs – como eu, por exemplo. Hoje ele tem como meta colocar seu filho neste mundo onde os campeões não se formam apenas dentro das pistas, mas fora também, honrando e respeitando compromissos assumidos e pessoas. Algo que marcou bastante foi durante a etapa brasileira de 1999 quando ele ia caminhando do paddock ao pit lane com o auxilio de uma bengala. Sentia dores insuportáveis, mas ainda sim conseguiu classificar seu carro. Final da prova teve a humildade de cumprimentar cada membro do time pelo auxilio e bom trabalho efetuado num carro tão bonito, mas tão ruim que dava pena de vê-lo sendo superado facilmente pelos Toyotas da Arciero Wells.
Depois disso, já de roupa trocada, foi conversar com a imprensa e atender a alguns fãs. Lembro de ter desejado melhor sorte nas outras provas e ele, com um sorriso maroto me dizia que só sorte não daria. Foi ali que percebi que um campeão não precisa ser o melhor na arrogância.Falo isso, pois convivi com este time e cansei de presenciar atitudes dignas de um campeão ajudando outros colegas, nunca se negando a trocar informações e sempre, mas sempre sendo um cara que trazia uma boa atmosfera. Na sua aventura na IRL, ele teve a grandeza de parar por um tempo para poder se tratar, pois chegou ao fundo do poço e depois, venceu, categoricamente, em sua ultima vitória.Campeões são formados desta forma. E não pela covardia. Que muitos que foram e voltaram possam estar inspirados neste exemplo de grandeza e humildade!

Um grande abraço e até a próxima.

Fabio "Hyder" Azevedo