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| Algumas derrapadas, belas ultrapassagens e acidentes, no mínimo, estranhos... Mas, isso é F1 | |
| Grande Premio do Brasil de F1, no Rio de Janeiro. Um momento de delírio para os fans ao verem a Ferrari deixar a corrida, favorecendo a Brabham e Nelson Piquet. Saudades de Jacarepaguá. | |




O jornal do Vaticano,
“L’Osservatore Romano”, publicou nesta quarta-feira (10) um editorial no qual classifica o Rali Dacar como uma “corrida sangrenta e irresponsável”. Na etapa de ontem, a competição registrou sua primeira morte em 2007: a do sul-africano Elmer Symons, que sofreu um acidente entre Er Rachidia e Ouarzazate. O jornal ainda diz que “muitos classificam o rali como um evento esportivo, mas que ele pouco tem a ver com uma competição saudável. O rastro de sangue que cresce de ano a ano demonstra o inegável componente de violência que existe em todas as tentativas de exportar modelos ocidentais para ambientes humanos e ecossistemas diferentes do Ocidente.”
A publicação afirma também que a organização e os patrocinadores do Rali Dacar têm uma postura “cínica” que ignora as realidades locais, e que os carros, caminhões e motocicletas abandonados no deserto são “monumentos enferrujados de irresponsabilidade”. Em 29 anos de existência, a competição registrou 49 mortes, 24 delas de competidores.
Nota do Blog: Imagino o que os competidores diriam da "Santa" inquisição ou de outra barbáries cometidas como pedofilia por exemplo. Não nego que esta é uma das mais perigosas atividades esportivas da história e coisas tem de ser feitas ali para evitar que novas vidas sejam ceifadas mas existe um programa social muito grande e que ajuda várias familias abandonadas onde o Estado e a Igreja poderiam muito bem fazer este papel ser uma verdade na vida das pessoas. A Igreja (No caso a Romana) tem muita condições de efetuar este papel, aco contrário de muitos outros países pobres).
Primeira aparição nos Jogos Pan-americanos: 1951
A bicicleta já servia como meio de transporte desde o século XVIII, mas foi em 1895, quando surgiu a União Ciclística Internacional (UCI), que o
ciclismo se organizou como forma de esporte. Nos XV Jogos Pan-americanos Rio 2007, o esporte terá quatro modalidades para homens e mulheres: pista, estrada, mountain bike e BMX (bicicross). Em número de provas, a maior é a modalidade pista, que reúne dez disputas diferentes, individuais e por equipes, de velocidade, contra o relógio e perseguição. Na modalidade estrada, há duas provas, de velocidade e contra o relógio; no mountain bike, há apenas uma, a de cross-country, normalmente dentro de área de florestas, em caminhos estreitos de terra e pedra. No BMX, versão ciclística do motocross, incluída no programa dos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, haverá provas femininas e masculinas de corrida em pistas com saltos e obstáculos.
Locais: Parque do Flamengo (estrada), Morro do Outeiro (mountain bike), Velódromo da Barra (pista) e Sambódromo (BMX)
Bourdais provou no México que um grande campeão além da técnica precisa ter muita raça.
Olá pessoal, final de ano, época de ver as coisas que acertamos e manter o foco no processo correto e, principalmente verificar e corrigir os erros. Ter a humildade para reconhecer isso é a grande característica dos seres humanos com caráter e dignidade. Talvez pela minha postura em escrever e defender o automobilismo e a forma como tal, possa ter ofendido, mesmo que indiretamente, alguns. Aqui vai o meu pedido de desculpas. Mas a época também é para celebrar vitórias, planejar novas conquistas e viver feliz. Esta é a nossa grande obrigação.
A Champ Car consagrou mais um grande herói. O francês Sebastien Bourdais chegou tímido em 2003 onde se esperava ser coadjuvante de Bruno Junqueira, mas nas primeiras etapas daquele ano, viu-se o contrário. O mineiro, com seu estilo extremamente conservador não foi páreo para a forma aguerrida e determinada de correr. Mas, infelizmente, o nosso representante nunca foi um adversário.
Esta temporada de 2006 foi muito interessante para o campeonato, pois o francês parecia não ter adversários até que uma "dança das cadeiras" provocada pelos dirigentes colocariam Cristiano da Matta no lugar de A.J. Almendinger na Rusport, que foi para a Forsythe, no lugar do tosco Mario Dominguez, que foi para o lugar de Cristiano da Matta na Dale Coyne. Um novo ídolo se fez, pois A.J. venceu corridas consecutivas assim como a emoção e as disputas foram à tônica deste campeonato. Para nós, brasileiros o destaque não foi positivo. Não apenas por atuações bisonhas de Bruno Junqueira ou Cristiano da Matta, mas pelo terrível acidente sofrido pelo campeão de 2002. Felizmente ele está em pronta recuperação e vamos esperar pelo futuro. Faço um resumo, desta temporada, pelo terceiro título de Bourdais em uma manobra: A ultrapassagem do francês sobre o inglês carranca Justin Wilson. Não havia técnica nenhuma, apenas raça. Raça esta que faltou e ainda falta ao principal representante na categoria até o presente momento: Bruno Junqueira.
Mas o próximo ano promete muitas novidades, desde equipes, pilotos, engenheiros, novas etapas. Paul Sttodart já chegou e promete novidades. Só teremos mesmo certezas, em sua grande maioria, na apresentação oficial das equipes. Até lá teremos muitas noticias, com ou sem fundamentos.
E encerramos este temporada. Com muitas lembranças, algumas mais emocionantes, outras até divertidas. Mas sempre com carinho e amor ao automobilismo de verdade e não aos sonhos infundados que permanecem aos olhares idiotas e despreparados.
Dedico esta coluna aos leitores, que nos ajudaram muito e me deixaram muito feliz com o retorno. As criticas, quando construtivas são mais que bem vindas. Orientam este trabalho. Aos comentários infundados e sem conteúdo, apenas deixo um conselho: estudem, sejam mais práticos e aprendam com os cabelos brancos alheios. Eles não estão ali sem uma razão.
Um grande abraço abraço e que cada segundo do próximo ano seja celebrado e que Deus esteja com cada um de nós!
Fabio "Hyder" Azevedo
Cito isso para ver que nesta época as equipes vinham pra cá, passavam algumas semanas testando e levavam a metodologia de acerto de uma temporada inteira depois de uma mini temporada no Rio. Como Jacarepaguá era conhecido como um dos TOP seis autódromos da FIA (Pois mesclava muito bem reta de altíssimas velocidades, curvas de baixa, média e altas velocidades e um bom lugar onde todos gostavam de estar, todos os acertos iniciais eram retirados daqui. A Benetton com Berger, Fabi e as Williams com Mansell e Rosberg, depois com Piquet e posteriormente Patrese faziam muitos de seus testes qdo não emendavam a preparação e a corrida. Nos testes de pneus da Goodyear, que era grande incentivadora destes testes e da Válvula Pop-OFF, as equipes passaram , quase direto, três semanas.. Juntaram direto com o Carnaval e a corrida....
Pois é. Hoje em dia isso não acontece, a pista não é mais aquele lugar lindo, belo e maravilhoso. Mas ficam aí as lembranças....