



Algumas fotos das minhas duas casas. Na parte de cima, alguns cliques de Porto Alegre e em baixo, dois cliques diferentes da Cidade Maravilhosa.
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Sérgio Duran (Estado de São Paulo)
Os defensores da bicicleta como saída para a poluição e o congestionamento crescentes da capital paulista ganharam mais uma razão para seguir apostando nos pedais. Lei sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab (PFL), publicada ontem no Diário Oficial, instituiu o Sistema Cicloviário do Município, que transforma a bike em meio de transporte e determina medidas de incentivo ao
ciclismo. Elaborada pelo vereador Chico Macena (PT), a lei determina que de shoppings a terminais de transporte tenham bicicletário e autoriza a exploração comercial deles - e indica a permissão de bikes em vagões de metrô e trem e obriga que toda nova obra viária inclua ciclovia ou ciclofaixa. O substitutivo que deu origem à lei recebeu sugestões do secretário do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, que coordena o grupo intersecretarial Pró-ciclista, responsável pelas políticas da Prefeitura para o setor.
Há quem duvide das propostas. 'No papel é ótimo, mas não creio que saia', afirma Paulo de Tarso, presidente do São Paulo Bikers. Organizações como essa e a Night Bikers reúnem cerca de 30 mil paulistanos, segundo a Federação Paulista de Ciclismo.
Moradora da Granja Viana, a analista de sistemas Mônica Magalhães, de 31 anos, pedala duas horas por dia por lazer, mas já usou a bike como meio de transporte. 'Quando você não tem condicionamento, sua muito. Com o tempo, nem uma gota. Dá para trabalhar perfeitamente pedalando', conta.
Nota do Blog: Um belo exemplo seguido onde os ciclistas terão seu espaço reservado. Que este exemplo, como já em andamento em vários pontos da cidade do Rio de Janeiro, seja oficializado também em outros municipios, assim como em outros países. gente apaixonada por ciclismo, como o Hyder (tsc tsc) agradece.
A aposta da Petrobras no mercado externo de etanol resultou na criação, no ano passado, em conjunto com a companhia japonesa Nippon Alcohol Hanbai, a Brazil-Japan Ethanol. O objetivo da nova empresa, que terá sede no Japão, será o de viabilizar já a partir de
Pelo contrato assinado, a Petrobras e a empresa japonesa deterão, cada uma, 50% de participação na nova empresa. A Nippon já detém, atualmente, 70% do mercado japonês de distribuição de etanol. Na época, a Petrobras divulgou nota oficial em que falava do objetivo da associação. O texto registrava que o grupo iria "buscar soluções técnicas e comerciais para introduzir o etanol na matriz energética japonesa, em substituição a outros combustíveis fósseis, de forma a reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa".
A Petrobras garantia, ainda, que a criação da Brasil-Japan Ethanol alinhava-se ao objetivo fixado no planejamento estratégico da companhia, de internacionalização dos negócios, permitindo à empresa brasileira entrar "em um dos mercados mais complexos e importantes de energia do mundo - tanto do ponto de vista de sua logística de distribuição de etanol, como também na abertura de outras oportunidades para a companhia no setor de distribuição de combustíveis no Japão".
Fonte: Invertia
Petrobras adquire participação em bloco no Senegal
A Petrobras adquiriu 40% de participação na exploração do bloco Rufisque Profond, localizado no Senegal, oeste da África, em águas com profundidades variando entre 150 e
O Senegal adota o regime de contrato de partilha de produção (Production Sharing Contract), sendo que o referente ao bloco Rufisque Profond foi assinado entre a Edison Spa e a Petrosen em
A área oferece a possibilidade de ocorrência de petróleo leve, com grau API entre 30 e 40. No contrato de compra e venda assinado com a Edison Spa., a Petrobras se comprometeu a reembolsar em 42,1% dos custos passados e a oferecer uma participação maior nos
A participação no Senegal está alinhada à Estratégia Internacional da Petrobras para o oeste da África e pode contribuir para o crescimento e a diversificação do portifólio de projetos da Companhia, bem como para consolidar sua presença no continente africano com atuação de forma seletiva.
Fonte: Noticiário Institucional
Numa sociedade que se cala vendo a programas de gosto tremendamente duvidosos e cala-se, por puro consentimento para não lutar por seus direitos, assim como prefere ver uns poucos ditarem o que e como devem pensar...
Lendo pela Internet, é fácil ver que os grandes portais de notícias reservam mais da metade do seu espaço disponível para matérias, digamos, desnecessárias – para não dizer outras coisas – e o mais estranho de tudo é que ninguém fala nada relacionando a isso tudo... Pergunto-me... Por que será? Por que será que programas instrutivos e educativos, ou mesmo reportagens investigativas e que exaltem a verdadeira
qualidade do Brasil e de seu povo nem sempre são exibidas nos horários considerados “top” dando lugar a certas e “tradicionais” boçalidades?
Bem... vejo no nosso cenário político um certo retrato disse. Ao ver os congressistas recém empossados e vejo certos nomes que jamais deveriam passar novamente por Brasília, retornaram a capital federal nos “braços do povo”... Isso é muito triste. Talvez o excesso de programação dúbil permita que os eleitores não tenham opção para escolher e escolham certos políticos que já estão sendo investigados há anos e outras figuras... Outra coisa, apenas para encerrar este texto... Será que interessante para a mídia que o povo prefira certas programações ao estar informado e sendo encorajado a usar seu verdadeiro intelecto e ser incentivada a crescer como individuo e fazer deste país uma pátria melhor, começando a lutar por seus próprios direitos, que normalmente não se sabe como e por onde começar?
Viva os programas de boçalidades nas tardes, viva o BBB e outros gêneros de fofoca nas mídias escritas e eletrônicas. Por que não temos mais programas de debates como nos anos 80 e 90 ???
Ficam aqui as minhas indagações.
Hyder
fotos. Vale a pena dar um passeio por ele,com dicas de jogos e com muitas coisas antigas e com belas matérias e fotos. Em inglês. NO GRIP.Amigos,
será que os jogos Pan-Americanos valem R$ 3 bilhões?
Certamente serei classificado de simplista - para não dizer simplório - com essa minha colocação. Todavia, às vezes, pela simplicidade podemos chamar a atenção para questões mais importantes no Brasil. E sejamos francos, temos muita coisa para resolver. Por isso, penso que cada um deve começar a arregaçar a manga e fazer algo como pode...Esses R$ 3 bilhões são apenas a fatia do governo (era para ser R$ 523 milhões 'apenas').
Muitos irão achar que não consigo entender a importância dos jogos para o Brasil. Em longo prazo. Muitos me acusarão de jornalista bobinho, sem argumentos, que não conhece devidamente o assunto. Bom, vamos a um assunto que eu conheço: há duas semanas um amigo meu, camrada e boa gente, morreu com um tiro na cabeça depois de ser assaltado. O bandido simplesmente o matou. Por nada. Só por matar. Acho que se 0,001% dos tais R$ 3 bilhões (fundo perdido, diga-se de passagem) tivesse sido investido na educação desse bandido - lá atrás, se fosse possível - meu amigo estaria vivo hoje.
Não dá para comer mortadela e arrotar peru. Nosso país tem que cuidar antes das questões primárias da civilização. Educação, saúde e desenvolvimento. Nosso presidente Lula, mas poderia ser qualquer outro presidente, disse que os jogos são um cartão de visitas para o Brasil e que precisamos mostrar que temos competência para realizar eventos desse porte.
Com todo o respeito ao presidente, político no qual votei por várias eleições, prefiro que nosso cartão de visitas seja um povo educado, nutrido, de bem com a vida. E temos que mostrar competência nessa área. Ou seja, de fazer nosso país crescer. Mas, não só nos relatórios que chegam ao gabinete no Palácio do Planalto.
Desculpem o desabafo. Espero falar de motor daqui para frente.
Abraço!
Rogério Elias
(Blog Velocidade Máxima)
Na época em que transmitia a antiga Fórmula Indy, hoje Formula Mundial, sempre tive olhos atentos para Al Unser Jr por tudo aquilo que ele já representava no automobilismo e, também, pela maneira de ser bem diferente da maioria dos pilotos. Era um cara com estilo próprio e de longe passava pela forma de se comportar o rótulo de estrela. Conversava com todos com ar de bem com a vida. Nunca escondeu que gostava de fumar e beber. Uma das passagens mais marcantes fora da pista foi na final da Copa de 94.
Naquele mesmo dia tínhamos a etapa de Toronto, no Canadá. A corrida iria pegar todo primeiro tempo do jogo com certeza. Quem sabe até alguma coisa do segundo. Al Unser era companheiro do Emerson Fittipaldi na Pesnke. Tereza, então mulher do brasileiro, armou caipirinha e alguns petiscos para, pelo menos, acompanharmos o final da decisão entre Brasil e Itália. Unser Jr parou na segunda volta com motor estourado. Michael Andretti ganhou e Emerson foi terceiro. Quando cheguei a área VIP da equipe, faltavam uns 20 minutos para o fim da partida. Al Unser estava de pé com um copo de caipirinha e de olhos grudados na TV, como tinha abandonado estava há mais tempo por ali. Veio a prorrogação e Viola entra no nosso ataque, nós comentávamos a substituição e ele gostou do nome e ficava o tempo todo falando “Viola, Viola, Viola” . Éramos uns oito brasileiros, alguns canadenses e uns quatro norte-americanos. Sem dúvida o mais ligado era Al Unser Jr.
Vamos para os pênaltis e ai a tensão total. Al ao nosso lado e na mesma torcida. Com o resultado final, começamos a comemorar e gritar "Brasil, Brasil, Brasil". Al com umas quatro caipirinhas na cabeça, entra no coro e sai abraçando um por um os brasileiros. Por farra ou simpatia, naquela hora ele se sentiu como nossa turma. Tinha o espírito brasileiro.
Pena estar agora utilizando a bebida de forma errada. Grande Al Unser Jr.