Minha mãe, junto do meu pai, foi e é uma tremenda base fisica, psicologica e espiritual pra mim... Uma referência de correção, carater, honestidade e, principalmente determinação, garra, perfeccionismo e amor a Deus... Este último supera qualquer outro sentimento. Fácil fácil.Colunas, Noticias, Tecnologia, Pitadas de Polêmica, Cultura, religião, Automobilismo, Bike, Trekking e Jogging... Um pouco do Hyder !!!
domingo, abril 25, 2010
25 de abril de 1944
Minha mãe, junto do meu pai, foi e é uma tremenda base fisica, psicologica e espiritual pra mim... Uma referência de correção, carater, honestidade e, principalmente determinação, garra, perfeccionismo e amor a Deus... Este último supera qualquer outro sentimento. Fácil fácil.quarta-feira, abril 21, 2010
Brasilia 50 anos
bom dia e bom feriado para os que assim podem. Depois de tantos e tantos escândalos, chegamos a mais um feriado e o país para. Tiradentes, aniversário de Brasilia... Vamos a eles:
Já li várias teses que Tiradentes não foi herói coisa alguma. Fizeram dele um "herói" que na verdade não é e nunca foi. Dados até sobre a barba dele são considerados falsos por diversos historiadores. Mas... como não podemos provar totalmente... Que assim seja.
Quanto a nossa capital federal. Se fosse nascido naquela epoca, seria totalmente contra como sou hoje em dia. Até hoje pagamos uma conta pesada pelos devaneios de JK. Levar a capital de uma região maritima e mundialmente conhecida para um lugar no meio do nada... sei não... parece que os caras não queriam que o povão soubesse de tudo que poderia rolar por aquelas bandas. Garfaram o Rio de Janeiro, mais uma vez, de forma covarde e invejosa. Para diversos amigos que são do exterior, eles dizem que acham que a nossa capital é o Rio de Janeiro.
Além da conta sobre a construção, nem é preciso dizer sobre outras coisas como os Arruda e os Paulo Octávios da vida... O mais estranho é que estar num centro de midia e comunicação, com grande destaque mundial, como era e sempre será o Rio de janeiro, poderia causar transtornos para aqueles mequetrefes e suas reais intenções. Porem parece que nunca imaginariam que um dia a comunicação seria quase instantânea e que logo saberiamos de tudo. Falam muito de JK como grande estadista e tudo mais, porem poderiam falar desta continha que ele deixou nas nossas mãos. Morei em Brasilia por dois anos e logo depois em Anapolis (GO), então posso falar com propriedade do lugar. Muitas coisas acontecem em Brasilia que normalmente não sabemos pois existem diversas leis que restrigem certos fatos no planalto central.
Enfim, não vejo o que comemorar... até porque estou de plantão... No EUA não tem este feriado lá e logo assim, estou trabalhando... faz parte !!!
Um grande abraço e fiquem com Deus
quinta-feira, abril 15, 2010
Mantenham as tradições - Coluna ChampCar Brasil
O ano está passando mais rápido que esperado. É incrível ver que estamos rumando para segunda quinzena de abril e a chegada de maio é o grande desejo dos fãs. A Indy (para mim, continua como IRL, pois a Indy original foi "morta" no final de 1995 e o seu assassino está solto por aí) está chegando a Indianápolis em algumas semanas. Muitos pilotos estão se movimentando para tentar chegar as 500 milhas, algo que não me agrada muito, já que a maioria é somente corredores, não verdadeiros concorrentes ao título.
O Graham Rahal está entre os que buscam uma oportunidade sendo que a questão financeira é o grande obstáculo ao seu objetivo. É possível até uma zebra e ele vencer a tradicional corrida de Indiana, pois esta é uma prova diferenciada, apesar disso ele não terá equipamento suficiente para lutar pelo cobiçado troféu. O que deve estar passando em sua mente é disputar todo o campeonato.
Outro piloto que passa pela mesma situação é Paul Tracy. Mesmo não concordando com algumas opiniões e atitudes dele, contudo, não há como negar que se trata de um vitorioso, um campeão. Parece ser uma espécie de discriminação por ele ser um cara autêntico. Em algumas ocasiões, falar o que pensa pode ser um tanto complexo, entretanto admiro pessoas assim, já que também costumo agir da mesma forma, sempre que possível. Às vezes o silêncio é uma das grandes estratégias de um profissional. Não é sempre que se conhece a idoneidade da pessoa que está do outro lado com o bloco e um gravador em punho. Hoje vejo ocorrerem situações que me entristecem em demasia.
No fim dos anos 1980 e começo dos 1990, quando esse colunista era somente um adolescente com 14 anos, o calendário da Indy Car World Series tinha sua primeira etapa sempre no tradicional oval de Phoenix, deixando os carros, logo em seguida, o deserto do Arizona rumo a Long Beach, na linda e ensolarada Califórnia. Nesse período do ano, entre o final de março e/ou início de abril, todas as atenções da mídia e torcida eram direcionadas para aquela prova praiana, que para muitos – eu entre esses -, tratava-se de um campeonato a parte. Eram tempos em que, com toda a justiça, Emerson Fittipaldi e muito raramente Raul Boesel, tinham seus passos acompanhados da mesma maneira que os nossos representantes na Fórmula 1.
A Indy 500 possui algumas tradições muito bacanas que eles fazem questão de preservar. O fato de o vencedor tomar leite no Círculo da Vitória, ritual que começou nos anos 1930 vem de um acordo entre as cooperativas de leite do estado de Indiana, um dos produtos mais importantes da economia local. O Troféu Borg-Warner, bancado por uma famosa fornecedora automotiva de Michigan, introduzido em 1936, é outro símbolo importante. Já a pomposa premiação, na faixa de alguns milhões de dólares, é bem real.
Existe também o desfile no dia anterior a prova com a presença de todos os pilotos. Temos ainda a foto oficial, com todos os 33 pilotos presentes, na Bolsa de Valores de Nova Iorque. Muito interessante, é a confecção dos ingressos da prova com o rosto do vencedor do ano anterior, homenagem repetida por seis vezes até aqui. A classificação é um espetáculo quase tão importante quanto à corrida em si, ocorrendo à definição do pole position, também conhecido como Pole Day, sete dias antes da prova. A linha de tijolos, que marca a linha de chegada, é outra reverência aos homens e mulheres que desafiaram uma pista voraz, arriscando suas vidas pela vitória.
Considero aqueles pilotos antigos verdadeiros astros, numa época na qual frescuras como assessorias de imprensa, empresários, massagistas e preparadores físicos eram exclusividade das estrelas de cinema. Eram tempos em que os pilotos muitas vezes metiam a mão na graxa para fazer os reparos e ajustes nos seus carros. O prêmio não chegava aos valores de agora, mas com certeza, para algumas dessas legendas, terem seus rostos imortalizados no Borg-Warner valia mais que todo o dinheiro do mundo.
Infelizmente, para este ano, parte dessa tradição quase centenária vai ser destruída. Em 2010, teremos apenas 18 dias de atividades, com mês de maio não mais exclusivo para as 500 milhas de Indianápolis, pois teremos o GP do Kansas logo na primeira semana do mês. Sei que os tempos são outros, porém não concordo em retalhar a programação da prova mais rentável da categoria. Ainda mais se levarmos em conta que somente poucas corridas da temporada regular dão lucro. Tanto é verdade que, quando o campeonato chamado Indy 500 se encerrar após 200 voltas do dia 30 de maio, veremos diversos pilotos e equipes com sérias dificuldades orçamentárias para concluir o restante do ano. Tem sido assim desde a cisão em 1995.
Um abraço e fiquem com Deus.
terça-feira, abril 13, 2010
sexta-feira, abril 02, 2010
Á Ele, toda honra e glória
sou muito reservado no que diz respeito a minha opção religiosoa pois gosto do meu espaço
e odeio quando vem me empurrar algo na qual não acredito como tantas crenças estapafúrdias e diversos pilantras que aparecem dizendo que fazem isso ou aquilo... assim sendo gosto de ter o meu espaço e a minha fé... Mas estes últimos dias têm sido de júbilo e vitórias... Não gosto de fanatismo ou coisas assim mas confesso que não consigo me controlar... Estou estasiado... Deus tem feito coisas maravilhosas na minha vida há pelo menos quase 34 anos e nem sempre percebi como e porque... Mas tenho sentido algo mais forte... Nunca neguei que fui criado dentro de um lar onde o evangelho de Deus é uma base forte e que sou um pecador e coisa assim... e isso é uma confissão pública... já errei muito, já fiz coisas que hj não passam por minha cabeça e quero não mais errar !!! Deus é maravilhoso ao extremo e não há nada que possa citar isso como comparação... até porque Ele é unico !!! Esta é poca do ano serve para que uma frase seja dita por todo aquele que conhece o Sr Jesus... não deseje uma feliz páscoa.... Afirme, com todas as letras, que ELE RESSUSCITOU !!!! Um feliz feriado ã todos.
segunda-feira, março 29, 2010
Coluna ChampCar Brasil
Entre trancos e barrancos o GP do Brasil (São Paulo Indy 300) da Fórmula Indy foi muito divertido. Há tempos não tínhamos no Brasil uma cobertura televisiva como a vista nos dias de treinos e corrida na capital paulista. Existem várias coisas que devem ser melhoradas, mas a partir de agora, não existirá o fator tempo jogando contra a organização. A pista, por exemplo, tinha um desenho muito interessante. Infelizmente houve o deslize com relação à aderência da reta do sambódromo e é justamente esse aspecto que eu queria tecer maiores observações. A cidade de São Paulo teve uma grande habilidade para solucionar o problema. Eles foram rápidos quando era necessário ser e isso deixou os norte-americanos, conhecidos por serem excessivamente bitolados, de queixo caído.
A influência econômica e o poder político muitas vezes fizeram com que provas, mesmo não possuindo as condições mínimas técnicas e de calendário para serem executadas, fossem disputadas. Lembro certa vez, em Cleveland, onde o asfalto do Burke Lakefront Airport estava literalmente esfarelando em determinados trechos. Qual foi a decisão da Cart no meio da prova transmitida para 200 países? Remendo com cimento de secagem rápida. O Luciano do Valle e a turma da Bandeirantes não acreditavam quando viram aquilo. Então é bom deixar claro que ondulações existem em qualquer pista de rua no mundo inteiro em quantidades maiores ou menores. Isso ocorre inclusive em determinadas pistas fechadas, mas essa é pauta para outra coluna.
Outro episódio ocorreu em 2000, ano de renascimento da Penske. A prova de Nazareth seria a primeira do certame no "quintal" do Roger Penske. Aquela semana estava fria, entretanto havia um tempo limpo e um discreto sol, dando um chame aquele lugar não tão atrativo assim já que o grande interesse para a Penske e os outros times era a proximidade daquele acanhado oval em relação à Nova Iorque e as sedes de grandes empresas investidoras na Cart. Os treinos e as outras atividades transcorriam normalmente. A pressão por uma vitória por parte da Marlboro sobre Roger era grande, pois a última conquista havia sido no distante ano de 1997. Mas um fator mudaria todo este cenário. Na madrugada do domingo, uma tremenda nevasca fora de época chegou e tornou impraticável qualquer atividade de pista. Enquanto os times e a organização desmontavam e transportava toda a estrutura os pilotos faziam bonecos e guerra de neve para alegria dos fotógrafos. Dificilmente vamos ver algo parecido na Fórmula 1.
Fosse qualquer outra, exceto as 500 milhas de Indianápolis, a corrida de Nazareth teria sido cancelada e o seguro acionado para cobrir as despesas, os ingressos devolvidos e ficaria uma tremenda mancha na reputação daquela comunidade (lembram do Texas?). Mas como se tratava da pista predileta da Penske Motorsports (ainda por cima sede da organização e antiga casa da Penske Racing), que ficava vizinha a cidade, Roger pressionou a Cart e os outros chefes de equipe sobre a importância financeira de se realizar a corrida. Remarcou-se para a semana posterior a etapa do Rio de Janeiro.
Valeu à pena, pois tivemos um dia histórico. Gil de Ferran levou a turma de Reading a sua 100ª vitória em corridas da Indy. Para nós brasileiros a alegria foi ainda maior já que Maurício "Big Mo" Gugelmin chegou em terceiro. Ferran chutou a urucubaca para longe e vencendo, mostrou a todos que aquele ano seria da Marlboro Team Penske e desse talentoso franco-brasileiro.
A força de Roger Penske apareceu outra vez no caso da migração da equipe para IRL. Por conta de sua decisão, as rivais Ganassi e Green (atual Andretti Autosport), parte dos patrocinadores e a televisão que transmitia a Cart seguiram os seus passos. Seu motivo principal foi ser contra a entrada do fundo de investimento ISL na categoria. O tempo mostrou que Roger estava correto em sua linha de pensamento.
Não que o Capitão seja infalível. Muito pelo contrário. Um dos seus mais famosos erros de avaliação ocorreu no Bump Day da Indy 500 de 1995 e ele até hoje se cobra por isso. Apostar em Alex Baron e Tarso Marques foi também duas escolhas grotescas. Para finalizar, a teimosia de manter o desenvolvimento de um projeto lindo, porém fracassado, como eram os modelos PC27 e PC28, mostram que pessoas obstinadas também têm seus dias ruins.
Mesmo nas vacas magras, homens como Roger Penske continuam sendo admiráveis, verdadeiros mitos vivos. É para ele que dedico essa coluna.
Um grande abraço e fiquem com Deus.
sábado, março 20, 2010
Ayrton 50 anos... saudades... e coisas mais !!!
Aquele video em que e visto observando o carro da Williams dentro do box era algo super natural e ele fazia sempre... Vamos lembrar do herói dentro e fora das pistas. mas sem este papo de endeusamento e coisas assim... Ele mesmo nao aceitaria esta pataquice.Saudade é uma coisa estranha pois muitas vezes somente percebemos isso quando realmente perdemos alguém que consideramos especial. Pode ser o pai, mae, amigos, animal, um amor... e algo estranho. Ja senti saudades de muitas coisas que hoje nao passam de meras lembranças sem importancia e as vezes me pego lembrando de coisas que, por mais tempo que se tenha passado, ainda dói muito e parece que esta perda ocorreu ontem. Minha cadela rottweiller Diana morreu há 3 anos e as vezes me vej
o lembrando dela e de seu companheirismo. Sinto tb falta de meus pais, do Rio de Janeiro e diversos amigos queridos que es
tao em diversos lugares no país e no mundo... mas também sou feliz com as coisas que estao ocorrendo nestes ultimos 36 meses. Coisas de carater pessoal, profissional, afetivo... em breve falarei mais sobre isso. Morar no Rio Grande do Sul trouxe coisas muito positivas em minha vida e tem sido neste tempo que tenho vivido.Uma vez uma amiga francesa me disse que uma das palavras mais bonitas que achava na l
ingua portuguesa era SAUDADE. Achei estranho pois saudade pode refletir uma coisa triste mas podemos lembrar de tantos momentos gratificantes em nossas vidas. Coisas de infancia e ate o encontro de um grande amor. Ate hoje tenho um ferrorama (XP200) que ganhei no natal de 1983. Era uma época dura mas as coisas haviam melhorado para minha familia e um garoto de 7 anos ganhar algo que tanto queria era demais. Até os dias atuais, conservo-o guardado nao apenas como um brinquedo.
mas uma deliciosa lembrança.Saudade é isso... e hj a saudade é do nosso campeao e para mim, de outras coisas também.
Grande abraço e fiquem com Deus.
sexta-feira, março 12, 2010
Rio de Janeiro, um país...
Confesso que ainda não vejo isso com bons olhos em sua totalidade uma vez que seria romantismo demais. mas creio que uma ameaça real, não uma ação vazia como ocorre no Rio Grande do Sul com seu fanatismo racista, pode provocar abalos na nação...
Mas ainda creio que o poder em Brasilia não permitirá esta barbárie contra o Estado...
Ibsen Pinheiro - Petroleo no Rio de Janeiro
oduzido por determinados estados deveriam ser fatiados entre os que NÃO produzem... Achei estranho a postura de um gaúcho falar em divisão quando estes são considerados os mais elitistas e egoistas. Confesso também que no fundo desta história, algo me orgulhou muito. O povo do Rio de Janeiro resolveu acordar e lutar pelo aquilo que é seu de direito. O território é nosso e o que nele existe também.Acho que já basta esta esculhambação ao Rio de Janeiro. Desde o "ilustre" JK que tanto nos prejudicou até ações recentes do atual governo, este Estado foi severamente projudicado e o fato em si que acharam que tal ação como este do citado deputado colorado - além de tudo o "ilustrissimo" politico é dirigente do Inter de Porto Alegre -pudesse soar que o Rio de Janeiro seria uma zona livre onde qualquer paspalho poderia fazer o que bem entender. Mesmo morando numa terra distante, fiquei muito feliz em ver a mobilização da politica local deixando de lado possíveis diferenças para que um velho ditado fosse, mais do que nunca, colocado em prática. A UNIÃO FAZ A FORÇA !!! E o povo do Rio de Janeiro está de parabéns !!!
Força Rio !!!!
Quando a grana esta curta - Champcar Brasil
Espero que os amigos leitores estejam gozando de boa saúde e bem motivados para esse ano que mal começou, pois sabemos que aqui no Brasil, a engrenagem só volta a girar após os festejos de carnaval. Muita coisa aconteceu no mercado da Indy nesse final de outono nos Estados Unidos e verão quente e chuvoso, em terras brasileiras. Estamos começando outra temporada, e neste ano, a abertura será no improvisado circuito do Anhembi Parque. Por motivos políticos e comerciais, foi necessário construir um circuito de rua.
Particularmente, adoro o pitlane desse tipo de circuito, por toda atmosfera envolvida e a proximidade que o público tem da ação na pista e o cenário que uma grande metrópole como São Paulo, com sua Selva de Pedra, nos apresenta. Ainda temos o grande desafio imposto aos pilotos que correrão no domingo sem praticamente conhecer o traçado. Teremos um grande evento, mas longe do impacto que representou o GP do Rio de Janeiro de 1999, considerado uma das melhores provas da história da antiga Cart. Essa façanha foi fruto de muito planejamento, que começou a ser realizado quando ainda faltavam mais de 100 dias para o começo do evento.
Na etapa paulistana, além dos problemas comuns a toda corrida realizada dentro de uma cidade, o local escolhido para sediar a prova recebeu o desfile das escolas de samba da cidade, encurtado ainda mais o já apertado cronograma de obras. Mesmo assim, acredito no talento de determinação dos envolvidos nessa empreitada, tanto quanto dos nossos pilotos que vão nos representar em São Paulo. Todos sabem que particularmente não irei torcer por piloto algum, mas por certa equipe sediada em Mooresville, na Carolina do Norte: o poderoso Team Penske.
Novamente eles vêm bastante motivados para levar o campeonato que não conquistam desde 2006 com Sam Hornish Jr. Porém eles não terão uma tarefa das mais fáceis. A dupla da Ganassi, que levou os últimos três campeonatos, e Tony Kanaan serão os competidores a serem batidos. Apesar de tantos ingredientes interessantes para termos belas disputas o grande assunto na Fórmula Indy não se encontrar no ambiente esportivo. O destaque é a grave crise financeira que se abate sobre a categoria.
O problema, que se acentuou no final de 2008, com a grande recessão da economia dos Estados Unidos, parece não ter solução de curto prazo. A conseqüência disto está bem visível na diminuição de patrocínios nos carros e na quantidade de placas publicitárias. No auge da saudosa Cart, os bólidos de uma equipe do nível da Newman Haas não tinham espaço suficiente na carenagem para estampar seus anunciantes, tamanho era a procura das empresas. Times como Ganassi, Green, Forsythe também eram mantidas por grandes marcas.
Agora a realidade é diferente. Diversas equipes tradicionais se viram obrigadas a fecharem as portas, enquanto as remanescentes lutam para sobreviver. Com isso temos cada vez mais a presença de pilotos com qualidade duvidosa, mas muito dinheiro, pilotando em equipes antes consideradas estruturadas. A exceção que confirma a regra é o tremendo esforço despedido por Penske, Ganassi e Andretti (com Tony Kanaan e Ryan Hunter-Reay) para manter suas estrelas, que sempre são assediadas pela Nascar.
Não foi por acaso que a Penske, a mais tradicional e vitoriosa equipe, depois de quase 20 anos, trocou as tradicionais cores vermelho e branco de seus carros, dando espaço a uma pintura onde predomina o preto e o branco. Isso aconteceu graças à saída do seu principal patrocinador, a Philip Morris, que desde 1990 estampava a marca do cigarro Marlboro na equipe.
Enquanto Hélio Castro Neves e Ryan Briscoe representam a Penske Racing, divisão encarregada das corridas de Indy, Will Power terá a seu dispor os mecânicos e engenheiros oriundos da Penske Motorsports, antigo programa do time na American Le Mans Series e Grand-Am. Os dois primeiros pilotos não possuem um grande patrocinador estampando os espaços deixados pela Philip Morris. No caso de Power, ele é apoiado pela Verizon Wireless, uma companhia de telecomunicações.
Para uma equipe tradicional como a de Roger Penske não ter o apoio de grandes marcas é um forte sinal da grandiosidade dessa crise. Minha esperança para o fim dessa época de trevas reside na mudança de comando no corpo dirigente da Indy. Sai à polêmica e excêntrica figura de Tony George para dar lugar a Randy Bernard, executivo de grande nome no mercado de entretenimento. Quanto mais profissionais competentes substituírem os membros da família Hulman nas decisões sobre os rumos da Indy Racing League melhor será. Eles demonstraram que não sabem administrar as questões relativas ao esporte.
Infelizmente tenho uma nota triste para concluir a coluna. A Fórmula Atlantic, categoria de base com 36 anos nas pistas dos Estados Unidos e Canadá, não será realizada em 2010. Uma pena que um grande campeonato, formador de talentos como Gilles Villeneuve, não possa cumprir sua função. Espero que seja somente um até breve. Mas, quando a grana está curta...
Quando a grana esta curta - Talento X Dinheiro
Faz duas semanas, durante os treinos da Fórmula Indy no Barber Motorsports Park, o veterano canadense Paul Tracy deu declarações polêmicas sobre a situação dos pilotos da América do Norte no campeonato, que cada vez mais utiliza estrangeiros cheios de dólares em detrimento aos pilotos locais. O desabafo do piloto e sua frustração por não estar presente em todas as provas desse ano, também são compartilhados outros representantes locais, que tem poucas chances no atual cenário da Indy.
Nesses tempos de crise financeira norte-americana, o dinheiro fala ainda mais alto, sendo esse sempre é o principal aspecto para se definir uma vaga numa equipe. Isso é um absurdo tremendo, pois o esporte perde seu foco – fazer um belo e emocionante espetáculo para o público -, deixando de contar com os melhores competidores e por consequência espantando patrocinadores e os fãs. Porém o automobilismo é uma atividade que requer grandes somas financeiras. Sem esse combustível a máquina para.
Há anos venho comentando - já não sou nenhum garoto que descobriu o automobilismo vendo Dan Clarke e Bruno Junqueira na pista - que o mercado dos Estados Unidos se fecham em torno da Nascar. Alí é um território quase que totalmente estadunidense. A Indy, desde 1985, quando Emerson Fittipaldi venceu as 500 milhas de Michigan, recebe grande quantidade de pilotos que buscava oportunidades fora da Fórmula 1 e Europa, buscando na América seu eldorado.
Faz anos que os Estados Unidos não formam pilotos de monoposto como deveria. Espera-se muito do Marco Andretti, mas parece que seu tempo está passando. Danica Patrick a não considero uma piloto de verdade. Vejo-a como um grande elemento de marketing, mas pilotar com aquele olhar guerreiro, ela não consegue. Falta capacidade. Ao menos abriu as portas para outras mulheres, como a nossa Bia Figueiredo e a Simona de Silvestro, terem uma oportunidade na profissão. Já o A.J. Allmendinger desistiu de ser piloto de Indy, preferindo andar no pelotão dos retardatários da Nascar. Graham Rahal ainda não tem assento para este ano, mas o que fez de tão grandioso em sua carreira?
E esse problema de falta de talento não ocorre somente no lado norte-americano. Temos alguns exemplos brasileiros, como os de Bruno Junqueira e Mário Morais, que correram até onde foi possível, porém chegou um momento que suas atuações "brilhantes", com meros lampejos de brilhantismo, não foram suficientes para a manutenção deles em alguma equipe. Carl Haas percebeu que Junqueira não pilotava no mesmo ritmo do Bourdais e do Servia. A vida que se segue, o pelotão continua a andar, assim como andou para Paul Tracy.
Tenho imensa admiração pelo Tracy por ter seguido o fluxo contrário dos dissidentes que migraram para a IRL e permaneceu na Cart, colocando em xeque sua reputação. Isso foi uma prova de que caráter é uma qualidade que poucos homens, como um Tracy, ainda possuem. Mesmo assim, não concordo com o desabafo dele sobre os pilotos locais estarem sendo colocados para fora por questões comerciais. Não é só isso. A questão técnica também influencia muito. Mas é verdade que um certame norte-americano, com empresas locais anunciando, não pode sobreviver sem os pilotos da terra. Este é o grande desafio proposto à nova administração da IRL.
domingo, maio 24, 2009
500 Milhas de Indianápolis
Salve pessoal,foi mto emção para apenas uma tarde. Confesso que assisti as três vezes que Helinho e o Team Penske cruzaram o Brikyard line em primeiro lugar mas esta tem uma emoção em especial já que há dois meses atrás todos o condenavam.... e a justiça americana inocentou-o de todas as acusações - não houve acordo entre as partes. Fou uma mega virada.
Todos sabem que não gosto mto das lucuções do Luciano do Valle mas hj ele foi mto bom... mesmo com diversos erros e falhas - creio que isso não mudará mais - ele me emocionou com uma expressão linda... "Cidadão Brasileiro", referindo-se ao Helinho... Foi demais....
Engraçado que há 20 anos assisti a minhas primeiras 500 Milhas completas. Tinha 12 anos e morava em Brasilia... Emmo ainda guiava para a Patrick e muitos destes ainda nem deveriam correr no Kart. Enfim... naquela época um carro Marlboro guiado por um brasileiro cruzou em primeiro... 20 anos depois o filme se repete. É uma glória para o Brasil, para nossa população. Devemos celebrar isso pois poucos são três vezes vencedores lá.
Apenas uma pergunta... o que o Emerson Fittipaldi deve estar pensando ????
Sobre Mônaco, até achei que teriamos mais emoção mas parece que a F1 está carente de algo que está cheio em Indy.... Duas partes da tríplice coroa já foram completas, resta agora as famosas 24 horas.
abs, boa semana e fiquem com Deus.
sábado, maio 16, 2009
Frio...
Pois é... Pouco mais de 180 dias !!!
Abs
Anjos e Demonios e automobilismo de classe A
estava numa tremenda correria - como sempre. Enfim, ontem fui a estréia de Anjos e Demônios... Como qq filme baseado em livros ocorreram muitos cortes e alguns personagens-chave não estiveram presentes mas confesso que a história foi fantástica. Com certeza foi um dos melhores livros que já li. E lembro bem que lia esta bela obra enquanto o mundo acompanhava o conclave que promoveria o cardeal Josef Ratzinger ao posto mais alto do catolicismo romano.
Enfim... foi uma leitura deliciosa e este filme me fez lembrar de que a complexidade do enredo fez com que chegasse a diversas conclusões antes do fim mas que no final mesmo, a história guardava diversos segredos.
No próximo final de semana a tríplice coroa do automobilismo mundial tem duas das três pernas. Na parte da manhã, o tradicional GP de Mônaco de F1 e a tarde, as 500 milhas de Indianápolis. Será um domingo de muita emoção.
É isso !!! Grande abraço.
sexta-feira, maio 01, 2009
15 anos de saudades....
Salve pessoas,
Bom feriado antes de tudo. Enfim... Há 15 anos, o grande herói brasileiro foi embora de forma tão dura e rápida que nem deu pra dizer adeus... Um cara que era o filho, genro, irmão que todos gostariam de ter pela sua obstinação e carisma... Sei lá... Confesso que estes 15 anos passaram de forma muito estranha.
Lembro disso, pois estava recém chegando de volta ao Rio de Janeiro depois de dois anos vivendo no centro-oeste brasileiro (Morava em Goiás) e arrumava ainda o novo apartamento... Enfim, era o GP de Imola, uma pista que favorecia o carro da Williams já que o Adrian Newey sempre foi de fazer carros revolucionários e depois de alguns anos os carros estavam “limpos” já que conceitos como suspensão ativa não estariam presentes em 1994.
Era um ano para ser mão especial... Dois tetra-campeonatos mundiais em disputa (Futebol e F1) de duas paixões do brasileiro. Lembro até hj de determinados horários. As 09H22 (Hora de Brasília) ele bateu, chegou ao Hospital Maggiore e as 13H41 a Dra. Maria Tereza Fiandri anunciou algo que não queríamos ouvir. Ratzenberger havia morrido na pista e o anuncio daquele falecimento cancelaria na hora a prova. Com o acidente de Rubens Barrichello já seria um sinal e que algo estranho estava no ar. A pancada entre JJ Letho, Pedro Lamy e Nicola Larini já deixou algo de estranho... A demora do atendimento de pista e a pressa depois para por o corpo no helicóptero. Olha... Eu ficaria aqui escrevendo as minhas indignações, pois tinha muita vontade de escrever algo assim há pelo menos uns 14 anos. Como um dia o mestre Edgard de Mello Filho disse, falar do Ayrton era muito fácil. O duro é administrar a saudade.
Só não acredito neste lance de que ele previu a morte ou coisa assim. A Globo foi muito sensacionalista quando focou no campeão olhando, de forma perdida, para o carro. Ele sempre fez isso e nunca ninguém falou nada. Soube que havia problemas de família em relação a sua namorada à época, Adriane Galisteu, mas nisso eu não me meto.
Fica aqui uma pequena homenagem entre tantas que muito estão postando por aí. Uma amiga francesa me disse uma vez que a palavra da lingua portuguesa mais bonita que já ouviu era simplesmente uma das quais não gostamos... Saudade. Fica, então, a saudade e as lembranças não só do piloto Ayrton Senna, mas do brasileiro e do “amigo” de cada final de semana de grande prêmio, das madrugadas felizes... Enfim... É isso.
Abs
domingo, abril 19, 2009
Team Hoyt
eu já escrevi aqui no Blog sobre este exemplo de familia, algo maravilhoso que só o amor e a perseverança pode fazer com que o sonho torne-se realidade. A história desta familia é algo fantastico e me deixa realmente emocionado já que isso é, antes de tudo, perseverança e a mostra que qdo quer, o limite para o ser humano é apenas o proximo passo a ser batido.
http://www.youtube.com/watch?v=flRvsO8m_KI
Fica esta mensagem de domingo... a vida não é um passo que deve ser bloqueado e sim um objetivo que Deus nos deu para que, cada dia mais, sejamos melhor do que ontem e prontos para amanhã !!! Uma otima e abençoada semana para todos nós !!!

Uma semana corrida e festiva...
Uma semana bombada no trabalho com muitas novidades agradaveis assim como uma otima noticia no final da sexta-feira. O Helinho foi liberado pela justiça estadunidense... ficou provado que não houve má índole no processo. Conheço a familia e sei que são gente descente !! Enfim, fiquei mto feliz em ver que a Penske já estava com tudo pronto para esperar o campeão... Demais mesmo.
Casamento de um casal de amigos mto divertido... sempre começamos sérios e formais e no final, estamos sempre no "bagaço" de tanta farra. Ao Tiago e Fernanda, os meus sinceros votos de felicidades e que Deus os abençoe !!! Acho que o próximo serei eu !!!!
Inicio de festa...
No final...
domingo, abril 12, 2009
Pais e filhos....
postei um video de homenagem aos meus pais... feito com muito coração.... Creio que vale a pena perder alguns minutos... É de coração !!!

Feliz Páscoa para todos !!!
Abs.
Fabio.
