sábado, dezembro 23, 2006

Pessoal,

Desejo a todos os membros um tremendo e maravilhoso natal. Natal esse que celebramos o nascimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Rei dos reis !!!

Em nome de Jesus Cristo !!!

Fabio - Hyder - Azevedo

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Olá pessoal, espero que estejam todos muito bem. Uma tremenda correria e novos projetos surgindo. Manter o comprometimento e a determinação não é uma tarefa fácil, mas é muito gratificante ver os resultados e ver como as coisas acontecem. Confesso que, pelo tanto de coisas com a qual estou comprometido, profissional e pessoalmente falando, deu um branco no que escrever. E resolvi buscar inspiração correndo em volta da Lagoa. Para quem mora na cidade maravilhosa ou conhece este lugar tão lindo, sabe bem do que estou falando. Um belo dia realizei um dos meus sonhos que era entrar neste mundinho fechado e restrito que era do mundo da Formula Indy (hoje em dia Champ Car). E de cara conheci o cara que, depois de Ayrton Senna e Rick Mears, era o grande ídolo no esporte. Estou falando de Al Unser Jr.
Como sempre faço, não vou utilizar este espaço para biografias ou estatísticas sobre a carreira ou coisas assim, mas quero aproveitar este espaço para falar da simpatia, paciência e grande capacidade de pilotar deste cara que, mesmo sofrendo o pior ano da Penske, com alguns parafusos na perna direita, com a filha sofrendo de leucemia e o casamento sendo deteriorado junto com um vício horroroso pelo cigarro, jamais deixou que seu desempenho ficasse abaixo de seu histórico profissional. Lembro que as primeiras palavras que falei para ele, após esta escala de ídolos, eram sobre a minha ira em um primeiro momento contra ele e como isso fez ser um fã muito grande deste cara. Tudo começou nas 500 milhas de Indianápolis de 1992, pois com um carro relativamente ruim – o Galmer – em relação aos Lolas e Penske, ele conseguiu vencer e vencer com estilo. Ali eu vi que este cara não era um piloto qualquer. O Bicampeão da Cart e duas vezes vencedor das tradicionais 500 milhas era considerado por muitos, como o Nigel Mansell da Cart, só que muito melhor.
Depois das tentativas frustradas de Roger Penske de contratar Ayrton Senna, ele não pensou duas vezes e trouxe o veterano piloto da Galles para ocupar o inesquecível carro nº. 31. Era incrível como tinha sorte, pois Fittipaldi, com quase uma volta sobre Unser Jr. em Indianápolis em 1994 conseguiu bater sozinho deixando a corrida e a vitória no colo desta raposa. Conseguiu com estilo a conquista daquele campeonato. Os anos seguintes foram de sucessos menos freqüentes, incluindo-se aí o erro pessoal de Roger Penske na estratégia de classificação das 500 milhas em 1995 e o vice-campeonato do mesmo ano. Em 1996 foi incrível que, com uma tremenda regularidade, chegou entre os quatro primeiros da temporada sem vencer uma corrida. Não por falta de garra ou inteligência, mas o motor Mercedes já demonstrava estar perdendo terreno para os outros.
Em 1998 as coisas estavam muito nebulosas na Penske devido à falta de bons resultados com o novo projeto e as pressões sobre a mais bem estruturada e tradicional equipe do campeonato eram maiores que em qualquer outro time. Mas o piloto não desistia e sempre apresentava grandes espetáculos com um carro bem ruim. Depois de muita discussão, ele conseguiu “dobrar” o tradicionalismo da Penske e fez com que os cofres fossem abertos e três Lolas fossem comprados. Mas nada dava jeito, pois os pneus Goodyear e os fracos motores Mercedes-Benz não contribuíram com nada. Numa mudança total de foco e rota, Al Jr. foi um dos sacrificados. Mesmo assim, saiu como um vitorioso, como um vencedor que não abandonou o barco em momentos críticos, pessoais e profissionais.O que me fez e ainda faz tê-lo como um ídolo é que nunca desistiu e utilizou disso como motivos para ser arrogante como uns e outros que foram tentar o sucesso na Europa e voltaram correndo para a América do Norte. Ele venceu o vício do álcool e conseguiu diminuir a utilização de tabaco.
Ao contrário destes que são amigos e ídolos apenas na frente das câmeras e por fora são o que são arrogantes e mínimos como seres humanos, Al Jr. sempre teve a paciência para entender e repassar bem o que os engenheiros queriam assim como ser um excelente relações públicas de seus patrocinadores e agradar os fãs – como eu, por exemplo. Hoje ele tem como meta colocar seu filho neste mundo onde os campeões não se formam apenas dentro das pistas, mas fora também, honrando e respeitando compromissos assumidos e pessoas. Algo que marcou bastante foi durante a etapa brasileira de 1999 quando ele ia caminhando do paddock ao pit lane com o auxilio de uma bengala. Sentia dores insuportáveis, mas ainda sim conseguiu classificar seu carro. Final da prova teve a humildade de cumprimentar cada membro do time pelo auxilio e bom trabalho efetuado num carro tão bonito, mas tão ruim que dava pena de vê-lo sendo superado facilmente pelos Toyotas da Arciero Wells.
Depois disso, já de roupa trocada, foi conversar com a imprensa e atender a alguns fãs. Lembro de ter desejado melhor sorte nas outras provas e ele, com um sorriso maroto me dizia que só sorte não daria. Foi ali que percebi que um campeão não precisa ser o melhor na arrogância.Falo isso, pois convivi com este time e cansei de presenciar atitudes dignas de um campeão ajudando outros colegas, nunca se negando a trocar informações e sempre, mas sempre sendo um cara que trazia uma boa atmosfera. Na sua aventura na IRL, ele teve a grandeza de parar por um tempo para poder se tratar, pois chegou ao fundo do poço e depois, venceu, categoricamente, em sua ultima vitória.Campeões são formados desta forma. E não pela covardia. Que muitos que foram e voltaram possam estar inspirados neste exemplo de grandeza e humildade!

Um grande abraço e até a próxima.

Fabio "Hyder" Azevedo

segunda-feira, novembro 27, 2006

Nota do Hyder...

Vc já é um vencedor Kiki... Se voltar as pistas ou não, isso não precisa ser provado. Que Deus continue te abençoando !!!!
Cristiano afirma que voltará a correr em 2007
Victor Martins
27/11/2006 - 08:00 - Fonte: www.grandepremio.com.br

Quando as primeiras informações do acidente de Cristiano da Matta brotaram e vieram em avalanche, até alguns familiares analisaram que as possibilidades de sobrevida do mineiro eram ínfimas. O piloto ficou em coma induzido, passou por uma série de cirurgias para retirada de um hematoma cerebral, teve uma parte do crânio extraída, evoluiu lentamente. Em 50 dias, conseguiu o milagre, palavra resumida dos médicos que dele cuidaram, de ser liberado pelo hospital onde ficou internado no estado norte-americano do Wisconsin. Viajou para Miami, apareceu publicamente em uma reportagem num canal especializado em automobilismo e foi para Belo Horizonte. E quem viu o brasileiro e suas iniciais dificuldades motoras e de fala fez ilações de que pouco melhoraria e que sua carreira se tornaria parte da história.

Pois Da Matta surpreendeu, novamente, quase três meses e meio após o choque com um cervo em um treino no circuito de Elkhart Lake, ao confirmar que vai retornar às pistas. O Grande Prêmio conversou por telefone com um Cristiano falante, sem problemas de comunicação e, como ele mesmo enfatizou pleonásticas e empolgadas vezes, "pilhado para voltar".

"Eu estou muito ansioso", declarou "Kiki". "Desde os seis anos que eu não ficava de fora das corridas, e isso tem sido uma tortura para mim, é muito difícil. E eu to quase 100%. O médico me disse que eu tinha de tentar parar de pensar no meu futuro, que isso seria bom para minha reabilitação, me fez até fazer promessa para não ficar pilhado. Mas eu acho que não vou conseguir cumprir, não", brincou.

Cristiano tem andado todos os dias na bicicleta ergométrica e freqüenta academia em sua cidade-natal. "Meu físico está muito bom, eu tenho treinado e mantido a forma. Eu já estou quase pronto", contou. Ainda não foi liberado para fazer trilha nem ir de "bike" às ruas. Carro, também, está descartado.

"Eu também não posso nem jogar bola. Se eu bater a cabeça, posso ficar meio zureta, então vou esperar mais um tempo", disse Da Matta, que pensa em treinar com um kart até no máximo no primeiro trimestre de 2007. "No mês que vem, pelo que disse o médico, eu já vou estar completamente bem", acresceu.

A "pilha" de Cristiano tem uma razão especial. "Eu assisti à corrida da ChampCar (no México) e assisti à da Stock Car no Rio, e fiquei muito animado para sentar num carro de novo". Os reflexos estão sendo aprimorados e tendem a se normalizar, também revelou o campeão de 2002 da F-Mundial, que sentenciou: "Quero voltar melhor do que estava, se Deus quiser..."

Da Matta também afirmou ter acompanhado as mensagens do público por sua reabilitação. "Acompanhei a torcida do pessoal, vi pelo site, quero agradecer demais a todos, não sabia que tinha tanta gente torcendo por mim. Isso me ajudou muito para que eu pudesse me recuperar."

sexta-feira, novembro 24, 2006

Avanti Sandro !!!!


Emocionente e prazeroso ver Alex Zanardi retornar a F1... Muito legal pois mesmo depois do horroroso acidente em Lauzits 2001. É um exemplo de vida e sempre uma motivação extra vê-lo fazer o que mais gosta de fazer, que é guiar carros de corrida, mesmo com certas "limitações"...

Depois do acidente, ele voltou a pista e completou as voltas que restariam para encerrar aquela fatídica corrida. Depois começou a disputar o certame europeu de carros de turismo. Agora este passo. Não duvido em mais programações. E tb queria reforçar como ele motiva as pessoas em volta. Os engenheiros da BMW estavam tentando falar pra ele que seria apenas um simples teste. Depois de retornar aos boxes e repassar as informações aos técnicos, os caras começaram à trabalhar em novos setups e a motivação passou de um simples teste a um evento oficial...

Que exemplos como esse sirvam para não somente os jovens mas para todos aqueles que acham que a vida tem um ponto final antes da morte. Existem muitos desafios na vida mas somos fortes o suficientes para vencê-los.

Parabéns Sandro....
Olá a todos,

Hj vou escrever brevemente sobre uma marca muito tradicional. A Lotus não é tão popular aos olhos dos mais jovens mas quem na minha idade não lembra do lendário Lotus Spirit ? Tive uma grande oportunidade na minha vida quando andei num destes Lotus Spirit na época que a CART possuía um destes para carro-madrinha (Pace Car). Realizei um sonho que muitos pilotos não conseguiram... Andei a mais de 300 km/h.

Está certo que era no banco do passageiro, mas quem quer saber disso? Foi algo realmente muito legal. Daquele 1998 cheio de coisas ruins, algumas coisas muito boas foram destaques na minha vida. Segue abaixo algumas fotos e o logo dos modelos atuais da Lotus: Elise e Exige:

Um grande abraço e fiquem com Deus.



quarta-feira, novembro 22, 2006

Pessoal,

Em primeiro lugar queria apresentar as minhas desculpas pois realmente estas últimas semanas têm sido de muita correria e projetos simultâneos tanto na vida pessoal, profissional e espiritual e acabei deixando o blog de lado. Final de ano... Provas chegando, assumindo novos projetos e tomando outras decisões que requerem tempo e muita oração. Este fim de ano tem sido de grande correria e ao final das temporadas das principais categorias e sem atividades no ciclismo mundial, acabei tomando esta decisão, mas em dezembro tudo voltará a normalidade pois já teremos atividades de pista e as equipes internacionais de ciclismo estarão na pista treinando para a série de competições ao redor da Europa e Estados Unidos.

Mas este escriba aqui vai conseguir conciliar muito melhor esta estrutura... Apenas estarei terminando as provas e reduzindo um pouco o ritmo no Office. Desde já agradeço as “broncas” dos meus 19 leitores pela ausência.

Um forte abraço e fiquem com Deus

OS.: Aproveito para apresentar o meu novo projeto. Todos são livres para visitá-lo

Teia de Oração

terça-feira, novembro 21, 2006

Pessoal, tenho andado muito atarefado mas em breve o Blogo estará sendo atualizado regularmente.

Um grande abraço.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Bem...

apenas para deixar um gostinho.... Uma chegada de arrepiar...

Chegada em Paris
Bem amigos...

fuçando bem.. descobri alguns brasileiros, masem grandes destaques nesta prova. Neste caso podemos citar o saudoso Wanderley Magalhães, que, vitima de cancer aposentou-se cedo e, infelizmente deixou-nos há pouco tempo.

Renan Ferraro:
1986 (desistiu)

Mauro Ribeiro:
1991 (47° na classificação geral; venceu uma etapa)

Wanderley Magalhães:
1994 (desistiu)

Luciano Pagliarini:
2002 (185°)
2005 (desistiu)
Algumas curiosidades:


Vitórias na classificação geral

Lance Armstrong, maior vencedor da história do Tour com 7 vitórias consecutivas.
7.
Lance Armstrong EUA de 1999 a 2005
5.
Jacques Anquetil França em 1957, e 1961 a 1964
5.
Eddy Merckx Bélgica de 1969 a 1972, e em 1974
5.
Bernard Hinault França em 1978, 1979, 1981, 1982 e 1985
5.
Miguel Indurain Espanha de 1991 a 1995

Vitórias na classificação geral (por país)

36.
França
18.
Bélgica
11.
EUA
9.
Itália
8.
Espanha
4.
Luxemburgo
2.
Países Baixos
2.
Suíça
1.
Alemanha
1.
Dinamarca
1.
Irlanda

Mais dias com a maillot jaune (camisa amarela)

96. Eddy Merckx Bélgica
83.
Lance Armstrong EUA
79.
Bernard Hinault França
60.
Miguel Indurain Espanha
52.
Jacques Anquetil França

Mais vitórias no Prémio da Montanha

7.
Richard Virenque França de 1994 a 1997, em 1999, 2003 e 2004
6.
Federico Bahamontès Espanha em 1954, 1958, 1959 e de 1962 a 1964
6.
Lucien Van Impe Bélgica em 1971, 1972, 1975, 1977, 1981 e 1983
Classificação por pontos
6.
Erik Zabel Alemanha de 1996 a 2001
4.
Sean Kelly Irlanda em 1982, 1983, 1985 e 1989
3.
Jan Janssen Países Baixos em 1964, 1965 e 1967
3.
Eddy Merckx Bélgica em 1969, 1971 e 1972
3.
Freddy Maertens Bélgica em 1976, 1978 e 1981
3.
Djamolidine Abdoujaparov Uzbequistão em 1991, 1993 e 1994

Mais vitórias de etapas

34.
Eddy Merckx Bélgica
28.
Bernard Hinault França
25.
André Leducq França
25.
Lance Armstrong EUA

Mais vitórias de etapas no mesmo Tour

8.
Eddy Merckx Bélgica en 1970 et 1974
8.
Charles Pélissier França en 1930
8.
Freddy Maertens Bélgica en 1976
Mais vitórias individuais de etapas (por país)

Os corredores na avenida Champs-Élysées

653.
França
451.
Bélgica
247.
Itália
152.
Países Baixos
101.
Espanha

Fonte: Wikipedia
Olá,

daqui a poucos meses teremos a tradicional Volta da França (Le Tour de France) e não poderia deixar de postar algumas caracteristicas desta porva. O Brasil nunca teve um grande destaque nesta prova pois se algum ciclista brazuca participou, foi de forma independente e sem a presença de uma equipe nacional ou em algum grande time estrangeiro. Mas é uma prova complicada, longa, cheia de variações de pistas em estradas, cidades pequenas no interior e com a triunfal chegada na Champs Elisyess em Paris. Porém, maravilhosa e intrigante para qualquer ciclista, e este escriba que aqui está, não se deixa por rogar....
Os grandes destaques da história recente desta prova são Miguel Induráin que ganhou a prova por 5 vezes consecutivas e abandonou o circuito no auge e o outro não poderia ser ninguém menos que Lance Armstrong. Ele venceu a prova por 7 vezes e também superou uma batalha no fator extra pista. Sofria de um cancer nos testículos e soube superar a doença e a sua própria falta de motivação para lutar e vencer. A sua equipe, US Postal Services, fez toda a estratégia para que o grande campeão tornasse a sua aposentadoria em grande estilo.
A edição de 2006 foi marcada pela desclassificação da própria equipe US Postal Service por razão de Dopping.

Olá,

daqui a poucos meses teremos a tradicional Volta da França (Le Tour de France) e não poderia deixar de postar algumas caracteiristicas desta porva. O Brasil nunca teve um grande destaque nesta prova pois se algum ciclista brazuca participu, foi de forma independente e sem a presença de uma equipe nacional ou em algum grande time estrangeiro. Mas é uma prova complicada, longa, cheia de variações de pistas em estradas, cidades pequenas no interior e com a triunfal chegada na Champs Elisies em Paris.
Os grandes destaques da história recente desta prova são Miguel Induráin
Il leone, The Lion... ou simplesmente O Leão!

Olá pessoal, acho que antes de tudo, o respeito individual e entre o grupo, devem ser mantidos e sempre exaltados por pessoas que convivem e queiram conviver bem socialmente. Escrevo isso, pois muitas vezes percebemos discordâncias, que são naturais num mundo competitivo e que até nos ajudam a melhorar e mais a cada dia. Mas existem certas atitudes que realmente me deixam meio irritado, mas consigo ficar quieto em minha opinião. Mesmo que a irracionalidade tome conta de outras pessoas. Escrever sobre o Greg foi muito difícil e digo que já li e reli esta coluna diversas vezes. Assistindo alguns vídeos sobre o passado da Cart pude ver como era a transmissão da TV canadense. Era incrível como a narração para o Greg era mais vibrante do que para o Jacques Villeneuve ou Paul Tracy – conterrâneos com muito mais tradição no automobilismo do que ele.

Falando em tradição e história e na tradicional história da Cart – hoje em dia conhecida como Champ Car – não poderia deixar de falar de mais uma grande lenda que, mesmo rapidamente, conquistaram todos. Em 1992, mais precisamente em setembro, no autódromo de Monza, il Leone Nigel Mansell assombrou o mundo anunciando que deixaria o circo da F-1 e estaria migrando para o emergente campeonato da PPG Indy Car World Series. Tenho certeza que todos os participantes daquela coletiva não acreditavam no que ouviam. Jim McGee, que estava lá, anonimamente, representando o time de Lincolnshire sorria como uma criança quando ganha aquele desejado brinquedo. Até Bernie Ecclestone tentou dissuadi-lo da decisão, mas não houve jeito. Mansell na Cart já era algo real. A adaptação dele na categoria, no time e no ambiente foi muito rápida e simples como a categoria. Emerson Fittipaldi, que seria seu grande rival durante aquela temporada, tratou de apresentar a todos o campeão mundial de Fórmula 1. A chegada do Leão impactou a Cart no mundo inteiro e Paul Newman sabia que tinha acertado na aposta pois estava perdendo Michael Andretti para a McLaren e a categoria européia estava levando um revés que não esperava. Que campeonato foi aquele. A Rede Manchete assumiu as transmissões com Téo José, Dedê Gomes e Luiz Carlos Azenha (o primeiro comentarista foi o Edgard de Mello Filho – graças a Deus foi só uma corrida).

Tudo era novo e a atmosfera era maravilhosa. A categoria realmente crescia muito e fora dos Estados Unidos.Vencendo logo na estréia e com uma disputa apertada com Emerson Fittipaldi, Paul Tracy, Arie Luyendyk, Mario Andretti e Raul Boesel correndo por fora. A chegada de Mansell na Newman Haas também marcou o fim de uma era na equipe, pois Mario Andretti havia imposto uma cláusula que somente parentes seus poderiam correr lá enquanto ele fosse piloto. Carl Haas era uma felicidade só enquanto Roger Penske tentava dar um troco ainda maior trazendo outro ainda maior. Ayrton Senna era freqüentemente cortejado para um terceiro carro. Posso ter certeza de uma coisa. Se Ayrton aceitasse, 1994 seria uma temporada dos sonhos. Mansell não teve vida fácil, mas conseguiu um grande triunfo, pois conseguiu ser campeão seguidamente nas duas maiores categorias do automobilismo mais importantes do planeta. Faltou a vitória em Indianápolis, mas a falta de experiência em ovais, relargadas em movimentos, mas, antes de tudo, a grande estratégia e talento de Emerson e da Marlboro Team Penske.

O que mais assustou Mansell foi o forte acidente em Phoenix pois o susto foi grande mas, graças a Deus, não ocorreram maiores problemas. Mansell sempre foi muito sincero e honesto em suas atitudes e não esqueço de dois comentários seus: Que Jim McGee era o mais competente chefe de equipe que já teve na vida e que quando ele pensava em automobilismo de verdade, ele lembrava de seus anos na Indy, hoje Champ Car.A temporada seguinte foi muito apagada para todos na Cart e não foi diferente para Nigel Mansell e a Newman Haas, pois os motores Ilmor e o revolucionário chassi Penske PC23 dominaram a categoria de forma absurda. Fora que em Indianápolis a equipe estreou o potente e vigoroso motor Mercedes Benz. Realmente a concorrência era entre os três pilotos da Penske, Al Unser Jr, Emerson Fittipaldi e Paul Tracy. Fora que Mansell ainda correu em quatro GPs pela equipe Williams. Na França foi ao meio da temporada da Cart, mas houve liberação. A categoria e a equipe estavam frágeis demais devido ao terrível acidente que vitimou Ayrton Senna.

Como a temporada nos Estados Unidos acabou mais cedo que as temporadas européias, Mansell assumiu o lugar de David Coulthard, mas os resultados foram muito fracos. Alguns meses depois, se cogitou seu retorno, mas não houve continuação nas negociações e Mansell apenas retornou as competições oficiais em alguns eventos do BTCC, campeonato britânico de carros de turismo e depois na GP Masters. Mas sempre da mesma forma que encantou a todos nos anos 1980 e 1990. Com muita garra e sempre com todo espírito de luta e gana para vencer, mesmo sem o melhor equipamento, era certeza de show. Por isso era adorado pelos italianos, por seu estilo feroz. Daí, a origem do apelido "il Leone".

Um grande abraço e até a próxima.

terça-feira, novembro 07, 2006




Bem,

depois da belezura abaixo, apresento uma sequencia da Trek... Uma sequencia meio mostruosa mas que aliou velocidade, constância e beleza... mas com preços nem taão menores.. seguem nas fotos dois modelos:

Maiores informações em: http://www.trekbikes.com.br/

Madone SSL 5.9. Esta é constituida em carbono:




Equinox 11, em parceira coma Shimano com construção baseada em Titânio:




Só pra variar um pouco...

este é um dos sonhos de consumo do escriba aqui.. Uma Bianchi 928 Carbon SL. Esta belezura é super leve e essencial para vencer competições de longa duração aliando velocidade e resistência em uma excelente estrutura e desenho. Além de ser linda e e leve (construida em fibra de carbono e alumínio). O preço desta belezinha no varejo americano ? US$ 9.799,99.

Segue uma foto para que os amantes, assim como eu, literalmente babem... e sonhem...
Estava vendo alguns sites antigos no final da minha hora de almoço e lembrei o site do Peter Burk, que era um fotografo de muito talento. O Pete criou o site www.speeddcenter.com e lá, com certeza, estavam armazenadas as melhoress fotos das temporadas da CART. Uma pena que as questões econômicas e familiares afastaram-no, assim como o seu site, do circuito regular.

Segue abaixo uma pequena lembraça de fotos registrando a derradeira etapa brasileira aqui no Rio. Pete era um apaixonado pelo Rio e sempre chegava antes para poder curtir a cidade e suas belezas !!!

Um forte abraço.


Pessoal,

desculpem o tempo sem atualizar este blog... Pura falta de tempo mas vou tentar e policiar melhor o tempo para estar sempre Up to date. Esta charge, retirada do Site GrandePremio mostra um fato bem engraçado que não tive como não publicá-la. Explica-se, nesta aventura inicial, o colombiano Juan Montoya está sendo patrocinado pela Danone utilizando a marca Activia, conhecido por regular a flora intestinal.

Um abraço, fiquem com Deus e até a próxima.


sábado, novembro 04, 2006

Pois é...


Uma semana de correrias... Tristezas.. Vitórias, conquistas e algo mais. Deus tem falado muito ao meu coração sobre várias coisas que estarei compartilhando com vcs. Nunca tinha visto isso... São planos futuros a médio e longo prazo, que se Ele quiser, estarão tornando-se realidade. Mas uma coisa é verdadeira... sei que vai ser um sucesso !!!

Um grand abraço
Escrever sobre os 7 anos de falecimento do Greg, com certeza, foi uma das coisas mais dificeis que fiz pois tive de escrever uma linha e viajar no tempo por alguns momentos. Foi duro... Como sempre disse para aqueles que conheceram ou não...

Falar do Greg é mto fácil. o Mais dificil é administrar esta saudade !!!!