quinta-feira, julho 29, 2010

Polêmicas

Coluna do Hyder - Fabio "Hyder" Azevedo

Polêmicas

Inicialmente gostaria de agradecer as manifestações de carinho pelo meu aniversário. Muito obrigado mesmo. Mas estamos de volta após mais um final de semana sem plantões extras e uma curtição de um excelente final de semana.

Fiquei pensando desde o domingo passado sobre o conteúdo desta coluna. Confesso que achei embaraçoso o que a Ferrari promoveu. Eu, como torcedor ferrarista, me senti constrangido com aquele papelão sem tamanho que aconteceu na Alemanha. Jogo de equipe existe no automobilismo e até alguns puritanos podem dizer que na antiga Cart ou na Indy Car não existe. Evidente que ocorre, com algumas ressalvas.

Certa vez, não me lembro exatamente onde, Hélio Castro Neves e Gil de Ferran estavam duelando pela vitória. Estava divertido para o público, contudo creio que deve ter sido altamente tenso ver seus dois pilotos se arriscando ao ponto de prejudicar os interesses da Penske no campeonato. Roger chamou os dois no rádio e foi claro. “Tragam os meninos (carros) em segurança para casa!” bem diferente de promover uma troca de posições como a McLaren e outras equipes da Fórmula 1 já fizeram. Mas a Ferrari escancarou.

Até mesmo o Chip Ganassi nos áureos tempos de Cart nunca precisou desse artifício para favorecer Alessandro Zanardi ou mesmo Juan Montoya contra o Jimmy Vasser. A Red Bull tem dado este exemplo, pois está administrando duas bombas-relógio (Vettel e Weber) e assim o campeonato se mantêm altamente interessante aos patrocinadores e fãs.

Talvez isso tudo venha de encontro com a minha coluna anterior, onde tratei de interesses comerciais e políticos. Eles existem em qualquer organização, mas o ambiente da Indy Car tem defendido, nos últimos anos, uma idéia de competição e diversão ao público, principal foco de qualquer ação publicitária, quem no fim paga as contas deste esporte que tanto amamos.

Sobre Edmonton, achei que foi desnecessária a ação dos fiscais, não por ser o Hélio e a Penske, mas porque houve um excesso de rigor já que a defesa foi simples e não houve, uma tentativa do piloto do carro 3 da Penske a intenção de prejudicar o concorrente. Vemos tantas coisas absurdas ocorrerem nas corridas e os fiscais ficam pasmos sem fazer nada. Enfim, achei que foi muito caldo para nada, como se diz.

Outra coisa é que acho que esta nova administração deveria focar seus eventos em lugares mais interessantes. Nada contra a pista de Edmonton, porém lembrar que pistas como Cleveland, Road America, Miami (não a sonolenta Homestead) estão fora do calendário é algo que não dá para entender. E está na hora de planejarem uma prova nas ruas de Nova York. Já pensaram no impacto que a Indy causaria se fizesse um evento num local que é o sonho do Bernie Ecclestone? Seria fantástico para a categoria.

Um grande abraço e fiquem com Deus.

quarta-feira, julho 28, 2010

Lista de bênçãos

QUARTA-FEIRA, 28 DE JULHO DE 2010
         
           Leia Lamentações 3.19-26 *
Quero trazer à memória o que me pode dar esperança. As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Lamentações 3.21-23
Suspirei ao abrir um pequeno caderno onde registro pedidos de oração. Muitas pessoas queridas enfrentavam problemas financeiros, familiares ou de saúde aparentemente insolúveis. O noticiário do dia trazia mais tragédias em todo o mundo - tantas coisas por que orar! As lágrimas começaram a encher meus olhos. Então passei à última página de meu caderno. Há vários anos, iniciei uma "lista de bênçãos"; as vezes em que experimentei a ajuda e a presença de Deus de um modo especial. Minha lista incluía a profissão de fé de alguém, cura, provisão financeira e cônjuges cristãos para meus filhos. Ao reler essa lista, lembrei que houve um tempo em que eu não tinha certeza de como nem se Deus responderia às minhas orações. Mas, à medida que as respostas vinham, percebi Seu amor e Sua sabedoria.
As lágrimas que às vezes acompanham minhas orações me ajudam a compreender o livro de Lamentações. Escrito aproximadamente seis séculos antes do nascimento de Cristo, durante os últimos dias sombrios de Judá, depois de cair para a Babilônia, o livro está cheio de censura e desespero. Mas nele há entremeada uma lista de bênçãos. Quando se sentia derrotado, o escritor parava para trazer à mente a fidelidade passada de Deus e declarava, com renovada confiança: "Grande é a tua fidelidade". O livro de Lamentações me lembra que as respostas podem não vir imediatamente, mas nosso Deus fiel vê as vidas que continuam a depositar sua esperança em nosso Criador.
: Senhor amado, ajuda-nos a ver a Tua luz na escuridão das circunstâncias difíceis. Em nome de Jesus. Amém.
            :
Deus está agindo em nossas circunstâncias impossíveis.
 pelas pessoas que estão à espera de uma resposta de Deus.
         JEANNE ZORNES (WASHINGTON, EUA)
               MEDITE: EZEQUIEL 21
                     
* Lamentações 3.19-26
19 - Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do veneno.

20 - Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim.

21 - Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.

22 - As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

23 - renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.

24 - A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.

25 - Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca.

26 - Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio.

segunda-feira, julho 26, 2010

Estratégia Ferrarista para o GP da Alemanha 2010

Com a devida licença do criador (Bruno Mantovani)

A estratégia da Ferrari em 2010 na Alemanha... e talvez em outras provas...

Coluna do Hyder - Fabio "Hyder" Azevedo

Detalhes

Estamos no meio do ano e a Indy Car chega a terras canadenses. A primeira etapa ocorreu em Toronto. Uma cidade belíssima onde temos uma pista temporária, preparada há mais de 25 anos, para receber a intrépida trupe da atual Indy Car Series e antigamente a finada Champ Car World Series. Enquanto escrevo esta coluna, existe um lindo Labrador assistindo o GP da Inglaterra de F1 ao meu lado num lugar maravilhoso cercado de pessoas muito especiais. Domingão de folga, final da Copa do Mundo, sem eventos oficiais.

Falam-se muito de conquistas tecnológicas da F1 para o mundo das competições, detalhes que provocam ganhos de desempenho micro ou mini. Mas esse é o trabalho que deve ser focado. Nos detalhes. Mas muitos destes detalhes já são de cunho normal nas corridas da América. Nem tanto o defletor duplo que Ross Brawn e seu time utilizaram na conquista do certame da F1 em 2009. Um elemento simples na história automobilística ocorreu em Indianapolis, a meca do automobilismo foi a introdução dos espelhos retrovisores. Antes desta simples, mas fantástica invenção, todos os carros carregavam um mecânico para orientar o piloto.

Mas o que a F1 não consegue fazer funcionar é a adição de um conceito simples em corridas: ultrapassagens. O que vemos é uma procissão sem nenhum objetivo, salvo um ou outro lampejo de determinado piloto ou pista. Ao contrário, na Indy Car, isso é algo costumeiro já que os carros são iguais e o foco está no espetáculo. Lembro de etapas como as saudosas Michigan e Fontana onde os carros faziam uma tripla linha de alinhamento para poder ultrapassar. E isso durante três horas de prova. Atualmente temos uma disputa muito interessante entre equipes como Penske, Ganassi e Andretti, entretanto sempre existem algumas boas surpresas. Isso não ocorre na F1 onde a Red Bull (sem essa de RBR) domina com um carro quase conceito, de soluções simples, porém altamente eficazes.

A Indy pode não ter o glamour que a categoria do Velho Mundo possui, mas existe algo muito mais interessante que é o fator diversão. Quem assiste uma corrida da Indy tem a certeza que terá emoção, ultrapassagem e, com certeza, muito menos frescuras que vemos atualmente com a turma de Fernando Alonso e Cia. Além do que na América as equipes e os pilotos são bem mais acessíveis que o que vemos na Europa, onde o segredo industrial, a política e os interesses comerciais e financeiros são alguns dos fatores que transcendem o esporte.

Um grande abraço e fiquem com Deus.

terça-feira, julho 13, 2010

Confiança

"Ainda que um exército se acampe contra mim, o meu coração
não temerá; ainda que a guerra se levante contra mim,
conservarei a minha confiança" (Salmos 27:3).

Aqueles que confiam no Senhor caminham em paz e vivem
plenamente felizes. Eles sabem que podem contar com Deus em
qualquer situação.

Paulo Barbosa

quinta-feira, julho 08, 2010

Bola pra frente...


Perdemos... e daí ?
O Brasil foi eliminado da Copa Fifa 2010 depois de uma derrota sofrida para a seleção holandesa. Um primeiro tempo magnífico e uma segunda etapa... sofrível. Perder faz parte do jogo mas é algo que ainda não aprendemos. São três resultados possíveis num jogo de futebol... Vitória, empate ou derrota. Mas a vida segue e ninguém morreu por causa disso. Somos muito emocionais durante uma copa do mundo. Durante 4 anos temos problemas, soluções, necessidades porém durante a Copa do mundo de futebol, somos extremamente nacionalistas, decoramos o Hino Nacional, colocamos roupas em verde e amarelo, compramos bandeiras... enfim... mas caso uma derrota ocorra deixamos tudo de lado e voltamos ao posicionamento frio em relação ao nosso país, aos nossos símbolos nacionais. E é isso que não pode ocorrer.
Todos os canais de imprensa vão a caça do treinador Dunga por ele ter blindado a seleção contra o “oba-oba” que ocorreu em 2006. Deve-se muito ao trabalho do gaúcho e brasileiro Dunga pois ele devolveu aos jogadores brasileiros o orgulho de vestir o manto sagrado nacional e ter a raça e gana de ganhar, de lutar sem nunca desistir.  Conquistamos dois títulos internacionais como a Copa América e a Copa das Confederações, em uma final inesquecível contra o time estadunidense. Barrou, com coragem, os “medalhões” como os dois Ronaldos, Roberto Carlos – tão criticado pela imprensa paulista em 2006 e esta mesma imprensa não se cansou de pedir sua convocação... seria este por jogar no Corinthians? - entre tantos assim como as novidades efêmeras como Pato, Ganso, Neymar.
Agora que nossa seleção encerrou – prematuramente – espero que a imprensa não seja revanchista. Não mostre dona de o quarto poder... Eles, os jornalistas têm a palavra e podem fazer o que quiser com ela, de forma responsável ou não. Deixem nosso eterno capitão do tetra em paz. A vida segue e outros campeonatos serão disputados. Que o novo treinador que estiver a frente de nossa seleção nacional mantenha este espírito de guerreiros, lutadores e não de descansados e descompromissados como vimos em outras oportunidades. Viva o Brasil, Viva a nossa seleção... Amar na vitória é uma coisa simples e muito fácil mas neste momento de dor é que temos de estar ali para recebê-los. Perdemos sim, mas lutamos e é isso que queríamos ver !!! Claro que todos querem ganhar mas nem sempre é possível. Mas a luta e a entrega devem ser constantes.
Acabo de escrever este texto e a seleção argentina foi massacrada pelos alemães numa vitória incontestável por 4 a 0. Recebemos em silencio as provocações de nossos estimados vizinhos mas eles deverão dormir neste sábado com a cabeça bem dolorida... Isso é o verdadeiro futebol, a brincadeira e a gozação devem fazer parte. Este clima de guerra que muitas vezes é criado não deve existir.
Um grande abraço e fiquem com Deus

quinta-feira, julho 01, 2010

Juk Kfouri - Uma anta, com respeito aos animais...

Recebi este texto via Internet e resolvi publicá-lo. É longo mas vale a pena. Fiquem com Deus.

 

Neo-Ateísmo, Um Delírio - Neo-ateísmo na imprensa esportiva: a fúria de Juca Kfouri

P.S.: Eu não sou evangélico, não tenho procuração para defender os evangélicos e discordo de algumas atitudes de algumas igrejas evangélicas. Mas defendo o direito dos evangélicos se expressarem.
José Carlos

Recentemente, a Associação Dinamarquesa de Futebol divulgou seus protestos com o fato de jogadores da seleção brasileira terem comemorado um título na África do Sul utilizando-se de manifestações religiosas. Segue a citação abaixo, retirada de uma notícia da Agência Estado, publicada em Julho deste ano:

“A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora”, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.

Notícia que não me surpreende, diga-se, de passagem, pois a Dinamarca é um país conhecido por sua alta taxa de ateísmo. Talvez tenha uma grande porcentagem de neo-ateus também. Só isso explica a atitude de Jim Stjerne Hansen.

E não é que eu estava certo em ter citado a menina Regan (imagem acima) como influência para essa nova variação de neo-ateísmo? Essa variação se baseia em demonstrar ojeriza aos símbolos religiosos. Quem assistiu o filme O Exorcista (ótimo filme, por sinal) deve se lembrar de como a menina se contorcia na cama quando o padre Merrin jogava água benta em cima dela. O comportamento de Jim Stjerne Hansen me lembra a garota do filme.

A comparação de religião com política também foi infeliz ao extremo. A política pode até influenciar a eleição de dirigentes que vão comandar a vida de todas as pessoas em uma nação. Na religião, não há isso, pois a prática religiosa é opcional. Dessa forma, o argumento de que “se a Política não entra no futebol, a Religião também não pode” perde todo o valor.

E Juca Kfouri perdeu uma oportunidade de ficar calado e saiu pregando o seu neo-ateísmo ao endossar o Jim Stjerne Hansen.

Em seu texto “Deixem Jesus em paz”, publicado também em Julho deste ano, ele só faltou gritar “tirem esses crucifixos daqui”. Será que ele também estrebucharia se jogassem água benta nele? Não duvido.

Nesse texto, Kfouri começa a ladainha:

Está ficando a cada dia mais insuportável o proselitismo religioso que invadiu o futebol brasileiro.

Pois é, a menina Regan talvez diria isso também. Detalhe que eu sou teísta, católico, e se eu vir o símbolo dos ateus (aquela correntinha com a palavra “A”) não me incomodarei nem um pouco. Se eu vir o símbolo judaico, isso não me incomoda nenhum pouco. Estranho que qualquer manifestação religiosa incomode tanto o Juca Kfouri (friso a palavra dele: “insuportável”).

A seguir, ele tenta contar historinhas da infância dele:

MEU PAI, na primeira vez em que me ouviu dizer que eu era ateu, me disse para mudar o discurso e dizer que eu era agnóstico: “Você não tem cultura para se dizer ateu”, sentenciou.

Pelo que será mostrado aqui, Juca Kfouri não tem cultura para ser ateu (pois, como neo-ateu, é um péssimo representante do ateísmo) ou teísta.

Ele prossegue:

De fato, o velho tinha razão, motivo pelo qual, ele mesmo, incomparavelmente mais culto, se dissesse agnóstico, embora fosse ateu.

Erro grosseiro! Agnosticismo e ateísmo não são mutuamente auto excludentes. Eu mesmo sou agnóstico e teísta. Por causa do meu agnosticismo, eu não posso tentar impor a ninguém que acredite em Deus. Logo, eu uso a filosofia do “você acredita? ok. não acredita? ok também”. Mesmo assim, eu acredito em Deus, o que me torna um teísta. Logo, Kfouri afirmar “se dissesse agnostico, embora fosse ateu” demonstra que ele não conhece nem as definições de ateísmo e nem de agnosticismo. Agnosticismo fala apenas em relação à possibilidade ou não do conhecimento absoluto, e assume que não é possível obter esse conhecimento. Já o ateu é apenas alguém que não acredita em Deus ou deuses. Achar que alguém deve optar entre agnosticismo e ateísmo é no mínimo falta de cultura.

Falta de cultura que também fica evidente abaixo:

E negar o papel de resistência e de vanguarda de setores religiosos durante a ditadura brasileira equivaleria a um crime de falso testemunho, o que me levou, à época, a andar próximo da Igreja, sem deixar de fazer pequenas provocações, com todo respeito. Respeito que preservo, apesar de, e com o perdão por tamanha digressão, me pareça pecado usar o nome em vão de quem nada tem a ver com futebol, coisa que, se bem me lembro de minhas aulas de catecismo, está no segundo mandamento das leis de Deus. E como o santo nome anda sendo usado em vão por jogadores da seleção brasileira, de Kaká ao capitão Lúcio, passando por pretendentes a ela, como o goleiro Fábio, do Cruzeiro, e chegando aos apenas chatos, como Roberto Brum.

É fato: Juca Kfouri não sabe o que significa a expressão “usar o nome de Deus em vão”. Lição de graça para ele: Usar o nome de Deus em vão é quando se invoca a Deus sem razão, ou quando se usa o nome dele em coisas vãs. Exemplo seriam discussões, brincadeiras, e promessas que não se pretende cumprir. Mas, caso qualquer um dos atletas realmente acredite em Deus piamente, e idolatrem a Jesus, eles não são passíveis da acusação de “usar o nome de Deus em vão”. E como Juca Kfouri citou as aulas de catecismo dele, das duas uma: ou o(a) professor(a) não o ensinou direito, ou então o ensinamento foi válido, mas ele que não aprendeu.

Abaixo ele tenta regulamentar comportamentos:

Ninguém, rigorosamente ninguém, mesmo que seja evangélico, protestante, católico, muçulmano, judeu, budista ou o que for, deveria fazer merchan religioso em jogos de futebol nem usar camisetas de propaganda demagógicas e até em inglês, além de repetir ameaças sobre o fogo eterno e baboseiras semelhantes, como as da enlouquecida pastora casada com Kaká, uma mocinha fanática, fundamentalista ou esperta demais para tentar nos convencer que foi Deus quem pôs dinheiro no Real Madrid para contratar seu jovem marido em plena crise mundial. Ora, há limites para tudo.

Talvez Juca Kfouri se esquece de que vestiu a camisa das Diretas Já quando participou dessa campanha. É, Juca Kfouri, isso se chama vestir a camisa de algo em que se acredita. Surpreendentemente, o jornalista deveria ser capaz de entender esse tipo de atitude, pois ele já a praticou (mesmo que não fosse por motivos religiosos).

Além do mais, a expressão “merchan religioso” é no mínimo falsa. “Merchan” ocorreria se os jogadores estivessem recebendo dinheiro para isso, mas isso nem sempre é o caso.

O mais engraçado é ver Kfouri perder as estribeiras, e partir para ofensas à mulher de Kaká. Termo usado pelo jornalista: “enlouquecida pastora”. Mas quem disse para o Kfouri que ele tem moral ou capacidade para julgar o comportamento da esposa do Kaká? Quem disse para o Kfouri que ele tem o mínimo talento para entender a metáfora por trás da declaração da esposa de Kaká ao falar que Deus pôs dinheiro no Real Madrid em tempos de crise? Em resumo, no momento em que Juca Kfouri perdeu a sua classe (por ofender a esposa de Kaká) foi onde ele cometeu os erros mais primários.

Daí para frente é só baixaria, como por exemplo:

É um tal de jogador comemorar gol olhando e apontando para o céu como se tivesse alguém lá em cima responsável pela façanha, um despropósito, por exemplo, com os goleiros evangélicos, que deveriam olhar também para o alto e fazer um gesto obsceno a cada gol que levassem de seus irmãos…

Se ele tivesse o mínimo entendimento a respeito do que significa religião e a fé, saberia que quando um jogador comemora um gol apontando para o céu, ele não está querendo dizer que Deus fez o gol para ele. Na verdade, o religioso apenas relembra de seu alinhamento com Deus, e visualiza isso como a sua fé naquele ato. Não ter percebido isso foi um erro patético de Kfouri.

Para piorar, ele diz que os goleiros evangélicos deveriam olhar também para o alto e fazer um gesto obsceno a cada gol que levassem. Bobagem. Religiosos não agiriam assim. Mas seria compreensível que um goleiro apontasse para os céus quando fizesse uma grande defesa. Dica ao Juca: aprenda a fazer analogias.

E ele chega até a encarnar Mao Tse Tung:

Que cada um faça o que bem entender de suas crenças nos locais apropriados para tal, mas não queiram impingi-las nossas goelas abaixo, porque fazê-lo é uma invasão inadmissível e irritante.

Na China, a coisa começou assim. O governo proibia a manifestação pública de religião, depois dizia que as manifestações só podiam ocorrer dentro das residências, escondidos dos olhos dos ateus chineses (maioria da população). Hoje em dia, cristãos são mortos pelo governo ateu chinês, pelo simples fato de rezarem.

E sempre com a desculpinha de que “religião tem que ser praticada em lugares específicos”. Aliás, que comportamento carrancudo, hein Kfouri? Parece aquelas velhas beatas que se incomodam quando um casal se beija em público. A única diferença é que Juca odeia a religião…

No final, depois de tanta besteira escrita por Juca, só lhe resta o desabafo:

Não mesmo é à toa que Deus prefere os ateus…

Aqui Juca encarna o pessoal das torcidas organizadas. Sabe como são? Aquele tipo de pessoa inculta, que não fala coisa com coisa, mas sai gritando frases nonsense. Algo como “Deus preferi nóis, ô manu…”. Pura molecagem.

Poucos dias depois, Kfouri escreveu um novo texto, entitulado “Jesus é uma farsa!”. Segundo ele:

Como reagiriam aqueles que defendem o merchan religioso nos gramados se alguém vestisse a camiseta acima?

Se reagissem negativamente, seria no mínimo justo, pois uma camisa escrita “Jesus é meu pastor” é uma manifestação do que é valor para o religioso. Já a frase “Jesus é uma farsa!” é um ataque ao valor do outro. É isso que diferencia uma camisa com a mensagem “Eu amo a Mariana” de uma na qual está escrita “Mariana é uma cadela”. [N.E. - O texto Ateus e o Eterno olhar de pidão do lado de fora aborda isso em mais detalhes]

Agora, já que Juca Kfouri se incomoda tanto com os símbolos e manifestações religiosas, que tal ele sugerir uma manifestação para os jogadores neo-ateus?

Uma sugestão é colocarem uma miniatura dessa boneca da Regan (a foto deste artigo) em uma correntinha. Outra é vestir camisas do Drácula e da Regan, que, notoriamente, fogem de crucifixos.

Mas a melhor sugestão é que Juca Kfouri procure ajuda psicológica. Pois se ele não consegue “suportar” os símbolos religiosos, é sinal de que talvez ele tenha algum trauma a ser resolvido. Até porque nenhum símbolo religioso foi feito para ofender a quem quer que seja. Quem sabe assim ele não aprende o valor de coisas como liberdade de expressão.

Eu mesmo, já viajei para projetos no exterior, com culturas diferentes, e com símbolos religiosos muito diferentes dos meus. E não me incomodaram nem um pouco. E os projetos sempre foram um sucesso. Pois é, as coisas ficam mais fáceis quando se consegue conviver em um mundo multicultural.

P.S.: Eu não sou evangélico, não tenho procuração para defender os evangélicos e discordo de algumas atitudes de algumas igrejas evangélicas. Mas defendo o direito dos evangélicos se expressarem.

domingo, junho 27, 2010

Oh Happy Day (Tradução)

Oh dia feliz
Oh dia feliz
Quando Jesus lavou
Oh quando ele lavou
Oh quando ele lavou
Levou meus pecados para longe
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Quando Jesus lavou
Oh quando Jesus lavou
E então ele lavou
Levou meus pecados para longe
Oh este é um dia feliz
Ele me deu idéia de como
Vigiar, lutar e rezar
lutar e rezar
Todos os dias
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Quando Jesus lavou
Oh quando ele lavou
Oh quando ele lavou
Levou meus pecados para longe
Oh este é um dia feliz
Ele me deu idéia de como
Vigiar, lutar e rezar
Lutar e rezar
E alegrou os meus dias
Oh dia feliz
Oh este é um dia feliz
Oh este é um dia feliz
Oh dia feliz
Oh feliz, feliz dia
Oh este é um dia feliz
E quando eu for para o céu
Terei um dia feliz
Oh feliz, feliz dia
Oh este é um dia feliz
Oh meu Senhor, tenha misericórdia
Quando eu for para o céu
Oh feliz, feliz dia
Oh este é um dia feliz
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Quando Jesus lavou
Oh quando ele lavou
Quando Jesus lavou
Levou meus pecados para longe
Oh este é um dia feliz
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Oh dia feliz
Quando Jesus lavou
Oh, quando Ele lavou
Quando Jesus lavou

quinta-feira, junho 24, 2010

Coluna Champcar Brasil

Promessas de mudanças

Outra vez minha excessiva carga de trabalho me faz atrasar a entrega da coluna. As últimas semanas têm sido intensas, com inúmeros projetos a concluir e muita correria. Sinceramente sou um viciado no meu trabalho. Entretanto, quando se chega a uma jornada de 17 horas por turno, é necessário dar uma freada, mesmo que esta demore a ser acionada.

As 500 milhas de Indianápolis ficaram em boas mãos. Mesmo não tendo uma vitória de um piloto da Penske, o time demonstrou sua força, estando bem contada para o restante da temporada. Agora, com o começo do verão nos Estados Unidos, teremos uma sequencia de provas, a partir de Toronto, que somente vão ter término no GP do Kentucky, em 04 de setembro.

Não acredito que as equipes usarão sua restrita verba no desenvolvimento dos defasados chassis atuais. Ainda mais que em 2012 teremos uma mudança radical no regulamento, com a introdução de novo carro e motor (turbo com até seis cilindros, 2,4 litros, devendo produzir entre 550 e 700 cv). Uma excepcional notícia para os apaixonados por corrida, pois certamente teremos melhorias estéticas nos carros, transformando os atuais tanques de guerra, em autênticas obras de arte.

Vejo um futuro promissor para a categoria por conta dessa administração de Randy Bernard mesmo com uma herança maldita deixada pelo Tony George. A nova estratégia gerencial que essa diretoria está executando busca resultados de médio prazo (em torno de cinco anos). Por enquanto a grande maioria das decisões se mostrou acertada.

Minha grande preocupação gira em torno da retomada do processo de internacionalização do campeonato, muito prejudicado pela divisão da Indy em 1996. Da primeira vez que isso ocorreu a Cart (gestora da Indy na época) era financeiramente forte e possuía um grande prestígio com os patrocinadores, mídia e público. Mesmo assim essas mudanças prejudicaram a Cart, desencadeando a ruína lenta e dolorosa de um patrimônio construído em 29 anos, que chegou a concorrer seriamente com a badalada Fórmula 1 no mercado mundial no começo dos anos 1990.

Essas mudanças serão muito importantes, mas não significam que farão com que a Indy cresça absurdamente. No momento não há dinheiro sobrando para ações deste tipo no mercado norte-americano, principal financiador da categoria. Temos o exemplo da Champ Car. Na tentativa de utilização do Panoz DP01, um carro do ponto de vista técnico fantástico, mas sem dinheiro para investimentos, a categoria caminhou em passos largos para a falência.

Torço que tudo dê certo, afastando de vez os boatos sobre a compra da categoria pela família France, que comanda a Nascar. A ALMS, famoso campeonato de protótipos local, divulgou seu novo regulamento técnico-desportivo para 2011, diga-se, muito bem recebido pelo público e mídia especializada, prometendo oxigenar o atualmente esvaziado torneio.

A expectativa é o mesmo acontecer, só que em proporções maiores, na Indy já que é vital que equipes tradicionais como Penske e Ganassi quando guiarem em Indianápolis, Long Beach entre outras pistas, estejam utilizando carros belos e modernos, diferentemente do cenário atual.

Um grande abraço e fiquem com Deus.

quarta-feira, junho 23, 2010

Chefe é Chefe

 CHEFE É CHEFE!!!!

            Um  guarda-noturno trabalhava numa empresa especializada em
lapidação de diamantes.
            Uma manhã ele contou a seu chefe um sonho que tivera na  noite
anterior.
            Disse que o avião que ele viajaria com destino à Rússia  sofreria
um acidente e, em conseqüência, todos os passageiros morreriam.
            Seu chefe, jovem executivo, dinâmico e empreendedor, tinha
verdadeiro pânico de aviões.
            Assustado com a informação do empregado, decidiu  cancelar o vôo.
            Três dias mais tarde, leu nas manchetes dos principais  jornais
que aquele avião caíra no mar e, até o momento, não havia notícias  de
sobreviventes...!
            Imediatamente chamou o guarda-noturno, mostrou a  notícia do
jornal, agradeceu efusivamente pelo aviso que lhe salvara a  vida e, a seguir,
sem nenhuma explicação, despediu-o da companhia.
            O  guarda não compreendeu porque tinha sido despedido depois de
salvar a vida do seu chefe.
            Pergunta:
            - Por que o guarda foi mandado embora?
            Não leia a resposta abaixo...
            Pense um pouco...

       ....................................................
            Resposta:

            O empregado era guarda-noturno. Se teve um sonho  à noite, é
porque estava dormindo em serviço...!

            Conclusão:
            Chefe é chefe... Por melhor que você seja e por mais que você
faça, você nunca agrada.

       Então, DEIXE O CHEFE MORRER!!!!!

Chamando a Policia...

"APRENDA A CHAMAR A POLÍCIA" !!!
Eu tenho o sono muito leve, e numa noite dessas notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.

Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.

Como minha casa era muito segura, com  grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranqüilamente.

Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço.  Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:


-Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal. Não precisa mais ter pressa. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações. O tiro fez um estrago danado no cara!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos, que não perderiam isso por nada neste mundo.

Eles prenderam o ladrão em flagrante, que ficava olhando tudo com cara de assombrado.
Talvez ele estivesse pensando que aquela era a casa do Comandante da Polícia.

No meio do tumulto, um tenente se aproximou de mim e disse:
-Pensei que tivesse dito que tinha matado o ladrão.

Eu respondi:

- Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma  viatura disponível.

   (Luiz Fernando Veríssimo)

quinta-feira, junho 17, 2010

Coluna ChampCar Brasil

A Meia Corrida

Inicialmente minha intenção era de comentar a mais tradicional provas de monopostos do automobilismo: as 500 milhas de Indianápolis. Entretanto, não assisti a prova. E pelos comentários que li e ainda analisando compacto que assisti posteriormente eu não perdi muita coisa. Especialmente pela forma como a TV Bandeirantes cortou a transmissão nas voltas finais para mostrar o futebol.

Até entendo esse procedimento quando não se tratar de uma prova de destaque da Fórmula Indy ou em virtude da fase decisiva do Campeonato Brasileiro. Não foi o caso. Isso após as promessas do Téo José de que dessa vez a prova seria integralmente transmitida em rede aberta. Quando não o futebol, é o importante concurso Miss Brasil ou Miss Universo. Ou quem sabe algum programa de calouros que é gravado com semanas de antecedência e, subitamente, é lançado na programação. Sejamos justos: isso não é exclusividade da Bandeirantes.

A Rede TV! é outra que age assim com algumas de suas afiliadas. Aqui no Rio Grande do Sul, onde moro há mais de três anos, todo sábado e domingo tem uma programação de caráter duvidoso. Eles reprisam os melhores programas da emissora como os de Sônia Abraão, Luciana Gimenez, Nélson Rubens entre outras boçalidades. Nisso deixamos de assistir a incrivelmente disputada Pickup Racing, categoria que acompanha a programação da Copa Caixa Stock Car.

Um tremendo desperdício da concessão pública. Caso tivéssemos assistindo uma programação educativa ou cultural exaltando a cultural local eu entenderia. Contudo, reprisar programas de fofocas ou de curiosidades sobre pseudo-celebridades é muito frustrante para os espectadores mais exigentes.

Nos canais fechados (e muito bem pagos) o cenário não é muito diferente. Cansei de me programar para assistir um determinado programa, invariavelmente relacionado a corridas, e, quando chega a hora eles passam o pré-jogo do futebol, a "importantíssima" Golf Cup, ou quem sabe ainda, um programa sobre "adrenalina" que foi reprisado duas ou três vezes naquela semana. Onde fica o respeito ao consumidor? Neste último caso ainda temos o absurdo de compramos um serviço e não o recebemos. Isso é estelionato.

Como já suspeitava que o corte da transmissão das 500 milhas de Indianápolis poderia acontecer, como realmente aconteceu, preferi fazer outras coisas, como ficar perto das pessoas de quem se gosta, mesmo com contatos cada vez mais esporádicos, faz qualquer a distância e o tempo ser infinitamente inferior a alegria de estar próximos deles.

Não é sempre que tenho a oportunidade de conhecer lugares maravilhosos onde à presença do Criador se faz presente, deixando a natureza ainda mais maravilhosa e exuberante. Foram estes os motivos que me fizeram não assistir a meia corrida de Indianápolis na semana passada. Espero que compreendam e continuem lendo essa coluna nesse espaço.

Um grande abraço e fiquem com Deus.

Trabalho e mais trabalho

Salve pessoas,

este periodo tem sido de grandes mudanças e extrema correria... além das atividades normais na faculdade e academia, entre outras mudanças, estou com uma extrema e gigantesca carga de trabalho. Estou atrasado com a coluna do ChampcarBrasil e isso é uma lastima mas quando chegamos ao cumulo de 17 horas diárias de trabalho, temos de priorizar algumas coisas... regras da vida !!!

Fiquem com Deus e estarei de volta em muito breve.

Hyder

terça-feira, junho 08, 2010

Aniversário do meu pai....

Salve pessoas,

se já estava voando com um mundo de coisas, acreditem, estava em volta de apresentação apenas... estou com poucas horas de sono, muita correria.. mas Nào esqueci do aniversário de um grande homem... meu pai.... felicidades e muito sucesso... saúde e fique com Deus... Hj e sempre...

Amo vc.

quinta-feira, junho 03, 2010

RadioHead + Mario Quintana + feriado = Inspiração...

Salve pessoas,

feriado apenas no Brasil, como sigo o calendário de US, estou na ativa. Enfim, estou ouvindo uma musica na qual gosto muito, Fake Plastic Tree (Radiohead) e é quase impossível não gostar do som deles... Como não existe uma relação obvia, me veio uma poesia do grande mario Quintana... Compartilho com todos. Um bom resto de feriado e de semana. Fiquem com Deus.

quarta-feira, junho 02, 2010

Mudanças

Mudanças são momentos interessantes e, ao mesmo tempo, intrigantes em nossas vidas. As vezes podemos estar em um lugar e, de uma hora para outra, ir para o desconhecido e começar uma nova vida, em condições muitas vezes adversas. É estranho... já passei por diversas situações como esta na minha vida, em vários aspectos...

A última, que assim considero impactante e rápida, foi no meu processo transitório do Rio de Janeiro para o Rio Grande do Sul. Foi tudo muito rápido e sem preparação alguma. O que faz uma pessoa ter uma condição desta ser a certeza de sucesso ? A presença de Deus, preparando todos os caminhos e as necessidades que temos e teremos para cumprir isso. Na concepção de uma carreira, na formação de uma família nova, em um momento considerado ideal para uma mudança, existe algo que devemos considerar imediatamente. O desprendimento. Se ficarmos sempre naquela condição rústica, sem ter um passo ou objetivo traçado, assim entendo, poderemos nos estagnar como pessoas, profissionais, etc...

A vida nos leva a objetivos que, se não estivermos preparados, poderemos abdicar de muitos sonhos de forma infantil e imatura. Mas temos de aprender pois não nascemos com experiência suficiente. Mas repetir o erro já parte do principio que estamos adaptados ao erro e não creio que isso seja o ideal em nossas vidas.
É isso... em breve contarei mais sobre mudanças...
Um grande abraço e fiquem com Deus.

Não duvide do poder de Deus

O JIPE

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão.

Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça...

- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.

- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.

O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi
até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua
oração.

"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém."

O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o
seu superior. Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...

- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Nós queremos o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou o seu superior.

- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?

O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.

Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!

DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!


Espere...

No tempo de Deus (que não é o seu) aquilo que você tanto almeja ser-lhe-à dado.
Se você está passando por provas, não se desespere. O Senhor está formando seu caráter e no tempo certo Ele lhe dará a vitória.


Deus tem visto suas lutas!
Deus diz que elas estão chegando ao fim.
Uma bênção está vindo em sua direção.

Enviem de coração, de forma livre, a quem seu coração direcionar.


DEUS É DEUS...

Coluna ChampCar Brasil

domingo, 23 de maio de 2010


Coluna do Hyder - Fabio "Hyder" Azevedo

À honra do imolado

Estamos na semana dos treinos da Indy 500 visando o Pole Day. O campeonato precisou refrear a tradição e a programação oficial das 500 milhas de Indianápolis foi encurtado. Teremos apenas um final de semana de classificação. Muitos gostaram, pois a definição do grid ficou mais ágil e se gasta menos dinheiro. Particularmente, preferia o modelo antigo onde as estratégias eram menos óbvias existia a possibilidade para alguma estratégia diferente a usual. Entretanto, o automobilismo tornou-se um setor onde o dinheiro sobrepõe o interesse esportivo e a tradição, valores que estão fora de moda.

Lembrando as 500 milhas de 1996, primeira sob a chancela da IRL, um fato triste marcaria aquele evento. A fatalidade de Scott Brayton, no dia 17 de maio, numa sexta-feira. Ele havia garantido a pole, repetindo o feito de 1995, mas durante um treino livre, perdeu o controle do carro e encontrou o muro na curva 2, a 370 km/h, vindo a morrer. Segundo testemunhas, ele teve um pneu furado. O carro se desgovernou, rodou e percorreu cerca de 180 metros antes do choque. O acidente aconteceu às 14h17min.


Aquela temporada inaugural da IRL consistia em utilizar carros de outras temporadas da Cart, como os Reynards e os Lolas até 1994. Obviamente todo o procedimento foi feito para que a morte dele não fosse declarada na pista, mas no Centro Médico. Na época, Henry Bock, diretor-médico da pista, disse que eles retardaram o anúncio até que os membros de sua família pudessem ser notificados.

Brayton nunca foi um piloto de ponta na antiga Indy Car World Series. Porém era uma “figurinha” constante nas etapas desde 1981. Não pôde completar a honraria de largar na principal posição na corrida mais importante do planeta. Suas cinco primeiras aparições em Indianápolis foram com uma estrutura própria, usando chassis Penske e March. Depois correu com a Hemelgarn em três edições da corrida. A seguir vieram quatro participações ao lado da Simon, tendo como melhor resultado um sexto lugar em 1989. Contudo, seus maiores momentos foram como piloto da equipe Menard, em treinos sempre usando motores Buick, extremamente potentes, mas péssimos de durabilidade. Algumas equipes tinham acordos de se classificarem com motores Buick e na prova usavam para motores Chevrolet ou Cosworth.

Ele foi postumamente homenageado pela IRL como um troféu dado ao piloto que melhor representar o espírito de competição durante uma 500 milhas de Indianápolis. Até hoje 67 pilotos tiveram suas vidas ceifadas neste autódromo que ao mesmo tempo é tão amado quanto odiado. Outros sobreviveram e alguns ainda puderam voltar e triunfar nessa mítica pista. A dor de perder alguém querido é profunda, e não há palavras ou gestos que possam expressar este momento. O importante é que vivamos o dia de hoje com saúde e alegria, pois o amanhã somente a Deus pertence.

No instante em que finalizo a coluna, dois colegas de trabalho passam por momentos difíceis devido a perdas familiares. O primeiro perdeu a mãe de repente. O outro a filhinha, após longo sofrimento, em virtude de problemas pós-parto. Eles, mesmo com todas as dificuldades, jamais descarregaram a tristeza e a frustração sobre algum colega. Seguraram a barra, apesar do luto, com enorme profissionalismo. Esta é dedicada aos colegas Giovane Teixeira e Domingos Tondolo.

domingo, maio 23, 2010

Jacarepaguá - R.I.P.

Salve pessoas,,

espero que este encontre-os bem. Muita coisa acontecendo ao mesmo tempo em um momento quase que unico na minha vida. Mas prefiro deixar isso de lado. Ao acordar neste domingo e assistir a corrida da Stock, ou aquilo que a Globo transmitiu, me dei conta de uma pequena questão... Esta seria a penultima corrida naquele lendário e inesquecivel lugar ? A ultima será a estreia da F-Future e trofeu Linea, que por acaso terá o seu inicio num lugar que se despede das atividades.

Como vários que me acompanham sabem, frequentei aquele lugar por muitos anos. Foram diversas corridas trabalhando ou mesmo visitando amigos e quem sabe, algumas até assistindo, na arquibancada.Enfim, atualmente estou longe do Rio mas é triste demais ver um lugar tão especial ser destruido. Andaram falando que construirào uma nova pista e tudo mais... mas confesso que com os Alfredos Sirkis da vida, a familia Maia (Pai e filho) além do Ruy Cezar, entre tantos outros... A Federação de automobilismo do Rio e a CBA foram omissas demais também nesta "carteirada" politica que o automobilismo do Rio levou...

Enfim, agora é esperar a promessa dos tres poderes (municipal, estadual e federal) ser cumprida. E nesta, eu só acredito na cerimonia de inauguração... e tomara que nào torne-se mais Tikodromo... Em homenagem e respeito aos fans e profissionais, poderiam repetir o tradicional traçado.

Fiquem todos com Deus e uma boa semana. 

Ah!!! Visitem o nosso novo projeto: www.iad-canoas.net